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  • China investe na produção de leite em pó no Ocidente

                 As companhias de lácteos chinesas estão cada vez mais olhando para o ocidente em busca de ofertas de leite em pó para suprir a crescente demanda doméstica, de acordo com o DairyCo (organização britânica do setor lácteo). 

                 A China é o maior importador mundial de leite em pó. De acordo com o DairyCo, apesar dos esforços para aumentar a produção domestica, a força da demanda por leite em pó dentro da China significa que a demanda de importação deverá permanecer significativa por um longo tempo ainda.

                  O DairyCo disse que em uma tentativa de garantir ofertas em um mercado global cada vez mais volátil, as companhias chinesas vêm investindo em companhias de lácteos na Oceania há vários anos.

              Entretanto, o DairyCo também disse que, com o crescimento na produção de leite na Nova Zelândia e na Austrália devendo desacelerar, os investidores chineses estão cada vez mais olhando para outros países.

                 Em Brittany, França, a companhia chinesa Synutra International está construindo uma planta de leite em pó que deverá ser capaz de produzir 100.000 toneladas de leite em pó por ano até o final desse ano.

               Em outros locais, o DairyCo disse que a segunda maior processadora de lácteos da China, Yili, está envolvida em uma parceria com a Dairy Farmers of America para construir uma planta em Kansas capaz de produzir 80.000 toneladas de leite em pó anualmente.

             Na União Europeia, a produção de leite em pó integral aumentou significativamente pelo segundo ano consecutivo (+5,5%), direcionada principalmente pelo maior uso doméstico, especialmente para processamento de chocolate (na União Europeia, cerca de 60% do leite em pó integral é usado para produzir chocolate).

                A Comissão Europeia disse que os menores preços levaram as exportações a aumentar em 4% com relação a 2013. As exportações à Argélia mais que dobraram e esse país se tornou o primeiro destino das exportações da UE, seguido pelo Omã.

                 A Comissão também disse que apesar de as importações chinesas de leite em pó integral terem desacelerado significativamente entre o começo e o fim do ano passado, as importações para o ano inteiro foram maiores do que em 2013 (+8%).  (Agriland)
  • China: crescimento das importações de lácteos mostra mudanças nas preferências

    Tradicionalmente um mercado consumidor de commodities lácteas, a China está desenvolvendo rapidamente um gosto por queijos, com os primeiros 10 meses do último ano mostrando um grande crescimento nas importações, interesse e consumo desse produto. Entre janeiro e outubro de 2014, a China importou 56.028 toneladas de queijos – não é uma quantidade muito grande pelos padrões mundiais, mas já quase 10.000 toneladas a mais do que o total do ano anterior. Além disso, esse crescimento deverá continuar à medida que cada vez mais chineses afluentes se voltam aos sabores consumidos no ocidente. O Baidu.com, a ferramenta mais popular de busca na internet na China, reportou um aumento de 605 nas buscas pela palavra “queijo” nos últimos três anos, enquanto pizza, batata assada com queijo e brócolis assado com queijo estão se tornando cada vez mais populares. Os principais beneficiários desse novo gosto adquirido pelos chineses por queijos até agora foram Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos, com os fabricantes de queijos da Europa ficando para trás, disse a analista de Guangzhou, CCM. A Nova Zelândia, com seu sistema de tarifas estabelecido, continua sendo a fonte preferida de queijos da China, com as importações da Nova Zelândia entre janeiro e outubro de 2014, totalizando 24.013 toneladas, 44% a mais que no mesmo período de 2013. Entretanto, a Austrália está aumentando rapidamente sua participação. Suas exportações totais de queijos à China aumentaram em 78% no ano, para 15.189 toneladas, e suas exportações deverão aumentar mais em 2015 novamente, graças ao acordo recentemente assinado de livre comércio entre Austrália e China. As importações de produtos dos Estados Unidos pela China também aumentaram, em 27% com relação ao ano anterior, para 10.084 toneladas; no entanto, os Estados Unidos agora ficaram decisivamente atrás de seus rivais da Oceania. A Nova Zelândia, uma dos maiores exportadores de lácteos do mundo, agora exporta mais de duas vezes queijos para a China do que os Estados Unidos, e a diferença entre Austrália e Estados Unidos aumentou de 593 toneladas em 2013 para 5.105 toneladas em 2014.

