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  • AJUSTE NÃO AFETARÁ CUSTEIO AGRÍCOLA, DIZ MINISTRA

    A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, disse ontem, em audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não deixarão o setor agropecuário sem recursos, numa alusão ao ajuste fiscal anunciado pelo governo. Kátia admitiu que os programas de armazenagem e o Moderfrota podem ter alguma redução de recursos, mas, no caso de custeio, não haverá nenhuma limitação. Mais do que garantir a continuidade das verbas, a ministra assumiu um compromisso com o setor. “Estou trabalhando para aumentar os recursos”, disse. Kátia Abreu citou o peso do ajuste fiscal no Plano de Safra Agrícola e Pecuário 2015/2016. Segundo ela, nos últimos anos, faltaram recursos para a defesa agropecuária nos estados, mas isso será corrigido. Disse que pretende chegar a R$ 750 milhões para o seguro agrícola. Questionada sobre o pagamento de subsídios atrasados e que deveriam ter sido quitados até o ano passado, a ministra explicou que fechou um acordo com a presidente Dilma Rousseff para que os R$ 300 milhões que ficaram atrasados fossem pagos com recursos deste ano ainda no primeiro semestre. Na segunda metade do ano, um crédito suplementar será aberto para complementar a diferença que foi tirada. A ministra disse que os caminhoneiros são prioridade máxima para o governo, que também estará aberto para ouvir as demandas. Segundo ela, o governo quer evitar novas paralisações. Os caminhoneiros de vários estados promoveram, no iníco do mês, uma paralisação em protesto contra o preço do frete, entre outros custos. (Jornal do Comércio)
  • Aliança Láctea Sul propõe ações para exportar com qualidade

    DSC 2614A segunda reunião técnica da Aliança Láctea Sul Brasileira aconteceu nesta quinta-feira (23/04) no auditório da Farsul, em Porto Alegre, onde reuniu lideranças do setor do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O presidente da Comissão de Bovinocultura de Leite da Federação da Agricultura do Estado do Paraná e também coordenador da Aliança Láctea, Ronei Volpi, afirmou que é fundamental o envolvimento de forma equânime do setor público e o privado através de ações que acelerem o processo de qualificação e de produtividade do segmento lácteo. Desta forma, preparar o setor para ser cada vez mais competitivo no mercado global.


    Durante a manhã, cinco grupos temáticos criados na reunião anterior, em Florianópolis, reuniram-se para discutir a criação de programas de pagamento por qualidade, transferência de tecnologia, assistência técnica e qualificação, a sanidade e inspeção, a gestão industrial e de transporte e a política tributária e desenvolvimento de mercado.


    À tarde, com a presença dos secretários de Agricultura, Pecuária e Abastecimento dos três estados do Sul e a coordenação do presidente da Farsul, Carlos Sperotto, foram apresentadas propostas de ações definidas pelos grupos de trabalho. Estas ações envolvem os setores público e privado num esforço de desenvolver todos os elos da cadeia láctea no sul do país. Com a união dos três estados, o Sul pode se tornar ainda este ano a região de maior produção do País, superando pela primeira vez o Sudeste.


    José Augusto Horst, da Associação Paranaense dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa, fez um relato das propostas do Grupo da Qualidade, entre elas a revisão e atualização do Instrução Normativa 62 de 2011.


    O grupo salientou a importância do pagamento por qualidade da indústria para o produtor, com bonificação e penalização via preço.
    O grupo da Sanidade, representado por Inácio Kroetz, presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), propôs a busca de harmonização na identificação dos animais sob o programa Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) e atualizar o cadastro agropecuário. Além disso, ampliar a participação da União nas compensações financeiras com os animais doentes e ações complementares, como manter a apresentação da salvaguarda sanitária, exigência básica para obter as compensações.


    A organização de um workshop por Estado com resultados já na próxima reunião da Aliança Láctea, que acontecerá em 17 de julho, em Florianópolis, foi a proposta do grupo Qualidade e Sanidade, representado por Andreia Claudino, engenheira química, baseado nas necessidades detectadas pelos grupos.


    O grupo Desenvolvimento Industrial, representado pelo vice-presidente do Conseleite do Paraná, Wilson Thiesen, propõe uma política tributária harmônica entre os três estados do Sul, evitando a guerra fiscal. Ressalva que é necessário esperar o Senado definir as alíquotas interestaduais. “Até lá, devemos lutar contra a ação predatória, de outros estados que levam a matéria-prima dos estados do Sul e utilizar incentivos fiscais para produzir leite UHT”, afirmou Thiesen. O grupo entende também que é necessária uma maior participação das indústrias dos três estados nas reuniões da Aliança Láctea.


