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  • Europa: Perspectivas do Mercado Lácteo

    20/05/2015

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    A produção de leite na Europa ocidental continua menor em comparação com o ano passado. No entanto, o aumento semana a semana faz com que essa diferença diminua. O clima mais quente nas principais regiões produtoras está propiciando um bom crescimento das pastagens e a produção de leite aumenta mais rapidamente. O preço ao produtor continua baixo e não existe nenhum fato que estimule o a produção de leite. Muitas vacas paridas estão entrando em ordenha. Os preços das commodities lácteas para exportação declinam junto com a queda da demanda da Rússia, da China e de outros mercados que estão com as compras abaixo dos níveis do ano passado.

    De acordo com as últimas estimativas da ZMB a produção de leite da União Europeia em março foi 1,8% menor que a de 2014.

    No Leste Europeu a produção cresce lentamente rumo ao pico sazonal, que ainda demora algumas semanas. De acordo com a ZMB a produção de março na Polônia e Países Bálticos foi 1% e 2% menor que os níveis de um ano atrás, respectivamente. A queda é atribuída aos esforços dos produtores de manterem os níveis próximos às cotas, sem excedê-las. Na maioria dos países da Europa Oriental a produção acima das cotas não era uma preocupação, e a produção de março superou os níveis do ano anterior. Segundo a Eurostat, na Polônia ocorreram as seguintes alterações percentuais na produção de várias commodities lácteas, entre fevereiro de 2014 e fevereiro de 2015: Manteiga (+21,6%); Leite em pó desnatado (+16,4%); e leite em pó integral (-50,6%). (Usda)

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  • Evento sobre diagnóstico de brucelose animal é promovido pela UFSM e Secretaria da Agricultura e Pecuária

    27/04/2015


    68Discutir o diagnóstico de brucelose animal e conhecer as políticas atuais sobre a doença são os objetivos do encontro sobre brucelose animal programado para o próximo dia 30 de abril. O evento é uma promoção do Departamento de Microbiologia e Parasitologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com apoio da Supervisão Regional de Santa Maria do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da Secretaria da Agricultura e Pecuária.

    A programação inicia às 8h da manhã da próxima quinta-feira e prossegue durante todo o dia, no auditório Audimax, na UFSM. O professor da UFSM, Geder Paulo Herrmann, abre as palestras apresentando O Projeto de Diagnóstico de Brucelose Animal. A palestra sobre desempenho de teste de brucelose será apresentada pela médica veterinária Alessandra Lopes Goelzer, e o representante da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO), Edemundo Gressler, irá encerrar as atividades da manhã falando sobre a percepção do Programa Estadual de Sanidade Ovina (PROESO) pelos criadores.

    Pela parte da tarde, os fiscais agropecuários da SAP, Ivo Kohek Júnior e Gisane Lanes de Almeida, irão falar sobre epididimite ovina, PROESO e sobre ações de controle da tuberculose e brucelose no Estado. O médico veterinário Rafael Martins, representante do Ministério da Agricultura, irá encerrar os debates com uma palestra sobre a situação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) e sobre brucelose ovina.

    O público alvo do evento, que terá uma carga horária de oito horas, são médicos veterinários, secretários de agricultura dos municípios do Corede Central e alunos do curso de medicina veterinária. (Assessoria de imprensa da Secretaria da Agricultura e Pecuária/ DDA / Região Central)

  • Evolução tecnológica ajuda no bom desempenho das fazendas leiteiras

    070621142235341Passa pela ordenha mecânica e equipamentos especiais, um melhor desempenho na produção e viabilidade econômica de uma fazenda de leite. O sistema funciona, basicamente, pela utilização de bombas de ar que produzem o efeito de vácuo. Isto quer dizer que o leite é retirado das vacas através de sucção à vácuo. Segundo orientações do Ruralban, se compararmos este sistema com o que ocorre naturalmente, quando os bezerros mamam em suas mães, perceberemos que os animais utilizam um processo de pressão e sucção. Já no sistema de ordenha mecânica, as máquinas trabalham somente com a sucção, proporcionada pelas bombas de vácuo. A técnica da ordenha mecânica permite um substancial aumento da produção e da produtividade em grandes fazendas leiteiras, aumento do padrão de qualidade do leite produzido e a redução de mão­de­obra.

