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  • Cosulati vai testar equipamento para medidor de vazão e coleta automática de leite

    15011501O secretário executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, esteve nesta quarta-feira, 14, na unidade da Laticínios da Cooperativa Sul Rio Grandense de Laticínios (Cosulati), em Capão do Leão, acompanhado do diretor da Arsopi Brasil, Tiago Pinho, para iniciar os preparativos dos testes do equipamento para medidor de vazão e coleta automática de leite. “A implantação de sistemas de desaeração, medição informatizada e de coletores automáticos de amostras de leite colocados diretamente nos caminhões que transportam o produto a granel da propriedade rural às indústrias e cooperativas da cadeia láctea é um caminho natural para um setor que pretende exportar e, ao mesmo tempo, atender as especificações das instruções normativas 51 e 62 do Ministério da Agricultura e Pecuária”, afirma Palharini.  

  • Crise deve poupar segmento do leite longa vida no país

    valorA crise na economia brasileira ¬ que já vive um cenário de aumento do desemprego ¬ não deve afetar o consumo de leite longa vida (ou UHT) no país este ano, avalia Cesar Helou, novo presidente da Associação Brasileira de Leite Longa Vida (ABLV), que acaba de assumir o cargo.


    Por se tratar de um produto básico, que está praticamente todos os dias na mesa do brasileiros, e de baixo valor, seu consumo deve ser poupado. Diferentemente de outros itens lácteos mais caros. A expectativa da ABLV é que o crescimento da demanda seja semelhante à vista no ano passado, quando a produção de leite longa vida somou 6,6 bilhões de litros, um aumento de 3,4% sobre 2013. “Deve crescer algo parecido com isso ou perto disso”, projetou, em entrevista ao jornal Valor Econômico. A estimativa é de que esse mercado tenha movimentado cerca de R$ 15 bilhões no ano passado.


    De acordo com Helou, que é sócio do Laticínios Bela Vista, o consumo de leite longa vida deve continuar avançando em regiões como o Norte do país, onde os volumes ainda são baixos na comparação com outras áreas do Brasil, pois o produto mais demandado ainda é o leite em pó. Além disso, o consumo deve seguir crescendo nas camadas mais pobres, nas quais ainda há espaço para avançar.


    No ano que passou o leite UHT voltou a ganhar terreno sobre o produto pasteurizado, segundo o presidente da ABLV. O consumo desse tipo de produto caiu 9%, para 1,220 bilhão de litros no país. Já a demanda por leite em pó ficou praticamente estável, com 2,920 bilhões de litros.


    Cesar Helou afirmou, sem citar números, que as bebidas à base de soja ¬ uma opção para as pessoas com intolerância à lactose ¬ também têm perdido espaço para o leite longa vida. Isso porque aumentou a oferta de leite sem lactose no mercado brasileiro.


    Eleito por dois anos em substituição a Cláudio Teixeira, do laticínio Italac, o novo presidente da ABLV disse que sua preocupação é com 2016. “Se o país não conseguir uma virada [na economia] até fim do ano, as pessoas podem não ter dinheiro [para consumo de produtos básicos]”, afirmou. “Se o emprego e o crescimento não voltarem, até o consumo de alimentos será afetado”, acrescentou.


    Embora não esconda a preocupação, Helou disse estar “confiante” que o ministro da Fazenda Joaquim Levy conseguirá promover tal “virada”, com a consequente volta do crescimento do país e dos níveis de emprego.


    Mesmo com uma certa calmaria no consumo atualmente, a expectativa de Helou é de que os preços praticados pela indústria de leite longa vida subam no primeiro semestre. Isso porque não há grandes estoques nem no varejo nem na indústria e a oferta de leite cru é menor por conta da seca. “O preço da matéria¬prima já está subindo”. Ele considera, porém, que “o consumidor não deve sentir tanto porque a margem do varejo já está alta”. Assim, haveria menos terreno para valorização no varejo.


    O último levantamento da Scot Consultoria para os preços do leite ao produtor ¬ referente ao pagamento de março ¬ mostra alta de 1% na cotação, para um valor médio de R$ 0,894 por litro no país. Já o leite longa vida no atacado subiu entre a segunda quinzena de março e a primeira de abril, conforme a pesquisa da Scot, saindo de R$ 2,07 o litro para R$ 2,10. A média é apurada com base em dados dos mercados paulista, goiano e mineiro. No varejo, com dados de São Paulo e do interior paulista, o preço teve leve queda na mesma comparação, segundo a Scot, de R$ 2,76 para R$ 2,75 o litro, em média.