    Pelo Sindilat estiveram presentes Renato Kreimeier, Darlan Paharini, Jéferson Farias e Fernando Staggemeier. (Com Efeito Comunicação Estratégica/Sindilat)

  • Alimentação

    A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, descartou hoje (11) risco de desabastecimento ou inflação de alimentos por causa da falta d'água que afeta o país. Ela explicou que, além das perspectivas de chuvas para os próximos dias, as perdas de produção nos estados mais afetados pela estiagem serão compensadas pela produção em regiões irrigadas. “É um otimismo não exacerbado, é uma torcida bem realista, porque, de fato, foram anunciadas chuvas para todo o Brasil, especialmente no Sudeste. Ficamos otimista por períodos. Neste, estamos otimistas”, disse Kátia, após reunião ministerial para discutir os impactos da seca. “Não estamos vendo caos diante dos nossos olhos”, acrescentou a ministra, ao adiantar que os dados do levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) não trarão diferenças em relação às perspectivas apresentadas em janeiro. Os dados serão apresentados amanhã (12) pela Conab. Segundo Kátia Abreu, a produção de commodities (produtos primários com cotação internacional) não foi afetada, a de carne não depende de questões relacionadas à falta d'água neste momento, e a de leite também não sofrerá grandes impactos porque os produtores são preparados para a fase seca. Em relação ao tomate e à cebola, batata e laranja, que, segundo a ministra, têm grande reflexo sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ¬ que mede a inflação oficial ¬ a produção em áreas irrigadas deve compensar as perdas em São Paulo e no Paraná. “Estamos com a expectativa de que perímetros irrigados de Goiás e do Nordeste deverão produzir o suficiente para não termos problemas com estes produtos”, disse ela, lembrando que há 1,2 milhão de hectares irrigados por 17 mil pivôs centrais nestas culturas. De acordo com Kátia Abreu, as medições de umidade do solo feitas por satélite pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que os primeiros dados de fevereiro serão mais favoráveis para os produtores. “Nossa expectativa é positiva porque houve chuva em vários lugares do país onde não choveu no veranico de janeiro. Estamos otimistas porque a leitura desse próximo decêndio fará diferença e melhorará a umidade do solo percebida pelo satélite”, disse. As previsões do Instituto Nacional de Meteorologia mostram que os estados do Ceará, Paraíba e Pernambuco terão estiagem grave, e Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte também serão afetados, em menor grau. Desde o agravamento da estiagem, oito ministros se reúnem com frequência para discutir os impactos da estiagem. Além de Kátia Abreu, participaram da reunião desta quarta¬feira, no Palácio do Planalto, os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, da Integração Nacional, Gilberto Occhi, das Cidades, Gilberto Kassab, do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de Minas e Energia, Eduardo Braga, da Defesa, Jaques Wagner, e do Planejamento, Nelson Barbosa. (Agência Brasil)
  • Alimentos