  • Expectativa é atrair representantes dos cinco continentes

    Com o tema “Negócios que inspiram o amanhã”, a 16ª edição da Expodireto Cotrijal consolidase como palco dos grandes lançamentos do ano no setor agrícola e também confirma a sua posição como a feira mais internacionalizada do Bras Para 2015, a expectativa da organização da Área Internacional é atrair representantes dos cinco continentes nos cinco dias da feira, de 9 a 13 de março, em Não MeToque, incluindo importadores, traders, embaixadas, consulados, câmaras de comércio, jornalistas e formadores de opinião.

  • Expectativa é que IN 62 seja institucionalizada com o novo RIISPOA

    22/05/2015


    leiteeeNa primeira quarta-feira de maio, 06/05, foi lançado pelo governo o Plano Nacional de Defesa Agropecuária (PDA). Dentre as medidas, está a atualização do RIISPOA, pleito antigo do setor. Segundo Marcelo Martins, diretor executivo da Viva Lácteos, o processo de atualização do RIISPOA pelo governo é um avanço, destacando que a principal mudança foi “a alteração do sistema de inspeção nos estabelecimentos processadores de lácteos, ovos e mel, que deixa de ser permanente e passa a ser periódico”. Marcelo ainda comenta que, “para o setor, fica a expectativa de que o Regulamento avance ainda mais quando forem efetivadas as alterações nos artigos referentes a lácteos e ao registro de rótulos e produtos”.

    Segundo o diretor-executivo, o RIISPOA será atualizado em capítulos. Entretanto, espera-se que a Instrução Normativa 62 passe a ser definitivamente efetiva. “As propostas referentes a lácteos foram consensuadas na Câmara Setorial e entregues ao Ministério da Agricultura, que tem dado abertura para que o setor contribua. Dentre as demandas, está a institucionalização do Plano Nacional de Qualidade do Leite (PNQL), que prevê a criação de uma coordenação interministerial e a participação do setor privado e da comunidade científica”, diz.

    Marcelo explica que por meio do PNQL será possível atuar diretamente para atualização de normativas, como a IN 62. Também são incluídas nesse caso ações de educação sanitária, sanidade animal e infraestrutura de laboratórios.

    Ele acredita que assim haverá aumento do consumo interno de leite e, consequentemente, o produto se torna mais competitivo para o mercado externo; “teremos mecanismos mais efetivos de garantia da qualidade, integridade e segurança do leite”, finaliza.

    Plano de Melhoria da Competitividade

    No mês de maio, além do PDA, o governo anunciou o Projeto de Melhoria de Competitividade do Setor Lácteo Brasileiro (confira abordagens do projeto aqui), cuja relevância também foi ressaltada pela Viva Lácteos, principalmente levando em consideração a necessidade de ampliação dos mercados interno e externos em função do potencial de crescimento da produção brasileira.

    A entidade, que reúne empresas responsáveis por 70% do leite brasileiro, reiterou a importância de se trabalhar a competitividade do setor de lácteos do Brasil, que é atualmente o quarto maior produtor mundial de leite de vaca com mais de 35 bilhões de litros produzidos em 2014 e apresenta um dos crescimentos mais significativos na última década (média de 4% a.a.) entre os principais países produtores. (Milkpoint)

  • Expoagro Afubra 2015 começa hoje em Rio Pardo

    Lavouras demonstrativas, animais, agroindústrias, palestras técnicas, exposição de máquinas, equipamentos, produtos e serviços. Esses são alguns pontos que os visitantes da Expoagro Afubra 2015 poderão conferir, de hoje a 26 de março, no parque de exposições de 35 hectares do quilômetro 161 da BR-471, na localidade de Rincão Del Rey, em Rio Pardo. Conhecimento e troca de informações com os mais de 400 expositores é um dos objetivos da maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar, que recebeu, em 2014, 80 mil pessoas. Os portões estarão abertos das 8h às 18 horas, com entrada franca, nos três dias do evento. A solenidade de abertura ocorre às 9 horas, com a presença do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, deputados federais e estaduais, prefeitos e autoridades da região A intensa programação contará com os tradicionais setores das lavouras demonstrativas, pavilhões de animais – com destaque para as aves, principalmente as exóticas –, pavilhão das Agroindústrias, Espaço Cultural, Dia do Arroz, Fórum de Diversificação, palestras técnicas, expositores de máquinas e equipamentos e novidades que visam a diversificação da propriedade rural, a manutenção da família no campo e a preservação do meio ambiente. (Jornal do Comércio)