  • CNA pede publicação imediata do novo regulamento de inspeção sanitária Publicado

    prod origem animalA entidade defende que as mudanças nas normas de inspeção sanitária solicitadas por cada setor podem ser feitas depois por meio de instrução normativa. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pede a publicação imediata do novo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa). A minuta do decreto que altera as normas da inspeção sanitária de produtos de origem animal chegou até a Casa Civil no ano passado, mas retornou e foi encaminhada para os Ministérios da Pesca e do Desenvolvimento Agrário e para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com pedido de sugestões. Na semana passada, uma minuta foi encaminhada para entidades de diversos setores com prazo de dois dias para análise e envio de sugestões – o que gerou desconforto em segmentos como o mel e a pesca, que reclamam do pouco tempo.

  • Comissão de Agricultura

    O deputado Adolfo Brito (PP) deve ser o próximo presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa. “Está bem encaminhado”, informou o parlamentar, que já presidiu a comissão em outras três oportunidades. A decisão deve ser oficializada pelos deputados após o Carnaval. Os parlamentares progressistas trabalham para comandar o órgão nos dois primeiros anos desta legislatura. A ideia é que o estreante Sérgio Turra seja o presidente em 2016. (Correio do Povo)

  • Como o sistema de pagamento pelo leite funciona nos EUA?

    O especialista, John Geuss, explicou ao site Dairy Reporter como os preços dos componentes do leite são determinados nos Estados Unidos.

    A maioria dos produtores de leite dos Estados Unidos recebem apenas pelo valor dos componentes do seu leite. Com exceção de poucos mercados, onde a maioria do leite é usada para beber, a água não tem valor nenhum.

  • Confirmado o aumento nos preços dos lácteos

    Os produtores de leite recuperam o ânimo diante da quinta elevação consecutiva dos preços médios dos lácteos no globalDairyTrade, referência mundial do comércio. O reajuste médio foi 10,1%, um percentual similar ao evento anterior e inesperado um mês atrás. Dessa forma, o preço ficou em US$ 3.366/tonelada. Confirmou-se assim o quinto aumento consecutivo desde o meado de dezembro último, quando a tendência de queda que dominou todo 2014, desde 18 de fevereiro até 2 de dezembro, inclusive. O leite em pó integral aumentou 19,2% em relação a 3 de fevereiro passado, enquanto o preço médio conseguido nos negócios do principal lácteo que o Uruguai exporta foi de US$ 2.874/tonelada. O mais importante, no entanto, foi a recuperação do leite em pó integral, que foi cotado a US$ 3.272/tonelada, obtendo reajuste de 13,7%. Além disso, os preços futuros sofreram reajustes, crescendo 15,3% em julho e 18% em agosto, o que pode consolidar o caminho de recuperação do setor lácteo. O diretor da Conaprole, Alejandro Pérez Viazzi, afirmou ao Observador que o ânimo dos produtores melhorou dada essa recente recuperação dos preços internacionais dos produtos lácteos. Espera-se ainda, que esta melhora permaneçaou seja até mais forte, não tardando para que as exportações uruguaias sejam beneficiadas. (El Observador)

  • Conseleite - Mato Grosso do Sul - Maio

    25/05/2015


    A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 15 de maio de 2015, atendendo os dispositivos do seu Estatuto, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de abril de 2015 e a projeção dos valores de referência para leite a ser entregue no mês de maio de 2015. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão levando em conta o volume médio mensal de leite entregue pelo produtor.

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    (*) Os valores de referência da tabela são para a matéria-prima leite “posto propriedade”, o que significa que o frete não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso Funrural de 2,3% a ser descontado do produtor rural
    (**) O valor de referência para o “Leite Padrão” corresponde ao valor da matéria-prima com 3,00 a 3,5% de gordura, 2,90% a 3,30% de proteína, 200 a 400 mil c/ml de células somáticas e 150.001 a 300 mil UFC/ml de contagem bacteriana.
    As tabelas a seguir apresentam escalas de ágios e deságios, para a matéria-prima (leite) com qualidade aferida, considerando os seguintes parâmetros: teor de gordura (%), teor de proteína (%), contagem de célula somática – CCS (mil c/ml) e contagem bacteriana – CBT (mil ufc/ml).

