Porto Alegre, 11 de abril de 2018                                              Ano 12 - N° 2.712

 

   Novos secretários têm missão de dar continuidade à modernização do Estado

O governador José Ivo Sartori empossou oficialmente, nesta quarta-feira (11), os novos secretários de Estado que foram anunciados ao longo do mês de março e abril. As mudanças se deram porque os titulares que ocupavam os cargos até então se desvincularam do governo para concorrer nas eleições de outubro. Ao todo, foram dez trocas em ato na Casa da Música da Ospa, no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre.

Tomaram posse os secretários da Casa Civil, Cleber Benvegnú; de Planejamento, Governança e Gestão, Josué Barbosa; da Fazenda, Luiz Antônio Bins (interinamente); de Comunicação, Isara Marques; do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Evandro Fontana; de Obras, Saneamento e Habitação, Sandro Boka (interinamente); da Saúde, Francisco Paz; da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Odacir Klein; dos Transportes, Humberto Canuso; e o secretário Extraordinário de Assessoramento Superior do Gabinete do Governador, Idenir Cecchim.

 
Grupo dos secretários que compõem o governo estadual 
Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini

O governador José Ivo Sartori agradeceu o empenho do grupo de secretários que deixa o governo do Estado, e a necessidade de continuar o trabalho que tem sido feito porque “a travessia não terminou”.

“Agradeço pela disposição para o enfrentamento dos problemas que encontramos. Pela parceria e pelo legado que vocês ajudaram a construir. Não para o nosso governo, mas para o futuro da sociedade gaúcha”, afirmou.

Sartori ressaltou que os desafios não podem acabar e que as novas ideias e propostas serão fundamentais nesse processo. “Ainda temos muito a fazer. E reafirmo: seguimos determinados a promover mais e novas mudanças positivas no Estado. Todos nós queremos um Estado mais eficiente, e isso só será possível se tivermos coragem, atitude, e união para encarar os desafios que estão pela frente”, reiterou.

O novo secretário da Casa Civil, Cleber Benvegnú, destacou o “trabalho honesto, corajoso, sério, verdadeiro e resiliente” da equipe de trabalho que contribuiu para o secretariado e fez ressalvas sobre o futuro. “Fazer o que precisa ser feito significa dizer não mais do que dizer sim, não aceitar a zona de conforto, viver a virada de um ciclo da vida social e econômica do Estado e do país. Assimilar e promover mudanças, mesmo em ano de eleição”, disse.

“Vamos fazer o que falta ser feito, cabe a nós seguir a missão. Tocar a RS-118, construir mais Centros da Juventude, escolas, avançar no cercamento eletrônico, entregar projetos de concessão, parcerias público-privadas do saneamento e aderir ao Regime de Recuperação Fiscal. O RS tem pressa e ainda muito por fazer. Decidimos enxergar lá na frente e não apenas o cotidiano porque aceitamos combater o combate, romper as velhas práticas, modernizar o Estado e fazer gestão cuidando de quem mais precisa”, completou o secretário.

João Gabbardo dos Reis, que deixou a Secretaria da Saúde, falou em nome dos secretários que integraram o governo, considerado por ele uma gestão marcada “por homens e mulheres que deixaram em segundo plano a popularidade pessoal para fazer o que precisava ser feito, mesmo com atitudes impopulares que não representam benefícios imediatos”.

Seminário de Governo
Após a solenidade, ocorre no mesmo local o 5º Seminário de Governo. O evento com tema 'O futuro já começou’ é interno e reúne dirigentes da administração direta e indireta do Executivo estadual para avaliar as realizações de cada pasta desde 2015 e discutir os projetos em andamento para o Rio Grande do Sul. (Assessoria de Imprensa Governo do Estado)
 
 
Entidades pretendem melhorar indicadores do leite

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Viva Lácteos (Associação Brasileira de Laticínios) se uniram ao Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a fim de melhorar os indicadores do leite e modificar metodologias que serão efetivamente implementadas ainda neste ano. Através dessa parceria, será implementada uma nova forma de coleta de dados, possibilitando gerar resultados até o 10º dia útil do mês e divulgar médias de preços antecipadamente para os sete estados de produção. 