  • Expointer 2015 é divulgada durante evento da ABIEC em Paris

    26/05/2015

    A Comitiva Gaúcha que participa da 83ª Assembleia Mundial da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), formada pelos deputados estaduais Frederico Antunes, Sérgio Turra, Luiz Fernando Mainardi e Aloísio Classmann, esteve, ao lado da Ministra da Agricultura Katia Abreu, do Secretário da Agricultura e Pecuária do RS, Ernani Polo e dos senadores Ana Amélia e Lasier Martins divulgando a realização da Expointer 2015, durante reunião da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), na OIE, em Paris.

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    Na recepção da ABIEC aos participantes da Assembleia da OIE, a Ministra da Agricultura e Abastecimento Kátia Abreu reforçou o convite para que delegações de outros países e Estados brasileiros visitem a Expointer, maior feira a céu aberto da América Latina, de 29 de agosto a 6 de setembro, uma referencia do setor no Brasil e na América.

    Na quarta-feira (26) haverá o lançamento da Expointer 2015 para delegações que participam da Assembleia da OIE, na embaixada brasileira. Já na quinta-feira, o secretário da Agricultura e Pecuária, junto com o governador José Ivo Sartori, irão receber certificado da OIE, que reconhece o Rio Grande do Sul como Zona Livre da Peste Suína Clássica. Em todo o mundo, apenas 21 países receberão esse certificado, o que pode alavancar ainda mais os negócios envolvendo o setor de suínos no Rio Grande do Sul. (SEAPA)

  • Expointer: corrida contra o tempo

    expointerExpointer, por ser uma feira que expressa todo o potencial produtivo do Estado no setor primário, é significativa para nossa economia e um dos maiores eventos do gênero na América Latina. Por isso, sua realização e projeção é orgulho para todos os gaúchos. Nela são apresentadas as inovações na genética animal, bem como os mais modernos equipamentos disponíveis para melhorar a colheita da produção de grãos e qualificar procedimentos no campo. Também a agricultura familiar recebe uma atenção especial na exposição. Outra feira importante para a economia gaúcha é a Fenasul, realizada em maio. A Expointer teve sua primeira edição em 1901, em Porto Alegre. Posteriormente, foi transferida para Esteio. Ocorre entre o fim de agosto e o início de setembro. Ao final de 2014, um temporal destruiu cerca de 70% das instalações do Parque Assis Brasil. O governo anterior orçou os consertos em R$ 1 milhão, valor contestado pela nova administração. Nesta segunda, uma comitiva liderada pelo governador José Ivo Sartori esteve no local para uma vistoria. Uma das iniciativas foi a determinação para que engenheiros da Secretaria de Obras, Habitação e Saneamento elaborem laudo apontando os custos da recuperação. Agora, com a aproximação da Fenasul, daqui a quatro meses, inicia-se uma corrida contra o tempo para recolocar o cenário em ordem, com condições de abrigar ambos os eventos. Espera-se que o governo estadual, em parceria com os produtores, aja rapidamente para restabelecer a funcionalidade do local. (Correio do Povo) 

  • Expoleite-Fenasul promete bons negócios neste mês

    07/05/2015


    expointerFoi definida a programação da Feira Expoleite Fenasul, dias 27 a 31, no Parque Assis Brasil, em Esteio. Participarão exemplares das raças Holandês, Jersey, Girolando, Gir Leiteiro, Angus (bovinos de corte), Árabe e Mangalarga (equinos). Haverá a 13ª Feira do Terneiro, Terneiras e Vaquilhonas com a 4ª Feira de Ventres Selecionados. As inscrições dos animais para julgamento e provas serão recebidas até o dia 15. A novidade fica com o espaço Mundo do Leite, dentro do Pavilhão de Gado Leiteiro, voltado a proporcionar aos jovens estudantes contato com a realidade do segmento. Como a qualidade do leite está em discussão, serão importantes o 5º Simpósio Qualidade e Mercado, o 23º Seminário dos Secretários Municipais de Agricultura e o 3º Dia da Qualidade e Gerenciamento de Propriedades Leiteiras. Um trabalho está sendo feito junto às escolas da região para que levem seus alunos à feira. (Jornal do Comércio)