    Após a queda na oferta de leite para processamento no primeiro semestre, Helou estima que a disponibilidade deve crescer a partir de julho, principalmente com a perspectiva de uma safra “muito boa” no Sul e “chuvas normais” no fim do ano em Goiás e Minas Gerais, importantes bacias leiteiras do país.


    Isso significa pressão sobre as cotações. Mas se o câmbio estiver favorável, poderá estimular as exportações de lácteos, reduzindo a oferta interna, ponderou o presidente da ABLV.


    À frente de um setor com margens baixas e presidindo um entidade cujos 31 associados respondem por mais de 80% da produção brasileira de leite longa, Helou disse que sua gestão seguirá três vertentes. Uma delas é a implementação de um trabalho em relação à política de resíduos sólidos, com o objetivo de ampliar a reciclagem das embalagens longa vida.


    Além disso, a ABLV buscará melhorias nas estatísticas sobre o setor de lácteos, “para poder adotar políticas alinhadas com a realidade do setor”, segundo o dirigente. Outra vertente é tentar melhorar a imagem do segmento de longa vida. “A imagem do longa vida vem melhorando muito, mas pode melhorar mais, e o Ministério da Agricultura pode ajudar”, afirmou Helou. Em sua avaliação, o ministério poderia tomar medidas para incentivar o consumo de leite e também aprimorar os programas de capacitação de produtores. (Valor Econômico)

  • Curitiba vai sediar Conselho Brasileiro de Qualidade de Leite

    14/04/2015

    leiteee2O Conselho Brasileiro de Qualidade de Leite (Cbql) estará realizando o “VI Congresso Brasileiro de Qualidade do Leite”, no período de 23 a 25 de setembro, na cidade de Curitiba/PR, no Centro de Eventos Sistema Fiep. O evento discutirá temas relevantes à cadeia produtiva do leite, além de debater novas proposições buscando a melhoria da qualidade do leite, visualizando a situação atual e o futuro da atividade no Brasil. O Congresso contará com especialistas renomados em suas áreas de atuação, e será ponto de encontro de profissionais, criadores, estudantes de áreas afins, pesquisadores, empresários laticinistas e da indústria, de vários seguimentos envolvidos com a pecuária leiteira. (Sistema Ocepar)

  • Curso online promete aumento de até 700% na renda líquida do produtor

    15/04/2015

    O Curso SIPS Básico Online sobre Sistema Intensivo a Pasto com Suplementação está com inscrições abertas. O curso se inicia assim que é confirmada a inscrição. São 30 dias de vídeo-aulas ministradas pela Internet por Wagner Beskow, Ph.D., pesquisador/consultor e sócio-diretor da Transpondo, num total 42 horas. Beskow explica que o sistema intensivo a pasto com suplementação (SIPS) é fruto de 22 anos de pesquisa. “Até que chegássemos a uma metodologia que conseguisse equilibrar alta produtividade por vaca e por hectare, baixo custo por litro de leite produzido, alto resultado econômico líquido, bem estar animal e, sobretudo, satisfação de todos os envolvidos na produção, foram anos de erros e acertos”, revela. "Imagine partir do melhor conhecimento dos EUA e da Nova Zelândia e fazer algo nosso, para as nossas condições", explica o pesquisador.

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  • Dália Alimentos apresenta faturamento histórico

    Com um crescimento de 25% em relação ao ano de 2013, a Dália Alimentos apresentou, na última sexta-feira, dia 20, o balanço do exercício relativo a 2014. O encontro com os 148 delegados ocorreu no Auditório Itália do Centro Administrativo de Encantado, durante a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) e Assembleia Geral Extraordinária (AGE). Houve apreciação e aprovação das contas e do balanço, além de alterações no Estatuto Social que rege a cooperativa. As assembleias foram conduzidas pelo presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini, e pelo presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas. Também compuseram a mesa para condução dos trabalhos o vice-presidente, Pasqual Bertoldi; o auditor externo, Delano Colombo; e o conselheiro fiscal, Adriano Feronatto. O contador da empresa, Ivo Dirceu Villa, fez a explanação dos resultados. Com o maior faturamento em 67 anos de história, a Dália Alimentos atingiu a cifra de R$ 1.025.778.538,00 de receita operacional bruta. O número bilionário representa um crescimento na ordem de 25% em relação ao mesmo período de 2013. As sobras também registraram uma elevação na ordem dos 26%, totalizando R$ 57.198.120,00. Deste valor, R$ 16.773.116,00 serão distribuídos ao quadro social, sendo 50% na conta corrente e os outros 50% na conta capital. “É mais um ano em que a Dália deposita na conta de cada associado um valor bastante significativo, fruto de um trabalho transparente e de gestão que vai ao encontro da missão da cooperativa: que é promover o desenvolvimento econômico e social dos associados e funcionários”, considera Piccinini, informando que o valor aos associados estará disponível a partir da sexta-feira, dia 27. Os funcionários também serão contemplados com o ano exitoso da cooperativa, sendo a eles destinado o valor de R$ 2.760.083,00. “Cada funcionário receberá um 14º salário já no dia 7 de abril”, frisa Freitas, reiterando o compromisso e o reconhecimento que a empresa tem em relação aos seus quadros de associados e de funcionários. 
     