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    Obs: Outros parâmetros são considerados pelo mercado para estabelecer o valor final do leite a ser pago ao produtor, tais como: 1 – Fidelidade do produtor ao laticínio; 2 – Distância da propriedade até o laticínio; 3 – Qualidade da estrada de acesso à propriedade rural; 4 – Temperatura da entrega do leite; 5 – Capacidade dos tanques de resfriamento de leite da propriedade; 6 – Tipos de ordenha; 7 – Adicionais de mercado devido à oferta e procura pelo leite na região; 8 – Sazonalidade da produção; 9 – Condições sanitárias do rebanho; 10 – Outros benefícios concedidos pelas indústrias. Estes parâmetros não estão contemplados nestas tabelas.
    Para considerarmos as tabelas acima, o leite deve seguir os seguintes aspectos:
    1 – Leite com acidez até 16ºD (na propriedade);
    2 – Estabilidade no Alizarol 80º G.L.
    3 – EST (extrato seco total) mínimo de 12,5%.

  • Conseleite - Paraná: projeção para maio

    20/05/2015

    A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 19 de Maio de 2015 na sede FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Abril de 2015 e a projeção dos valores de referência para o mês de Maio de 2015, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir de preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes.

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    Os valores de referência indicados nesta resolução correspondem à matéria-prima leite denominada “Leite CONSELEITE IN62”, que se refere ao leite analisado que contém 3% de gordura, 2,9% de proteína, 600 mil células somáticas/ml e 600 mil ufc/ml de contagem bacteriana.

    Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de abril de 2015 é de R$ 1,6917/litro.

    Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.sistemafaep.org.br/conseleite (Conseleite/Paraná)

  • Conseleite – Paraná

    17/04/2015

    A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 14 de Abril de 2015 na sede FAEP na cidade de Curitiba , atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Março de 2015 e a projeção dos valores de referência para o mês de Abril de 2015, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes. (Conseleite/PR)

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  • CONSELEITE – SANTA CATARINA: Maio

    26/05/2015

    A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 21 de maio de 2015 na cidade de Joaçaba, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os preços de referência para a matéria-prima leite, realizado no mês de abril de 2015 e a projeção dos preços de referência para o mês de maio de 2015. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão, bem como o maior e menor valor de referência, de acordo com os parâmetros de ágio e deságio em relação ao Leite Padrão, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina.

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    O leite padrão é aquele que contém entre 3,51 e 3,60% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de proteína, entre 8,61 e 8,70% de sólidos não gordurosos, entre 451 e 500 mil células somáticas/ml e 251 a 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana.


    O leite abaixo do padrão é aquele que contém 3,00 a 3,05% de gordura, entre 2,90 e 2,95% de proteína, entre 8,40 e 8,50% de sólidos não gordurosos, no máximo 600 mil células somáticas/ml e no máximo 600 mil ufc/ml de contagem bacteriana. O Conseleite Santa Catarina não precifica leites com qualidades inferiores ao leite abaixo do padrão. (Conseleite/SC)

  • CONSELEITE SC

    conseleite scA diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 22 de Janeiro de 2015 na cidade de Florianópolis, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os preços de referência da matéria-prima leite, realizado no mês de Dezembro de 2014 e a projeção dos preços de referência para o mês de Janeiro de 2015. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão, bem como o maior e menor valor de referência, de acordo com os parâmetros de ágio e deságio em relação ao Leite Padrão, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina. (Conseleite/SC)

  • CONSELEITE SC - Março

    conseleite sc marçA diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 19 de Março de 2015 na cidade de Joaçaba, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os preços de referência da matéria-prima leite, realizado no mês de Fevereiro de 2015 e a projeção dos preços de referência para o mês de Março de 2015. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão, bem como o maior e menor valor de referência, de acordo com os parâmetros de ágio e deságio em relação ao Leite Padrão, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina. (FAESC)