  • Fábricas de vacinas contra aftosa têm regras suspensas

    14/04/2015

    leiteee2Com as duas principais fábricas de vacinas contra febre aftosa paralisadas no país devido a "não conformidades" com as normas de biossegurança que definiu, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura decidiu suspender por um ano a vigência de algumas dessas regras, desagradando a empresas do segmento que têm unidades em operação.

    Conforme a Instrução Normativa (IN) nº 4 da SDA, publicada ontem no "Diário Oficial da União", ficam suspensos por doze meses, prorrogáveis por igual período, alguns artigos e incisos da Instrução Normativa nº 5, de março de 2012, legislação que atualizou os parâmetros de biossegurança de fábricas de vacina contra o vírus.

    Entre as medidas suspensas estão, por exemplo, a obrigatoriedade de que o tanque de efluentes esteja em uma área biocontida ou seja, com pressão atmosférica negativa para evitar o escape do vírus e a determinação de que o sistema de tratamento de ar seja em "duplo paralelo", evitando que um problema paralise a área. Também foram suspensas regras para o banho dos funcionários da área biocontida.

    Na prática, a nova IN deverá permitir a retomada da produção de vacinas da mineira Vallée, responsável por cerca de 50% da produção nacional de vacinas contra aftosa. Outra possível beneficiada é a Merial, cuja unidade de Paulínia (SP) está parada há um ano. Controlada pela farmacêutica francesa Sanofi, a Merial respondia por 20% das vacinas contra aftosa produzidas no país até ser suspensa pelo Ministério da Agricultura para que pudesse se readequar à normativa de 2012.

    Ricardo Pinto, diretor comercial da Vallée, elogiou a decisão do ministério, e afirmou ter sido pego de surpresa. "Acho que foi uma tentativa do ministério de deixar as empresas terem um tempo para fazer suas adaptações sem conspurcar a biossegurança e a manipulação do vírus", argumentou o executivo.

    Na semana passada, a Vallée recebeu uma inspeção de fiscais do ministério para verificar se haviam sido realizadas as adequações pedidas desde que a unidade de Montes Claros (MG) foi lacrada, no início de 2014. Segundo Pinto, a empresa adequou seu tanque de efluentes, um dos problemas apontados pelo ministério, e ele já considerava a medida suficiente para que a fábrica fosse liberada. Apesar disso, ele reconhece que só completará as adequações no segundo semestre, quando equipamentos encomendados na Alemanha deverão chegar ao país.

    Se a medida agradou a Vallée, do lado insatisfeito estão empresas que investiram dezenas de milhões para construir fábricas novas em consonância com as regras da IN nº 5, segundo fontes do segmento. Entre elas estão Innova (controlada por Hertape e Eurofarma) e a paulista Ourofino.

    Do ponto de vista comercial, a paralisação das fábricas de Vallée e Merial abriu uma janela de oportunidade para que as empresas concorrentes, que operam com capacidade ociosa, ganhassem participação de mercado sobretudo na segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra aftosa, programada para novembro. O momento era considerado oportuno, pois por muitos anos o "excesso" de capacidade instalada dificultou a amortização do investimento nas fábricas.

    Do ponto de vista sanitário, um executivo ouvido pelo Jornal Valor Econômico também questionou a suspensão das normas. Segundo ele, não se pode correr o risco de vazamento de vírus. Ele também defende que não havia qualquer risco de desabastecimento do mercado. (Valor Econômico)

  • FAO reelege Graziano como diretor-geral

    08/06/2015

    downloadO brasileiro José Graziano foi reeleito ontem diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), o principal órgão das instituições internacionais para o combate à fome no mundo. Um dos criadores do programa Fome Zero, adotado no início do primeiro mandato do ex-presidente Lula – mas logo abandonado para fortalecer o Bolsa Família -, Graziano era candidato único e teve 177 votos de um total de 182 delegados nacionais que votaram na 39ª assembleia-geral da instituição. Com isso o brasileiro, que assumiu a posição em 2011, graças às gestões diplomáticas de Brasília, permanecerá no cargo até 2019. Graziano agradeceu a confiança dos delegados e, em um breve discurso, disse que vai trabalhar para aprimorar a gestão da FAO e aperfeiçoar a luta contra a fome e a insegurança alimentar em todo o no mundo. (Correio do Povo)