  • Desonerações superam déficit projetado no RS

    04/05/2015


    TABELA CORREIO DO POVOEstão concluídos na Secretaria da Fazenda os estudos sobre quais alterações na área fiscal podem ser feitas para que o governo reestruture as finanças. São três conjuntos de propostas, todos de incremento de receitas: diminuição das desonerações fiscais, aumento de ICMS e cobrança da dívida ativa. Entre eles, vem ganhando fôlego na Fazenda o que trata das desonerações, defendido também pelas entidades de servidores estaduais. A medida, contudo, sofre forte restrição de segmentos do empresariado, afetado pelas mudanças, e que sempre lembra o cenário de guerra fiscal existente no país.

    O governador José Ivo Sartori assumiu disposto a rever as desonerações, mas de imediato foi advertido sob a ameaça de fuga de empreendimentos que paira sobre a medida. Sartori e parte de sua equipe consideram, contudo, que há margem para mudança. Dos R$ 13,1 bilhões ao ano em desonerações de ICMS que o RS concede hoje a empresas, é sobre um montante de R$ 7 bilhões que a Fazenda se debruçou, identificando onde podem ser reduzidas.

    Os R$ 7 bilhões são a soma das desonerações por força infraconstitucional ou reguladas pelo Estado, como a não incidências de impostos, imunidades, isenções, reduções de base de cálculo, créditos presumidos, não estorno de créditos e estatuto de micro e pequenas empresas. Os outros R$ 5,8 bilhões são de desonerações por força constitucional (entre elas as decorrentes da Lei Kandir) e cuja mudança precisaria ser negociada com a União.

    Para a fatia sob poder do Estado, há pelo menos quatro alternativas. Uma é a análise por setores, com medições periódicas sobre a efetividade dos incentivos, seu retorno para o Estado e os contribuintes, vinculada à possibilidade de perda do benefício. A segunda é a instituição de mecanismo que obrigue a publicação de todos os incentivos concedidos, identificando beneficiados, valores e prazos. A terceira é a não renovação, a criação de barreiras de redução ou escalonamento a incentivos cujos prazos terminam e para setores com carga tributária negativa. A quarta alternativa é tema de debate na Fazenda: consiste em estabelecer em orçamento um valor limite para parte das finalidades das desonerações. (Correio do Povo)

  • Disputa entre produtores deve manter petróleo barato

    15/05/2015

    A batalha global de produtores de petróleo por fatia de mercado está só começando, num ambiente quase de saturação da oferta, diz a Agência Internacional de Energia (AIE) em seu relatório mensal. O preço do barril caiu quase 50% desde junho, pela combinação de menor demanda e alta da produção de óleo de xisto nos EUA.


    Para manter fatia de mercado, os membros da Opep, o cartel de produtores, resolveram manter a alta a produção, elevando a pressão sobre os produtores americanos, que têm custos mais elevados.


    Agora, a AIE diz que, após meses de corte de custos e baixa na extração, o aumento no suprimento de petróleo nos EUA parece estar diminuindo. Mas a agência diz ser prematuro considerar que os produtores da Opep ganharam a disputa pelo mercado. "Na verdade, a batalha está apenas começando."


    Primeiro, porque produtores de fora da Opep tiveram bom desempenho. A AIE elevou a projeção desses países em 200 mil barris diários. As petrolíferas russas lidaram "excepcionalmente bem" com a menor cotação do petróleo e as sanções internacionais, graças a um regime tributário que atenua o pagamento de imposto quando o preço cai e o rublo se desvaloriza.


    A AIE nota ainda que, apesar de seus problemas, a Petrobras é uma história de sucesso. A produção brasileira cresceu 17% no primeiro trimestre, em relação a 2014. A China também elevou a produção, assim como Vietnã e Malásia.