  • Conseleite vai elaborar tabela de qualidade para matéria-prima

    O Conseleite-RS, conselho composto pela indústria láctea e produtores de leite, criará uma tabela de qualidade para servir de referência a quem produz a matéria-prima do setor. Entidades como Sindilat, Farsul, Fetag, Fecoagro, Gadolando e Gado Jersey devem indicar, nos próximos dias, representantes que irão integrar a câmara técnica de qualidade do Conseleite, divisão que irá elaborar a tabela. As empresas lácteas, na sua maioria, já dispõem de tabelas próprias de qualidade, as quais determinam a remuneração do leite recebido, conforme seu grau de excelência. As tabelas já existentes servirão de base para a confecção da nova tabela, cuja utilização não será obrigatória, mas estará à disposição das empresas que ainda não usam esse instrumento. A Universidade de Passo Fundo, que já calcula o preço de referência do leite todos os meses, assessorará a câmara técnica na confecção da nova tabela, dando sequência ao processo de discussão desse assunto dentro do Conseleite.  O presidente do conselho, Jorge Rodrigues (diretor da Farsul), entende que a tabela, ao estabelecer parâmetros, impulsionará a qualidade do leite produzido no Estado. O presidente do Sindilat e vice-presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, diz que as empresas associadas ao SINDILAT/RS já pagam o leite pela qualidade e que o que se pretende é ter um tabela de referência, tomando como base as tabelas que as empresas usam. “ (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Conseleite-RS apresenta projeção para abril

    conseleite abrNa reunião do Conseleite-RS (Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Estado do Rio Grande do Sul), realizada nesta quarta-feira (22/04), na sede do Sindilat, em Porto Alegre, o estudo realizado pela Universidade de Passo Fundo (UPF) indicou que a projeção do preço de referência do leite padrão em abril é de R$ 0,8388, representando uma elevação de 0,84% em relação a março passado.


    Analisando os números, o presidente e o vice-presidente do Conseleite, Jorge Rodrigues (da Farsul) e Alexandre Guerra (do Sindilat), respectivamente, concluem que no momento está havendo um equilíbrio entre a oferta e a demanda.


    Em março, o preço de referência ficou em R$ 0,8318, contra a projeção que fora feita anteriormente, de R$ 0,8074, o que representou diferença de R$ 0,0244, ou 3,02%. Nos últimos três meses (fevereiro, março e abril) os preços de referência do leite padrão apresentaram elevação de 13,79%, levando em conta que o valor de abril é projetado.


    O Conseleite reúne representantes da indústria láctea e produtores para estabelecer mensalmente o preço de referência leite padrão pago ao produtor. Esse sistema de valoração do produto, baseado em estudo técnico da Universidade Federal de Passo Fundo (UPF), premia, com melhor remuneração, a qualidade e a produtividade oferecida pelos produtores, que recebem da indústria de 10% a 20% a mais do valor. O preço pago ao produtor está condicionado ao valor que a indústria obtém na negociação com o varejo para os seus produtos. Esse preço é regido pela lei de oferta e procura. (Com Efeito Comunicação Estratégica/Sindilat)

  • Conseleite-RS apresenta projeção para maio

    19/05/2015

    Na reunião do Conseleite-RS (Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Estado do Rio Grande do Sul), realizada nesta terça-feira (19/05), na sede da Farsul, em Porto Alegre, o estudo realizado pela Universidade de Passo Fundo (UPF) indicou que a projeção do preço de referência do leite padrão em maio é de R$ 0,8305, representando uma queda de 0,74% em relação a abril passado.
    Analisando os números, o presidente e o vice-presidente do Conseleite, Jorge Rodrigues (da Farsul) e Alexandre Guerra (do Sindilat), respectivamente, concluem que no momento está havendo uma manutenção dos preços e equilíbrio entre produção e mercado consumidor.

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    Em abril, o preço de referência ficou em R$ 0,8366, contra a projeção que fora feita anteriormente, de R$ 0,8388, o que representou diferença a menor de R$ 0,0021, ou – 0,25%. Nos últimos três meses (março, abril e maio) os preços de referência do leite padrão apresentaram uma diminuição de 0,16%, levando em conta que o valor de maio é projetado.

    O Conseleite reúne representantes da indústria láctea e produtores para estabelecer mensalmente o preço de referência leite padrão pago ao produtor. Esse sistema de valoração do produto, baseado em estudo técnico da Universidade Federal de Passo Fundo (UPF), premia, com melhor remuneração, a qualidade e a produtividade oferecida pelos produtores, que recebem da indústria de 10% a 20% a mais do valor. O preço pago ao produtor está condicionado ao valor que a indústria obtém na negociação com o varejo para os seus produtos. Esse preço é regido pela lei de oferta e procura. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Consumo de leite no país cresce 25% em um pouco mais de meia década