    A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, descartou hoje (11) risco de desabastecimento ou inflação de alimentos por causa da falta d'água que afeta o país. Ela explicou que, além das perspectivas de chuvas para os próximos dias, as perdas de produção nos estados mais afetados pela estiagem serão compensadas pela produção em regiões irrigadas. “É um otimismo não exacerbado, é uma torcida bem realista, porque, de fato, foram anunciadas chuvas para todo o Brasil, especialmente no Sudeste. Ficamos otimista por períodos. Neste, estamos otimistas”, disse Kátia, após reunião ministerial para discutir os impactos da seca. “Não estamos vendo caos diante dos nossos olhos”, acrescentou a ministra, ao adiantar que os dados do levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) não trarão diferenças em relação às perspectivas apresentadas em janeiro. Os dados serão apresentados amanhã (12) pela Conab. Segundo Kátia Abreu, a produção de commodities (produtos primários com cotação internacional) não foi afetada, a de carne não depende de questões relacionadas à falta d'água neste momento, e a de leite também não sofrerá grandes impactos porque os produtores são preparados para a fase seca. Em relação ao tomate e à cebola, batata e laranja, que, segundo a ministra, têm grande reflexo sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ¬ que mede a inflação oficial ¬ a produção em áreas irrigadas deve compensar as perdas em São Paulo e no Paraná. “Estamos com a expectativa de que perímetros irrigados de Goiás e do Nordeste deverão produzir o suficiente para não termos problemas com estes produtos”, disse ela, lembrando que há 1,2 milhão de hectares irrigados por 17 mil pivôs centrais nestas culturas. De acordo com Kátia Abreu, as medições de umidade do solo feitas por satélite pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que os primeiros dados de fevereiro serão mais favoráveis para os produtores. “Nossa expectativa é positiva porque houve chuva em vários lugares do país onde não choveu no veranico de janeiro. Estamos otimistas porque a leitura desse próximo decêndio fará diferença e melhorará a umidade do solo percebida pelo satélite”, disse. As previsões do Instituto Nacional de Meteorologia mostram que os estados do Ceará, Paraíba e Pernambuco terão estiagem grave, e Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte também serão afetados, em menor grau. Desde o agravamento da estiagem, oito ministros se reúnem com frequência para discutir os impactos da estiagem. Além de Kátia Abreu, participaram da reunião desta quarta¬feira, no Palácio do Planalto, os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, da Integração Nacional, Gilberto Occhi, das Cidades, Gilberto Kassab, do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de Minas e Energia, Eduardo Braga, da Defesa, Jaques Wagner, e do Planejamento, Nelson Barbosa. (Agência Brasil)

  • Alta oferta deve manter intensa pressão sobre os preços do leite

    beneficios do leite para o organismoCom estimativas de aumento próximo a 10%, a produção brasileira de leite atingiu patamares recordes no primeiro e no segundo semestre de 2014. Apesar da estiagem prolongada, as margens positivas da primeira metade do ano incentivaram investimentos em produção, de acordo com relatório divulgado pelo Rabobank na quinta-feira (29/1). O banco holandês informa que a desaceleração da demanda ocorrida em parte em função do baixo crescimento econômico provocou o excesso de oferta no mercado interno. Como resultado, houve queda nas cotações ao longo de toda a cadeia. O preço pago ao produtor sofreu expressivos reajustes nos últimos dois meses de 2014 e encerrou o ano 11% com valores abaixo dos registrados ao final de 2013.

  • Avanço entre Mercosul e UE é frustrado e troca de ofertas fica sem data marcada