    Ao mesmo tempo, na Opep não há sinais de corte de produção em defesa do preço. A AIE alerta que o mercado global está quase em vias de saturação, por causa da manutenção da produção da Opep em níveis próximos de seu recorde. Para a AIE, a produção global supera a demanda em 2 milhões de b/d.


    Os países do Golfo aumentaram a produção e investem agressivamente em futura capacidade. Arábia Saudita, Kuait e Emirados Árabes Unidos tambem aumentaram a exploração. Iraque e Líbia, em pleno conflito interno, continuam a explorar. No Irã, a produção alcançou o maior volume desde julho de 2012, quando as sanções internacionais entraram em vigor contra o petróleo iraniano.


    Para a AIE, mesmo se uma demanda mais elevada que prevista contribuir para limitar essa situação, o crescimento do consumo mundial não será excepcional. E sinaliza que a quase saturação no caso do petróleo parece estar passando para a refinaria ¬ o que pode por sua vez anular rapidamente a recente alta no preço do barril.


    A AIE diz que o aperto na exploração de petróleo nos EUA deve ser examinado no contexto atual. Com a persistente turbulência políticas no Oriente Médio e no norte da Africa, os riscos sobre os preços não são pequenos no mercado de petróleo atualmente. Assim, diante do papel central que o petróleo dos EUA tem no aumento do fornecimento, uma desaceleração nesse suprimento teria forte impacto no equilíbrio do mercado. (Valor Econômico)

  • Dólar perde suporte de R$ 3 e tem maior queda em duas semanas

    08/05/2015

    dolar 385726O dólar acelerou as perdas ante o real e chegou a registrar a maior queda em quase duas semanas frente à moeda brasileira nesta sexta-feira, caindo abaixo de R$ 3 pela primeira vez no mês.

    A onda de vendas que tomou o mercado ainda é sustentada pelo tom mais inclinado ao aperto monetário do Banco Central (BC) sobre a política monetária, após a ata do Copom de ontem ter aberto caminho para uma extensão do ciclo de aumento de juros.

    Além disso, o real se aprecia também seguindo seus pares emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano, após dados sobre o mercado de trabalho americano afastarem preocupações sobre pressões inflacionárias, o que tira a urgência para o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) subir os juros americanos.

    Pouco depois das 13h, o dólar comercial caía 1,41%, a R$ 2,9834. Na mínima, a cotação ficou em R$ 2,9814, menor patamar desde 30 de abril, quando cedeu a R$ 2,9431. Ao registrar a mínima de hoje, a cotação recuou 1,46%, baixa mais forte desde 27 de abril, dia em que chegou a cair 1,78%.

    O dólar para junho se desvalorizava 1,48%, para R$ 3,004, depois de marcar R$ 3,0670. (Valor Econômico)

  • Em fevereiro, leite e outras 17 culturas recebem descontos do Pronaf

    Após a Casa Civil segurar sua nomeação por mais de um mês e ter alimentado incertezas de quem chefiaria a área de defesa sanitária no país, o fiscal agropecuário aposentado pelo Mato Grosso, Décio Coutinho, assumiu na última segunda¬feira a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, um dos maiores alvos de críticas na Pasta recentemente. Mesmo respondendo a processos judiciais por supostas irregularidades quando atuou no Indea, órgão de defesa mato¬grossense, ele foi assegurado no posto pela ministra Kátia Abreu. Sua missão é dar "credibilidade" à área e ampliar a participação do setor privado no dia a dia da secretaria, questionada por ingerências políticas e pelos seguidos contingenciamentos de verbas. As metas prioritárias, segundo ele, são: atualizar certificados sanitários de acordos internacionais e bilaterais que não são revisados há mais de cinco anos e contêm exigências antigas que não fazem mais sentido; reduzir prazos de registros de produto e habilitação de estabelecimentos; e viabilizar o Planejamento Nacional de Defesa Agropecuária, com foco na padronização de barreiras sanitárias em Estados de fronteira e ampliação de campanhas de erradicação de doenças animais e vegetais. Assessor técnico até o ano passado na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade presidida por Kátia Abreu entre 2008 e 2014, Coutinho substitui o administrador Rodrigo Figueiredo, que chegou à secretaria em 2013, indicado pelo hoje presidente da Câmara, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

  • Em maio, Escola do Leite com aulas na região de Progresso

    04/05/2015


    escola leite região anta gorda joao favini putingaOs produtores de leite da região de Progresso estão convidados a participar do Projeto Escola do Leite, da Dália Alimentos. As aulas terão início no dia 5 deste mês e se estenderão até fevereiro de 2016.