    crianças e leiteIndústria láctea tenta acompanhar a evolução de um mercado que se diversifica muito rapidamente Atualmente, o Brasil é um país que consome mais leite do que consegue produzir. Em pouco mais de meia década, o consumo no país cresceu 25%, passando de 142 litros/ano por habitante em 2008 para 178 litros/ano por ano em 2014. Para as empresas que querem aproveitar este mercado em crescimento, é importante acompanhar as mudanças de comportamento do consumidor, elaborando, a partir daí, suas estratégias e medidas para manutenção da competitividade.  O contexto favorável ao mercado lácteo envolve diversos fatores, apontados no relatório do Sistema de Inteligência Setorial do Sebrae - Consumidor de produtos lácteos - características e comportamento. Entre eles, o aumento populacional e de renda per capita, a grande demanda da classe C e a segmentação do setor - com produtos de melhor qualidade e mais diversificados, voltados para diferentes públicos, como idosos, crianças, esportistas e outros.  Esse documento apresenta algumas tendências de mercado e indica como planejar e traçar estratégias para aproveitar oportunidades e maximizar resultados. O mercado de lácteos possui diferentes nichos que precisam ser atendidos.

  • Contribuição sindical deve ser paga até o dia 31 de janeiro

    Esgota-se no dia 31 de janeiro o prazo para o recolhimento da contribuição sindical. As guias de recolhimento podem ser emitidas a partir do site do Sindilat (www.sindilat.com.br), iniciando-se o procedimento pelo ícone CONTRIBUIÇÃO SINDICAL, com as seguintes etapas: 
     
    1 – Digitar o CNPJ da Empresa;
    2 – Digitar o CNPJ do SINDILAT/RS (92.956.101/0001-59) ou o Código Sindical (88607);
    3 – Selecionar “Sind. Ind. Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul”; 
    4 – Informar o Capital Social da Empresa e do Estabelecimento;
    5 – Emissão de Guia e Impressão (o próprio sistema calcula o valor a ser pago). 
     
    A contribuição sindical é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e calculada proporcionalmente ao capital registrado, conforme tabela elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).  O Sindilat coloca-se à disposição para esclarecer eventuais dúvidas, pelos telefones (51) 3211 1111 e (51) 3028 1529. (ComEfeito Comunicação Estratégica)
  • Cooperativa gaúcha Piá inicia ofensiva para elevar vendas em São Paulo

    08/05/2015

    pia 200Depois de concluir, há pouco mais de um ano, investimentos de R$ 60 milhões na ampliação da capacidade de processamento de frutas e na duplicação da produção de lácteos fermentados (iogurtes líquidos e cremosos), a cooperativa Piá, de Nova Petrópolis (RS), iniciou uma ofensiva sobre o mercado paulista. A meta é elevar a participação do Estado de São Paulo para 10% das vendas no fim deste ano, ante os 3% atuais, disse o gerente de marketing Tiago Haugg.

    A estratégia é focada na região metropolitana de São Paulo, na região de Campinas e na Baixada Santista e o avanço nesses mercados vai contribuir para aumentar o faturamento total da Piá dos R$ 653 milhões de 2014 para R$ 750 milhões neste ano, afirmou o gerente. Até agora, cerca de 70% das vendas da cooperativa se concentram no Rio Grande do Sul e o restante se divide entre Santa Catarina, Paraná e a capital paulista.

    Conforme Haugg, em São Paulo os produtos da Piá podem ser encontrados no supermercado Zaffari, que tem sede no Rio Grande do Sul, e em lojas menores como a Casa Santa Luzia. Agora foram contratados representantes exclusivos no setor de produtos lácteos para alcançar tanto as grandes redes de supermercados quanto empórios, padarias e pequenos mercados de bairro, informou o executivo.

    O plano da cooperativa, que nesta semana participou pela primeira vez com um estande na feira anual da Associação Paulista de Supermercados (Apas), é colocar no mercado paulista praticamente todo o portfólio. A lista inclui leite UHT, leites especiais sem lactose, creme e doce de leite, leite condensado, iogurtes, bebidas lácteas, queijos, requeijões, doces e geleias de frutas.

    "Temos o domínio de toda a cadeia porque recebemos as frutas e o leite diretamente dos nossos associados", disse. Os produtos industrializados serão transportados com frota própria até São Paulo e repassados a distribuidores para entrega nos pontos de venda.

    Fundada em 1967, a Piá começou a processar leite em 1972 e tem 18 mil associados. Conforme Haugg, a cooperativa é líder no mercado de iogurtes na região Sul e tem uma participação de 38,5% na região metropolitana de Porto Alegre no segmento, de acordo com pesquisa de 2014 da Nielsen.