    A retomada de barganhas decisivas entre o Mercosul e a União Europeia (UE) para a conclusão do acordo de livre comércio deverá tomar mais tempo do que pensava a presidente Dilma Rousseff ao chegar ontem a Bruxelas. E isso na prática pode ajudar o governo de Cristina Kirchner na Argentina, em plena campanha eleitoral. A intenção de Dilma, revelada no avião quando viajava para Bruxelas, era propor aos europeus estabelecer a data de 18 de julho para a troca de ofertas de liberalização, mas não haverá tempo para isso. A fixação da data aceleraria as barganhas finais para um acordo que o governo brasileiro vê como prioridade para ser concluído ainda em 2015. Sem fixar uma data, o tema, polêmico, sai do radar na campanha eleitoral argentina. A UE precisará antes consultar seus 28 Estados membros para responder ao Mercosul. "Acho que não se fixará data agora, por causa das férias de julho e agosto na Europa", conformou¬se a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, particularmente engajada na busca de um acordo. O assessor internacional do Palácio do Planalto, Marco Aurelio Garcia, disse que todo mundo está consciente de que a retomada da negociação vai levar tempo, o que pode combinar com o fim da eleição presidencial na Argentina, em outubro. Ou seja, não seria problemático esperar o pleito argentino. Até lá Buenos Aires não vai mesmo se comprometer com abertura de mercado. Já o setor privado brasileiro não esconde a impaciência por continuar perdendo espaço no mercado comunitário. Cristina Kirchner sequer veio a Bruxelas, sabendo das discussões que Dilma queria ter com lideres europeus. As duas presidentes não conversaram por telefone, segundo alta fonte do governo. Dilma queria evitar falar com alguém que só pensa em adiar a negociação, disse a fonte diretamente envolvida nas decisões do lado brasileiro. O fato, porém, é que o governo Dilma deu sinais de recuo na ideia de "velocidade diferenciada" na negociação, pelo menos pelo momento. De um lado, Kátia Abreu chegou a dizer logo que chegou a Bruxelas que, se a presidente da Argentina não quisesse avançar na negociação birregional, "ficaria para trás". Duas horas depois, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, tratou de dizer que o Mercosul atuaria em conjunto: "Nunca consideramos a possibilidade de negociar sem a Argentina". Segundo o ministro, a ideia de acordo com "velocidades diferenciadas", pela qual o Brasil poderia acelerar a liberalização com os europeus e a Argentina ficar para mais tarde, partiu basicamente do Uruguai. O Paraguai, que assume a presidência rotativa do Mercosul no segundo semestre, também tem divergências. O presidente Horacio Cartes rejeitou acordo de liberalização em duas etapas, dias depois de seu ministro de Relações Exteriores, Eladio Loizaga, ter admitido essa possibilidade. A presidente Dilma insistiu que o Brasil está pronto para entregar a oferta de liberalização do Mercosul. Hoje haverá reunião ministerial entre os dois blocos. "Será um teste da real disposição dos dois blocos de avançar", na avaliação de uma fonte. Na verdade, fontes na UE insistem que precisam ter mais sinalização sobre o conteúdo da oferta do Mercosul antes de partir para troca de ofertas. A UE já tem acordos comerciais com 26 países da América Latina e do Caribe. Os EUA também têm número importante de acordos na região. O Brasil está ficando cada vez mais isolado, sem acordo. A ministra da Agricultura nota que as importações de alimentos pela UE alcançam € 180 bilhões, dos quais o Brasil só tem 11%. Ao lado das negociações com a UE, o Mercosul decidiu explorar a possibilidade de um acordo de livre comércio com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. Como não são membros da União Europeia, esses países estão agora especialmente empenhados em negociar preferências comerciais com o Mercosul, para não perder vantagem competitiva se houver, antes, um acordo entre a UE e o bloco sul¬americano. "Estamos muito encorajados com a perspectiva futura para novas exportações nesses mercados de alto poder aquisitivo", afirmou o embaixador Ronaldo Costa Filho, chefe da delegação e diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores. Sem surpresa, a EFTA, com forte influência da Suíça, manifesta especial interesse em ter mais acesso ao mercado de serviços financeiros no Mercosul, caso haja acordo. Também quer garantir que seus produtos farmacêuticos cheguem ao bloco em igualdade de condições com os laboratórios do bloco comunitário. O Mercosul se interessa, sobretudo, por acesso para seus produtos agrícolas, o que não é fácil, considerando que Suíça e Noruega estão entre as campeãs mundiais de protecionismo no setor. Nos últimos 15 anos houve muitas trocas de informações. Mas, nesta semana, foi a primeira vez em que os dois lados se reuniram, em Genebra, para tratar da possibilidade de acordo de livre comércio. O resultado foi considerado positivo, com nova reunião tendo sido marcada para o segundo semestre. O chamado "processo exploratório" não deverá ser longo. O fluxo comercial entre Mercosul e EFTA alcançou US$ 7,4 bilhões no ano passado. As maiores exportações do bloco europeu foram de farmacêuticos, produtos químicos, maquinaria, petróleo, carvão e pescados. O bloco do Cone Sul vendeu, principalmente, produtos agrícolas, alimentos industrializados, químicos e metais. (Valor Economico)

  • Balança comercial de lácteos: déficit de 2015 já é 78% superior ao total de 2014

    08/06/2015

    A balança comercial de produtos lácteos teve um déficit de cerca de 26 milhões de dólares em maio, 36% acima do déficit apresentado em abril, que havia sido de 19 milhões de dólares.

    As importações cresceram 5% em valor (US$ 39,5 milhões), enquanto as exportações, por outro lado, caíram 27,2% (US$13,5 milhões, US$5 milhões de dólares a menos que em abril).

    Tabela 1: Balança Comercial de Lácteos – maio de 2015
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    Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

    A queda nas exportações foi puxada pela diminuição do volume exportado de leite em pó integral, que caiu de cerca de 2.000 toneladas em abril (US$11,8 milhões) para pouco mais de 1.100 toneladas em maio (US$6,6 milhões).

    Os principais produtos importados foram o leite em pó integral (US$12,5 milhões, -22,3% no valor importado), leite em pó desnatado (US$ 11,5 milhões, +38,1%) e queijos (US$ 9,3 milhões, +24%).