  • Fazendas Líderes estão em SP

     
            No ano que passou, a produção das 100 maiores fazendas de leite do Brasil avançou 9,4%, para uma média diária de 15.151 litros ¬ em 2013, a média havia sido de 13.849 litros por dia, conforme o Levantamento Top 100 MilkPoint. A pesquisa, em sua 14ª edição, obteve informações dos 100 maiores produtores de leite do Brasil sobre o desempenho de 2014, comparando¬os com o ano anterior.

         De acordo com o levantamento, a produção média diária dos 100 maiores verificada em 2014 é mais de duas vezes a registrada em 2001, ano da primeira pesquisa, quando a produção média foi de 6.544 litros por dia. A diferença dá uma ideia do avanço da produtividade nos últimos anos.

          Além disso, a média de produção dos 100 maiores aumentou 20% entre 2012 e 2014. Esse crescimento foi estimulado pelos preços valorizados da matéria¬prima ao produtor nesse período, segundo os analistas da MilkPoint.

        "Como tais produtores possuem uma posição privilegiada no mercado, aliado a uma possível melhor estrutura gerencial e captação de recursos, faz com que possam crescer mais do que a média brasileira", dizem em relatório.

          Conforme a pesquisa, a Fazenda Colorado, de Lair Antônio de Souza ¬ que morreu em fevereiro deste ano ¬ e filhos foi, pela segunda vez, a maior produtora de leite do Brasil em 2014. A propriedade, localizada em Araras (SP), teve uma média diária de produção de 62.851 litros no ano passado, um incremento de 17,4% sobre 2013.

  • Feira recebeu 84 mil pessoas

    downloadA 15ª Expoagro Afubra, encerrada ontem, em Rio Pardo, recebeu 84 mil visitantes, público superior ao de 80 mil pessoas registrado no ano passado. O número de excursões também superou o do ano passado. O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Werner, afirma que o crescente interesse pelo evento é resultado do esforço da organização, patrocinadores e expositores. “Estamos felizes com o crescimento da feira e por atingirmos nosso objetivo maior que é oferecer novidades para o produtor incrementar sua propriedade e obter maior produtividade e rentabilidade”, comentou.

    O setor das agroindústrias, com 150 expositores de 72 municípios, teve movimentação financeira de R$ 547,4 mil. As vendas foram 10,9% superiores às do ano passado, de R$ 502 mil. O levantamento dos empréstimos concedidos pelos bancos será concluído pelos organizadores nos próximos dias. O coordenador-geral da Expoagro Afubra, o agrônomo Marco Antônio Dorneles, destacou a programação técnica. “As palestras e os momentos de discussão também contribuem muito com o enriquecimento da feira”, afirmou. (Correio do Povo)

  • Fonterra anuncia preço ao produtor de cerca de US$ 0,27/litro

    30/04/2015


    A Fonterra Co-operative Group Limited reduziu seu preço previsto a ser pago pelo leite para a safra 2014/2015 de NZ$ 4,70 (US$ 3,62) para NZ $4,50 (US$ 3,46) por quilo de sólidos do leite – o equivalente a US$ 0,27 por litro para US$ 0,26 por litro, uma redução de 4,3%. Quando combinado com a faixa estimada de dividendos anunciada anteriormente, de NZ$ 0,20 a 0,30 por ação, o valor do Pagamento Total passa para NZ$ 4,70 a NZ$ 4,80 por quilo de leite (US$ 3,62 a US$ 3,69 por quilo de sólidos ou US$ 0,27 a US$ 0,28 por litro) na atual safra.

    O presidente da Fonterra, John Wilson, disse que a redução foi reflexo da volatilidade contínua dos preços internacionais das commodities lácteas, causado pelo excesso de oferta no mercado.