    No total serão dez módulos abordados: Gestão e Planejamento da Atividade Leiteira, Qualidade do Leite e Manejo de Ordenha, Controle de Mastites, Pastagens de Inverno e Verão, Melhoramento Genético, Produção de Pastagens Cultivadas, Criação de Terneiras e Novilhas, Conforto e Bem-Estar de Vacas Leiteiras, Manejo Nutricional do Rebanho e Reprodução de Vacas Leiteiras.


    Os municípios visitados pela estrutura da Escola do Leite serão Progresso, Boqueirão do Leão, Canudos do Vale, Sério, Marques de Souza, Barros Casal, Pouso Novo e Fontoura Xavier. As aulas da escola serão ministradas em propriedades de associados, sendo que cada participante deverá frequentar 100% dos encontros para receber o certificado ao final dos dez módulos.


    O projeto envolve uma Sprinter equipada com sistema de áudio e vídeo, que percorrerá diversas propriedades com uma sala de aula itinerante. O projeto consiste em aulas referentes a conteúdo da cadeia leiteira e substitui o modelo tradicional de assistência técnica, que demanda a visita do técnico em agropecuária em cada propriedade.


    O supervisor de gado leiteiro da Dália Alimentos, Fernando Oliveira de Araujo, justifica a escolha da região para receber o projeto, ressaltando que, nos últimos anos, houve um expressivo crescimento em números de associados e em produção de leite entregue. “Com isso detectamos uma dificuldade em oferecer uma assistência técnica de qualidade, já que muitos produtores recebiam apenas duas visitas por ano. Assim, a Escola do Leite irá intensificar os encontros entre os produtores da região e os técnicos da cooperativa, que agora terão a oportunidade de participar de dez encontros anuais que tratarão de temas específicos sobre produção de leite”, comenta.
    O calendário completo, com datas e locais das aulas, pode ser conferido no site: www.dalia.com.br

  • Embalagens

    A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa, está desenvolvendo embalagens comestíveis com o objetivo principal de diminuir a quantidade de lixo gerado. Estas embalagens deverão servir como primárias e as embalagens externas deverão ser mantidas. A embalagem será parte do alimento e estará sujeita às mesmas normas de segurança. A engenheira de alimentos e doutora em Tecnologia de Alimentos, Henriette Azeredo, concedeu à EcoAgência uma entrevista por email. Neste momento, ela atua como pesquisadora do programa da Embrapa “Labex Europa” no Institute of Food Research, Inglaterra. A seguir, Henriette vai abordar diversos aspectos das embalagens comestíveis, algumas usando recursos de nanotecnologia, que pode torná-las mecanicamente mais resistentes ou pode conferir propriedades ativas, como a capacidade de inativar microrganismos. (Embrapa)

  • Entrevista: Jair Mello, da CCGL, fala sobre programas de assistência técnica pela indústria

    07/05/2015

    jmJair da Silva Mello é Engenheiro Agrônomo, formado na Faculdade de Agronomia da Universidade de Passo Fundo/RS, com especialização em Produção Animal na mesma Universidade e no INTA Rafaela/Argentina. Tem MBA em Gestão Empresarial pela FGV e Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural.

    Sempre atuando no Agronegócio Cooperativo, ele desenvolveu diversas atividades e projetos, tanto na produção vegetal quanto na produção animal. Trabalhou na COTRIJUI até 2006, onde desempenhou desde a função de Extensionista e de Diretor de Produção Agropecuária.

    Atualmente é Gerente da CCGL – Cooperativa Central Gaúcha Ltda., em Cruz Alta/RS, onde é o responsável pelo suprimento de leite à fábrica, pela área de difusão de tecnologias e pela organização junto as Cooperativas das metas e estratégias dos processos de compra e precificação.

    Já tendo ministrado aulas em cursos de pós graduação e especialização, além de palestras em eventos de pecuária leiteira, Jair participará pela primeira vez do Interleite Sul, e entra para o portfólio de profissionais de sucesso que o MilkPoint reúne em seus eventos.

    O gerente de Suprimento de Leite da CCGL será um dos destaques do evento, que será realizado em Foz do Iguaçu, PR, entre 18 e 19 de junho próximo, abordando o tema “Diretrizes e resultados de um programa de assistência técnica implantado pela industria” na manhã do dia 19 de junho.

    Abaixo o MilkPoint entrevistou Jair para adiantar alguns pontos da palestra, confira:

    MilkPoint: Nas últimas 2 décadas, a maior parte dos serviços de assistência técnica das empresas de laticínios (incluindo cooperativas) foi reduzida. Agora, parece haver um movimento contrário? Você concorda? Por quê?