    As importações de leite em pó, tanto integral quanto desnatado, tiveram origem majoritariamente do Uruguai (61,6%), seguido por Argentina (37,7%); os outros 0,7% foram importados dos EUA.

    Analisando as quantidades em equivalente-leite (a quantidade de leite utilizada para a fabricação de cada produto), a quantidade importada foi de 97,9 milhões de litros em maio, alta de 4,9% sobre abril. Já as exportações em equivalente-leite tiveram queda de 22,2%, totalizando 23,9 milhões de litros.

    De janeiro a maio deste ano, o déficit acumulado da balança comercial de lácteos em equivalente-leite é de cerca de 283 milhões de litros, esse volume é 78% maior do que o déficit total de 2014. Isso ocorre pois em 2014, o Brasil chegou a ser exportador líquido de lácteos entre fevereiro e março, enquanto em 2015, os volumes importados têm aumentado sucessivamente.

    Os gráficos 1 e 2 a seguir apresentam este cenário, mostrando a comparação entre o déficit total de 2014 x o acumulado de janeiro a maio de 2015 (gráfico 1) e o histórico do saldo da balança de lácteos 2014 x 2015.

    Gráfico 1: Déficit acumulado da balança comercial de lácteos em equivalente-leite (milhões litros)*

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    * 2014: Total; 2015: acumulado até maio
    Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

    Gráfico 2: Saldo mensal da balança comercial de lácteos em equivalente leite (milhões de litros/mês)

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    Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

    Apesar do forte crescimento, o déficit acumulado de 283 milhões de 2015 representa apenas 1,1% do total de leite captado pela indústria em 2014.

  • Balança comercial: Exportações despencam 34,5% em abril

    05/05/2015

    A balança comercial de produtos lácteos teve um déficit de cerca de 19 milhões de dólares em abril, mais que o dobro do déficit apresentado em março, que havia sido de 8,7 milhões de dólares.

    As importações cresceram de forma modesta, 1,5% (US$ 37,6 milhões), mas o principal fator que causou o aumento do déficit foi a queda das exportações, que diminuíram 34,5%, caindo de 28,3 milhões de dólares em março para 18,6 milhões de dólares em abril.

    Tabela 1: Balança Comercial de Lácteos – Abril de 2015

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    Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

    Os produtos que tiveram maior diminuição no valor exportado foram o leite em pó integral (-30%) e o leite condensado (-54%). Juntos, ambos produtos foram responsáveis por uma redução de US$ 9 milhões nas exportações de lácteos do Brasil.

    Os principais produtos importados foram o leite em pó integral (US$16,1 milhões, +4,9% no valor importado), leite em pó desnatado (US$ 8,4 milhões, -25,9%) e queijos (US$ 7,5 milhões, +25,5%).

    As importações de leite em pó, tanto integral quanto desnatado, tiveram origem majoritariamente do Uruguai (57,7%), seguido por Argentina (38,7%) e alguns volumes trazidos do Chile (3,6%).

    Analisando as quantidades em equivalente-leite (a quantidade de leite utilizada para a fabricação de cada produto), a quantidade importada foi de 93,3 milhões de litros em abril, queda de 1,1% sobre março. Já as exportações em equivalente-leite tiveram queda de 34,7%, totalizando 30,7 milhões de litros.

    Gráfico 1: 2015 x 2014 x 2013 - Importações em equivalente leite (milhões litros/mês)

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    Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

    Gráfico 2: 2015 x 2014 x 2013 - Exportações em equivalente leite (milhões litros/mês)

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    Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

  • Banco chinês ICBC e Caixa Econômica Federal devem criar fundo de US$ 50 bilhões

    15/05/2015

    images 1O Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) planeja iniciar um fundo de até US$ 50 bilhões, que será gerenciado pela Caixa Econômica Federal, para investir em projetos de infraestrutura no Brasil, de acordo com uma pessoa com conhecimento do assunto.


    Detalhes sobre o novo fundo serão anunciados na próxima semana, durante a visita do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, ao Brasil, afirmou a fonte. Uma porta-voz da Caixa não quis comentar o assunto e a assessoria de imprensa do ICBC não estava imediatamente disponível para comentar.