    “Nós confiamos nos fundamentos a longo prazo da demanda internacional de leite e derivados, entretanto o mercado ainda não se adaptou e os preços no gDT (plataforma Global Dairy Trade) para produtos que influenciam a nossa previsão de pagamento caíram 23% desde fevereiro. Essa redução irá afetar o fluxo financeiro dos nossos produtores, que precisarão manter-se cuidadosos em seus gastos”.

    Gráfico 1. Histórico de preços do gDT

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    “Os produtores já estão com o orçamento apertado. Embora a redução não seja uma notícia agradável, é importante mantê-los atualizados devido às incertezas do mercado atual. Devido a redução da previsão de pagamento pelo leite, nós também estamos abaixando a faixa de pagamento mensal aos fazendeiros. Iremos manter nossos produtores atualizados conforme o decorrer da safra”, concluiu Wilson.

    O diretor executivo da Fonterra, Theo Spierings, disse que a falta de acordos geopolíticos em locais como Rússia, Oriente Médio e norte da África impactam a demanda global por lácteos. Segundo Spierings: “Eventos como o deslocamento de refugiados da Líbia para a Europa somados a fatores como a baixa nos preços do petróleo, afetam a demanda global por produtos lácteos”.

    A Fonterra também anunciou sua estimativa mais recente para a produção de leite da Nova Zelândia na estação atual: 1,607 milhões de quilos de sólidos. A quantidade é baseada nas recentes condições de produção, mas o valor final dependerá das condições até o final da safra.

    As informações são da Fonterra, traduzidas pela Equipe MilkPoint.

  • Frente parlamentar estuda proposta para setor leiteiro

    ELTONObjetivo do grupo é ampliar o debate sobre a crise enfrentada por produtores de leite e indústrias do segmento no Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul, destacou a crise enfrentada pelo setor leiteiro gaúcho como um dos assuntos a ser debatido nesta legislatura. Ao lançar a Frente Parlamentar em Defesa da Cadeia Produtiva do Leite, Weber propôs a composição de um grupo para avaliar a situação e sugerir alternativas. “Os preços pagos estão reduzindo, há excesso de leite em pó no Estado e indústrias decretaram falências. Fora isso, há produtores que não estão conseguindo entregar leite para os laticínios”, dimensionou.  

  • Fundesa amplia indenização a produtores de leite

    17/04/2015asd

    Os conselheiros do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal decidiram nesta semana, em assembleia ordinária, iniciar processos de indenização a produtores de leite que tiverem que realizar vazio sanitário nas propriedades por registro de tuberculose e brucelose. Atualmente, os pecuaristas recebem indenização apenas sobre o valor dos animais, conforme o previsto no regulamento do Fundesa.

    Com a resolução, passarão a receber também o pagamento do chamado “risco alimentar”, que em outras atividades é chamado de lucro cessante. O valor é um suporte para que o produtor possa fazer a limpeza e desinfecção do estabelecimento, a aquisição de novos animais e a retomada da atividade, garantindo uma renda mínima na propriedade no período em que não haverá produção.

    O valor resultará do cálculo de 25% sobre a média de produção, em litros, da propriedade dos últimos doze meses. “É um apoio ao produtor que deixará de ter a produção diária e uma forma de estimular o saneamento do rebanho leiteiro”, afirma o presidente do Fundo, Rogério Kerber. A indenização será fornecida por três meses no volume máximo de mil litros de litros/dia.

    A demanda foi apresentada pelo Conselho Técnico Operacional da Pecuária Leiteira e aprovado por unanimidade na assembleia do Fundo.

    Prestação de contas

    O Fundesa apresenta, a cada três meses, a prestação de contas e o relatório de atividades do Fundo. Nesta quarta, os conselheiros aprovaram os números do primeiro trimestre de 2015. O valor arrecadado em janeiro, fevereiro e março foi de R$ 2,75 milhões. A aplicação de recursos foi de R$ 778 mil, em indenização de produtores, apoio e treinamento ao serviço oficial em diversas atividades e custos operacionais. “Neste trimestre tivemos uma arrecadação um pouco maior em relação aos últimos, que ficaram em torno de 1,5 milhão”, afirma Kerber. O Fundo conta hoje com um saldo de R$ 48,7 milhões.