    Jair da Silva Mello: Concordo, porque somente uma assistência técnica de qualidade e eficaz é capaz de fazer o produtor crescer com renda e sustentabilidade. Quando as Cooperativas e empresas reduziram esse serviço, o produtor ficou a mercê do mercado, muito focado na relação comercial de compra e venda (preço) e a gestão ficou de lado.

    MP: Quais os pilares do trabalho da CCGL nesse quesito?

    JM: A CCGL está focada num trabalho que trás renda ao produtor, melhoria na qualidade de vida da família e sustentabilidade ambiental. Buscamos a melhoria contínua dos indicadores zootécnicos e econômicos, como: aumento na produtividade da vaca, produtividade da terra e da mão de obra, com redução no custo de produção e aumento de renda, via a utilização de tecnologias simples e que entregam resultado.

    MP: O que, em sua opinião, fideliza o produtor ao laticínio?

    JM: A relação clara de parceria e a confiança no negócio. Não é apenas preço, mas um trabalho com diferencial que agregue valor ao produtor.

    MP: O RS passou por situações difíceis nos últimos anos, em função de denúncias de fraudes e problemas com empresas. O que isso vem gerando de mudanças no setor?

    JM: Profissionalização da cadeia leiteira, com empresas sérias e produtores comprometidos, resultando em segurança e qualidade do leite produzido.

    MP: Quem for ao Interleite Sul, em 18-19 de junho, sairá com que informações de sua apresentação, em linhas gerais?

    JM: Poderá ver e ouvir sobre os resultados de um trabalho focado no produtor, na renda e na família, desenvolvido por Cooperativas. Resultados de produtores que irão permanecer e crescer na atividade, com profissionalismo, gestão e sucessão familiar.

  • Escassez de água já afeta planos de investimentos de laticínios em MG

    Agua1Em Minas Gerais, Estado que é o maior produtor de leite do país, a indústria de laticínios está mudando seus planos de investimentos por conta do risco de falta de água. Algumas das maiores empresas do setor dizem que a preocupação generalizada é com a redução do volume dos poços artesianos e da vazão dos rios de onde captam a água. Com o abastecimento incerto, por causa da estiagem que perdura, quem poderia investir para crescer pensa duas vezes. A Verde Campo, que usa água de poços artesianos, está tentando captar água em um córrego próximo à fábrica para utilização de geradores. Apesar de não ter relação com aumento de produção, os custos com o tratamento da água seriam altos. A empresa contratou um consultor para identificar formas novas de reduzir o consumo na fábrica e identificar outras fontes numa eventual falta de água. João Bosco Ferreira, presidente da Cemil, que faturou R$ 504 milhões em 2014, diz que este ano não fará investimentos por causa do risco de falta de energia, de água e também pela economia do país.

  • Espaço mundo do leite integra empresas ao evento

    Após reunião com representantes do Sindilat e Conseleite, na Farsul, leiteeeficou definida a adesão a Expoleite Fenasul. A participação será voltada a jovens estudantes que terão contato com o produto leite através do Espaço Mundo do Leite, dentro do Pavilhão de Gado Leiteiro. A Gadolando recebeu com bastante entusiasmo esta promoção que objetiva inclusive mostrar o trabalho de resgate da imagem do produto leite a um público importante como são as crianças, avalia Marcos Tang, presidente da Gadolando.


    A partir daí a Gadolando passou a desenvolver um árduo trabalho junto às secretárias de Educação para motivar a presença dos estudantes. Em um primeiro momento foram visitadas as secretárias de Educação de Canoas, São Leopoldo, Sapucaia, Novo Hamburgo, Esteio, Viamão, Porto Alegre e Nova Santa Rita. Somente Canoas conta com 46 escolas municipais o que projeta a dimensão de visitantes. Em todas as visitas realizadas, a receptividade do projeto de levar crianças para terem contato com a realidade do leite, foi muito boa.