    A Piá tem capacidade para processar 600 mil litros de leite por dia e produzir 3 mil toneladas de fermentados por semana. No fim de 2013, a linha de industrialização de frutas foi ampliada de 12 mil para 60 mil toneladas por ano. (Valor Econômico)

  • Cooperativa Languiru certifica produtores associados

    15/05/2015

    languiru 200Considerando o trabalho constante em busca da eficiência produtiva e primando pela qualidade de seus produtos, a Cooperativa Languiru está desenvolvendo o programa Boas Práticas na Fazenda (BPF), iniciativa que orienta os produtores de leite associados a adotar procedimentos e controles que contribuem para aumentar a qualidade e a segurança do leite.

    Num primeiro momento, sete propriedades foram certificadas. Em reunião em abril com a direção da Languiru, coordenação do Setor de Leite do Departamento Técnico e da produção da Indústria de Laticínios, os associados receberam certificados e placas de identificação, com selo que atesta que a propriedade de leite é certificada pelo programa BPF da Languiru.

    “Este é um momento histórico, a Languiru é pioneira entre as cooperativas gaúchas nesta certificação das propriedades de seus associados produtores de leite. Num momento conturbado do mercado, a Languiru intensifica a busca pela profissionalização do setor e qualidade da matéria-prima”, avaliou o presidente Dirceu Bayer na reunião com os associados certificados.

    Para ele, ações como essa beneficiam toda a cadeia produtiva. Além de bonificar esses produtores associados, a medida atende exigências da legislação e expectativas do mercado consumidor. “Essas propriedades certificadas pelo BPF servirão de inspiração aos demais associados da Languiru, além de agregar valor à propriedade e ao plantel de animais produtivos”, acrescentou Bayer, elogiando os envolvidos no desenvolvimento do BPF.

  • Copom eleva Selic a 13,75% ao ano, patamar de dezembro de 2008

    05/06/2015

    financas empresariaisO Comitê de Política Monetária (Copom) elevou, nesta noite, a taxa básica de juros em meio ponto percentual para 13,75% ao ano. A decisão foi unânime, sem viés e veio alinhada com o esperado pelo mercado. Assim, a Selic volta ao patamar de dezembro de 2008. No comunicado apresentado após a decisão, o colegiado sugere que não encerrou o ciclo de aperto, pois mantém o texto adotado desde janeiro. “Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação”, o Copom decidiu elevar a Selic. As discussões no mercado e nos departamentos econômicos deve se centrar, agora, se tal manutenção de redação garante nova alta de meio ponto no encontro de julho, se haverá uma redução de ritmo, para 0,25 ponto, ou mesmo se o ciclo pode ser alongado até setembro. Um ajuste fino das expectativas poderá ser feito pela ata, que será apresentada na quinta-feira da próxima semana.

    O BC começou a subir a Selic em abril de 2013, quando estava na mínima histórica de 7,25%. O Copom subiu o juro até 11% em abril de 2014, fez uma pausa até o fim de outubro e retomou o aperto. O juro real, medido com o swap 360 descontada a inflação esperada para 12 meses, está na casa de 7,3% contra cerca de 2,4% em abril de 2013.

    Em apresentação feita na semana passada na Comissão Mista de Orçamento (CMO), do Congresso, o presidente Alexandre Tombini reforçou o recado de que o BC segue “vigilante” e que atua com “determinação e perseverança” para levar ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para a meta de 4,5% em dezembro 2016. Ele também repetiu que os avanços já verificados no combate à inflação ainda não se mostram suficientes.

    O aceno dado pelo BC é de que a política monetária permanecerá restritiva até que as expectativas convirjam para meta de 4,5%. O Focus mostra IPCA em 5,5% no fim do ano que vem. No último Relatório Trimestral de Inflação (RTI), de março, considerando o cenário de referência do BC, o IPCA fecha 2016 em 4,9%, considerando Selic de 12,75% e dólar a R$ 3,15. No fim do mês o BC atualizará essas projeções.

    Agora em 2015, Tombini deverá escrever uma carta ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, justificando o não cumprimento da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O Focus aponta IPCA de 8,39%, acima do teto de 6,5% permitido pelo regime de metas para a inflação. A última vez que o presidente do BC teve de apresentar justificativas à Fazenda foi em 2004, explicando a inflação de 9,3% vista em 2003. (Valor Econômico)

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