A pesquisa conduzida pelo Cepea nas empresas de leite localizadas nos estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul corresponde a cerca de 45% do volume total da Pesquisa Trimestral do Leite, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Natália Grigol, pesquisadora da Equipe Leite do Cepea, afirma que essa mudança vai melhorar o sistema agroindustrial do leite (SAG) e diminuir riscos na comercialização. " O Cepea espera gerar dados mais estratégicos para o setor e contribuir para o processo de coordenação do SAG do leite, que vem ganhando força ano a ano", declara. 

Segundo a pesquisadora, a coordenação dos diferentes segmentos do SAG garantirá que objetivos comuns sejam alcançados, promoverá uma maior competitividade e elevará a eficiência nas transações. Ela cita que a produção leiteira é muito grande dentro da agropecuária, representando 15,9% do valor bruto da produção agropecuária (VBP) no ano anterior. "Diante da produtividade média de apenas 4,5 litros/vaca/dia, fica evidente que o Brasil ainda tem enorme potencial para ir além", explica. 

A organização do setor leiteiro se elevou expressivamente durante os últimos cinco anos através de caminhos semelhantes aos adotados por outros mercados agropecuários. Para a pesquisadora isso é só o começo, ainda é preciso viabilizar mais investimentos, elevar a qualidade da matéria-prima, além de estimular o consumo e expansão de políticas públicas para o setor. (Agrolink)


230 mi ton e deve manter recorde de 2ª maior safra histórica

A estimativa atual da colheita de grãos no Brasil deverá manter o recorde de segunda maior safra da história, com uma produção de 229,5 milhões de toneladas. Os números estão no 7º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nesta terça-feira (10), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar do decréscimo de 3,4% em comparação à safra passada, que chegou a 237,7 milhões de toneladas, o número é ainda bastante elevado, se considerada a média de produção no Brasil em condições atmosféricas normais. Em relação ao mês de março, por exemplo, a estimativa de safra este mês mostrou uma elevação de 3,5 milhões de toneladas (1,5%).

A boa estimativa deve-se ao resultado do avanço da colheita da soja e do milho primeira safra, que vem confirmando boas produtividades e uma perspectiva maior de área para o  segunda safra. Já a produtividade recorde da safra passada, que foi beneficiada por um excelente clima, não se repetiu agora, mesmo com a situação climática considerada boa na maioria das regiões produtoras.

A soja é a maior responsável pelo desempenho exemplar da produção. A leguminosa deve alcançar 114,9 milhões de toneladas. O algodão em pluma novamente marca presença neste levantamento, com uma produção de 1,9 milhão de toneladas, que representa 21,8% a mais que a safra anterior. O feijão segunda safra também obteve bom desempenho e deve colher 1,29 milhão de toneladas, com aumento de 7,3%.

Área
As culturas de soja e milho primeira safra estão em fase final de colheita. A área estimada sinaliza um aumento de 0,8% comparado ao período anterior, atingindo 61 milhões de hectares. Na ordem crescente de ganho absoluto da área plantada, vem primeiro a soja com 1,2 milhão de hectares, em seguida o algodão (205,6 mil ha) e o feijão segunda safra (115,4 mil ha), com destaque para a espécie caupi. Com os ganhos obtidos, a área total da soja ficou em 35 milhões de hectares. Outros destaques em relação à área foram o milho segunda safra (total de 11,5 milhões de ha), o milho primeira safra (5 milhões), o feijão segunda safra (1,5 milhão) e o algodão (1,1 milhão). (As informações são da Conab)
 
 

  Brasil é o quarto maior produtor mundial de leite
Apesar de ser o quarto maior produtor de leite do mundo, o Brasil ainda depende da importação para abastecer o mercado interno. Para crescer, o setor aposta numa ordenha mais rápida e eficiente. Nas fazendas, o investimento em robôs já rende bons resultados aos pecuaristas. Para assistir à reportagem CLIQUE AQUI. (Band)

 

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