     

  • Especialização

    MBA Producão de Leite PELO Brasil é o sexto produtor mundial de leite, com 1,3 milhões de produtores de leite e produção de 27,5 bilhões de litros/ano, movimentando R$ 64 bilhões/ano e empregando 4 milhões de pessoas. O Curso de MBA em Pecuária de Leite visa a qualificação e capacitação de profissionais graduados que atuem nas áreas de fomento, produção e reprodução de gado de leite, assistência a produtores, processamento industrial do leite e fiscalização, e técnicos inseridos no mercado ou que desejam atuar no segmento. O MBA em Qualidade Sanitária de Alimentos é voltado para profissionais que exerçam ou pretendam exercer atividades profissionais na área de produção, frigoríficos, abatedouros, manipulação, industrialização e inspeção sanitária de produtos e alimentos de origem animal, serviço público, vigilância sanitária de alimentos, segurança alimentar, junto aos órgãos públicos, empresas públicas ou privadas que atuam na produção, processamento e comércio de alimentos. Encontros: Serão a cada 32/38 dias, sexta-feira (tarde e noite) e sábado (manhã e tarde). (Didatus)

  • Estatal venezuelana compra empresa brasileira para fornecimento de leite UHT

    A rede de supermercado estatal da Venezuela, Mercal, assinou acordo com a empresa brasileira de lácteos e suco de frutas McGrif, de Santa Fé (PR), para industrialização e fornecimento de leite longa vida.

  • Estimativa de perdas

    08/06/2015

    logosindilatglowO presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado, Alexandre Guerra, vê perdas no setor caso seja aprovado o projeto do governo que reduz a concessão de benefícios fiscais. Segundo Guerra, mais de 60% da produção gaúcha é comercializada em outros estados, que concedem benefícios e incentivos fiscais superiores. O projeto do governo limita benefícios fiscais até o patamar de 70% do originalmente concedido para os exercícios de 2016, 2017 e 2018.

  • EUA: cresce demanda por leite orgânico

    Cerca de uma vez por semana, o telefone soa no mercado Dill Pickle Food Coop, em Logan Square, bairro "artístico" em Chicago, e a pergunta é quase sempre a mesma: "Tem leite?". Orgânico, para ser mais exato. "Há pessoas que ligam e dizem: 'Eu sei que o caminhão chega na terça¬-feira, você pode me separar três garrafas?'", diz Dana Bates-Norden, funcionária responsável pela compra de bens perecíveis. Desde o ano passado, o leite em garrafas de vidro produzido por fazendas orgânicas do Meio-¬Oeste dos Estados Unidos começou a esgotar-¬se apenas dois dias após chegar à loja. "Quando comecei há dois anos, sentia que acabaria perdendo uma boa parte do leite orgânico; agora, não consigo nem manter o estoque." Os americanos gastaram em torno de US$ 35 bilhões em alimentos orgânicos em 2014. Cerca de US$ 5,1 bilhões foram gastos em laticínios, mais que o dobro de dez anos antes, conforme dados do "Nutrition Business Journal" publicados no site do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Os produtores têm dificuldade para atender a demanda, uma vez que o leite ¬ cujo preço pode chegar a quase o dobro do comum ¬ vem sendo vendido por varejistas como o Walmart Stores Inc., e redes como o McDonald's Corp. Mesmo em Wisconsin, o Estado com mais estabelecimentos leiteiros orgânicos, algumas lojas exibem placas alertando para a falta do produto. No Fresh Madison Market, em Madison, capital do Estado, as vendas de leite orgânico dobraram nos últimos 12 meses, e a alta na demanda levou à falta do produto durante dez dias no início de janeiro, segundo o dono da loja, Jeff Maurer. "Temos clientes mais conscientes sobre os benefícios dos orgânicos", disse Jim Hyland, porta¬voz da Roundy's Supermarkets, de Milwaukee. Algumas das 149 lojas da rede, em Wisconsin e Illinois, sofreram falta do produto em 2014. O espaço destinado a laticínios orgânicos dobrou nos últimos cinco anos. Isto "não é algo que vai encolher", disse. Não são apenas os moderninhos que vêm aderindo aos orgânicos. Cerca de 45% dos americanos buscam produtos orgânicos, segundo pesquisa do Gallup de agosto. No Dill Pickle, em Chicago, os clientes são bem variados, incluindo solteiros jovens, famílias e consumidores mais velhos. As vendas de leite orgânico subiram 9,5% nos 11 primeiros meses de 2014, para 2,26 bilhões de libras-¬peso, segundo dados mais recentes do USDA. Em contraste, a demanda por leite convencional recuou 3,8%, para 43,49 bilhões de libras-¬peso no mesmo período. O preço de varejo do leite orgânico subiu 8,4% no ano encerrado em 6 de fevereiro, para US$ 3,89 por meio galão (1,893 litro), segundo o USDA. O preço do leite convencional subiu 14%, para US$ 1,92. O leite vendido como orgânico deve vir de vacas criadas sem hormônios ou antibióticos e os animais devem alimentar-¬se de pastagens orgânicas ou comer apenas ração orgânica ¬ milho ou outros grãos que não sejam transgênicos nem tratados com defensivos químicos. Tudo isso é regulamentado pelo governo. Ter a certificação de produção orgânica é um processo demorado e caro. Pelas atuais regras do USDA, o processo pode levar três anos, até que os agricultores convertam as pastagens e as plantações de grãos em orgânicas. No terceiro ano de transição, os animais tem de ser tratados apenas com alimentos orgânicos, o que pode elevar os custos em cerca de US$ 365 mil em uma fazenda com 500 vacas, segundo Andrew Dykstra, presidente da Chico, uma aliança de produtores de laticínios orgânicos na região oeste dos EUA, com sede na Califórnia. A Organic Valley, maior cooperativa de agricultores orgânicos nos EUA, paga parte do custo das fazendas leiteiras que queiram fazer a conversão. Para encorajar as conversões, a cooperativa aumentou a compensação neste ano para 75%, segundo o CEO George Siemon. Para Kathie Arnold, dona de 140 vacas leiteiras na Twin Oaks Dairy, em Truxton, Nova York, a alta nos preços lhe permite investir em novos equipamentos. Ela estima que sua produção vendida em janeiro rendeu cerca de 14% a mais do que um ano antes, maior alta anual desde que converteu sua produção para orgânica, em 1998. "Chegamos a um ponto em nossas instalações em que não podemos crescer sem expandir¬nos para outros terrenos". Os consumidores vêm aumentando as compras de leite orgânico porque o produto é visto como mais saudável, segundo Bob Goldin, vice¬-presidente executivo da firma de pesquisas Technomic Inc. . São as qualidades decorrentes da ausência de hormônios e antibióticos que atraem os consumidores, diz Goldin. "Não é necessariamente uma ligação lógica, mas é isso o que muitos consumidores definem como saudável. A definição do que é saudável vem mudando." (Valor Econômico)
  • EUA: estabilidade nas exportações de lácteos