    O relatório na íntegra pode ser visualizado no site do Fundesa. (Milkpoint)

  • Fundesa recolhe R$ 11,09 milhões

    fundesa logo019 milhões em 2014, arrecadação recorde desde a criação do fundo em 2005. O valor é 25% maior em relação a 2013, quando totalizou R$ 8,92 milhões. Segundo presidente do Fundesa, Rogério Kerber, o incremento é decorrente do aumento da produção em geral, principalmente o abate de suínos, aves e produção de leite. Do total recolhido em 2014, R$ 7,15 milhões vieram de contribuições das cadeias produtivas, e R$ 3,9 milhões, de aplicações financeiras. Foram R$ 2,53 milhões em indenizações de produtores por eventos sanitários, investimento na reestruturação dos Postos Fixos de Divisa e ações de prevenção. O Fundesa fechou 2014 com saldo de R$ 46,8 milhões. (Correio do Povo)

  • Fundesa vai retomar debates sobre avanço sanitário

    O secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, recebeu no fim da tarde desta quarta-feira (21), presidente e conselheiros do Fundesa – Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal.

  • Gás gerado a partir do lixo vira energia no Rio Grande do Sul

    02/06/2015

    Na semana do ambiente, o Rio Grande do Sul ganha um projeto que alia redução da emissão de gases causadores de efeito estufa e geração de energia em momento de crise elétrica no país. A primeira térmica a partir de gás gerado em aterro sanitário no Estado terá obras simbolicamente entregues em cerimônia, nesta terça-feira, em Minas do Leão, a 90 quilômetros da Capital.


    Construída com investimento de R$ 30 milhões, a Biotérmica Energia terá capacidade para produzir até 15 megawatts (MW), suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 80 mil habitantes. O combustível que moverá a usina é o metano existente no biogás captado no aterro do município, que recebe diariamente 3,5 mil toneladas de lixo urbano de Porto Alegre e outras 130 cidades.


    O aterro é controlado pela Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos (CRVR), cujo capital pertence 70% ao grupo Solví e 30% à mineradora Copelmi. As duas empresas, na mesma proporção, também são donas da Biotérmica Energia. Em breve, outros municípios do Estado poderão ter iniciativas com o mesmo conceito.

    – Já temos duas licenças prévias da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para Santa Maria e São Leopoldo e futuramente também em Pelotas e Giruá – diz o diretor-presidente da CRVR, Mauro Renan Pereira Costa, lembrando que as usinas nos dois municípios serão menores, de 1,5 MW, e podem operar em 2016.


    O projeto de Minas do Leão se diferencia em outro aspecto. O aterro foi um dos primeiros no país a obter créditos de carbono com a queima do metano no sistema de chama conhecido como flare (tocha que fica constantemente acesa nas chaminés de petrolíferas), liberando CO2 – 23 vezes menos poluente que o metano. Segundo Costa, agora passou a ser a primeira térmica no mundo a também ganhar créditos de carbono originalmente com a queima de metano em flare.


    Apesar de as obras estarem prontas, a usina ainda precisa passar por um teste de emissões da Fepam para receber a licença de operação e, depois, a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para dar a partida na geração comercial, o que deve ocorrer em 15 dias, prevê Costa. Inicialmente, a produção será de 8,5 MW, sendo que 6,5 MW foram comercializados em leilão. O restante será vendido no mercado livre.


    O projeto
    Capacidade total: 15 MW, suficiente para abastecer uma de cidade de cerca de 80 mil habitantes
    Investimento: R$ 30 milhões
    Benefício: cerca de 170 mil toneladas de CO2 a menos lançadas no ambiente
    3,5 mil toneladas é a quantidade de lixo urbano já recebido diariamente no aterro de Minas do Leão.

  • gDT: Com forte reação, preços internacionais do leite em pó sobem 20%

    GDT SindilatO resultado do leilão GDT desta terça-feira (03/02) apresentou forte alta de 9,4% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$3.042/tonelada. O leite em pó integral teve o maior aumento entre os produtos comercializados, de 19,2%, sendo cotado a US$ 2.874/tonelada, o maior preço desde julho de 2014. O leite em pó desnatado também teve elevação em seus preços, de 6,7%, sendo cotado a US$ 2.598/tonelada.

Sindilat

Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados
do Estado do Rio Grande do Sul

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