    euaEm novembro, os exportadores dos Estados Unidos focaram no Hemisfério Ocidental, compensando a desaceleração nos envios à Ásia. As exportações para México aumentaram em 15% com relação ao ano anterior e os envios à América do Sul alcançaram US$ 30 milhões pela primeira vez, devido principalmente às vendas para Peru, Brasil e Colômbia. As vendas ao Caribe foram as maiores em 18 meses. Ao mesmo tempo, as exportações ao Sudeste da Ásia e à China foram as menores desde o início de 2013 e os envios à região do Oriente Médio e Norte da África (MENA) caíram em 66% com relação ao ano anterior. No total, os exportadores enviaram 147.879 toneladas de leite em pó, queijos, gordura, soro de leite e lactose em novembro, 7% a menos que no ano anterior, mas apenas 1% a menos que em outubro (em uma base média diária). As exportações totais tiveram o valor de US$ 500,5 milhões em novembro, 14% a menos que no ano anterior e cerca do mesmo valor que em outubro (média diária). Isso levou as vendas até esse mês nos Estados Unidos para US$ 6,63 bilhões, 9% a mais que em 2013. As exportações de leite em pó desnatado foram de 42.614 toneladas, 7% a menos que em novembro, mas uma melhora com relação às exportações em agosto e setembro.

  • EUA: programa de proteção de margem atrai mais da metade dos produtores de leite do país

    O secretário do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Tom Vilsack, anunciou que mais de 23.000 das operações de lácteos do país – mais da metade de todas as fazendas leiteiras – inscreveram-se no novo programa de segurança criado pela Farm Bill 2014, conhecido como Programa de Proteção da Margem, já mencionado pelo MilkPoint aqui. O programa voluntario oferece assistência financeira aos produtores participantes quando a margem – diferença entre o preço do leite e os custos dos alimentos animais – caem abaixo do nível de cobertura selecionado pelo produtor. “As inscrições excederam de longe nossas expectativas no primeiro ano”, disse ele. “Estamos satisfeitos que tantos produtores de leite estão aproveitando a proteção expandida. O USDA conduziu um grande trabalho de divulgação. Quando se compara a taxa inicial de inscrições para o Programa de Proteção das Margens com o programa de seguro agrícola que existe há um bom tempo, onde a participação vai de 30% a 80%, dependendo da colheita, fica claro que os esforços de divulgação fizeram a diferença”. Durante o período de três meses de inscrição, o USDA conduziu um programa de educação sólido e se esforçou para que a divulgação chegasse aos produtores de leite do país.

     

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