    O fundo será usado para financiar projetos principalmente nos setores de ferrovias, energia e agricultura. A China é o maior parceiro comercial do Brasil, especialmente em razão do forte apetite do país asiático por commodities brasileiras, como soja e minério de ferro.
    Com o fundo, o envolvimento da China na economia brasileira vai aumentar. No mês passado, o Banco de Desenvolvimento da China abriu uma linha de crédito de US$ 3,5 bilhões para a Petrobras. (Jornal do Comércio) 

  • Blog científico desmistifica nutrição e exercício físico

    15/05/2015

    Milk SplashA questão da saúde e seu atrelamento à nutrição e ao exercício físico tem pautado diversas publicações nos mais diferentes veículos midiáticos. O blog Ciência inForma, idealizado e mantido por professores e pós-graduandos da Escola de Educação Física e Esporte (Eefe) da USP, utiliza-se da importância que o assunto tem ganhado para abordá-lo do ponto de vista científico, mas com uma linguagem acessível.


    Criado há cerca de quatro meses, o blog surgiu da parceria entre os professores Bruno Gualano, Guilherme Artioli e Hamilton Roschel e as pesquisadoras Fabiana Benatti e Desire Coelho, ambas bacharéis e pós- graduadas pela Eefe, com a intenção de difundir a pesquisa e o conhecimento científico da Universidade para a população. Juntos, os autores publicam textos com assuntos em voga no cenário jornalístico, mas sempre com embasamento nos estudos realizados em suas áreas de atuação.


    O professor Gualano aponta que o principal objetivo do Ciência inForma é desmistificar assuntos relacionados à saúde, à nutrição e ao exercício físico, os quais ganham cada vez mais espaço em jornais, revistas e sites, através do conhecimento que possuem como profissionais da área. Além disso, o blog também tem a premissa de se desligar da linguagem técnica e rebuscada usada no meio acadêmico, explicando os tópicos das publicações com um vocabulário menos científico e promovendo a aproxima- ção com o público em geral. Diferenciando-se de outros veículos pela própria linha editorial que construiu, o blog acaba quebrando alguns mitos que a imprensa convencional divulga. Como exemplo, Gualano citou seu texto sobre o CrossFit, modelo de treinamento realizado em circuito mesclando exercícios extenuantes de força e resistência e que ganhou grande espaço em academias.


    Segundo ele, a prática é benéfica, mas não para qualquer pessoa: é preciso que haja uma avaliação da pessoa e de seu estilo de vida para recomendar o exercício correto. “O que a mídia faz é mostrar a modalidadecomo ideal para todo mundo, o que não é verdade. Não existe um exercício ideal para todos, mas sim ideal para determinado indivíduo”, completa.
    O maior desafio, de acordo com o docente, é a disponibilidade de tempo para a edição do conte- údo do blog. Os cinco integrantes são professores e pesquisadores, portanto dividem seutempo entre as três publicações semanais no Ciência inForma e sua vida acadêmica. (Agência USP/Jornal do Comércio)

  • Bovinocultura de leite ganha Frente Parlamentar

    03/09/2015

    Na data em que se comemora o Dia Mundial do Leite - 1º de junho - parlamentares, produtores e representantes do setor lácteo celebraram mais uma conquista: o lançamento da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor de Bovinocultura do Leite na Câmara dos Deputados.

    Criada com o objetivo de discutir, elaborar e propor a tramitação de propostas que incentivem a indústria láctea e a democratização do acesso regular e permanente de todos os brasileiros ao consumo de leite de qualidade, a Frente foi lançada durante o “Brasília FestLeite”, no Museu da República, em Brasília.

    Para Carlos Magno, assessor técnico da Superintendência Técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a criação da Frente veio em momento oportuno, uma vez que o setor tem sofrido achatamento nas margens tanto na produção primária quanto industrial. “Os estudos deste grupo de trabalho vai apontar os gargalos e indicar os melhores caminhos para melhorar a produtividade e a competitividade, auxiliar a área técnica e aumentar o consumo do produto”, justificou.

    O presidente da Frente, deputado Celso Maldaner (PMDB/SC), acrescentou que uma das grandes preocupações do setor se refere à busca de diretrizes para equilibrar o mercado interno, considerando que o consumo de leite no País não acompanhou o aumento da produção, que na última década foi de 4,5% ao ano. “O setor trabalha para estimular esse consumo e aumentar as exportações e rever o atual desiquilíbrio no mercado. O preço pago ao produtor caiu 15%, do ano passado para cá. Precisamos reverter esse quadro. A maneira mais eficaz de beneficiar o produtor é melhorar a competitividade da indústria”, disse.

    Outra ação que a Frente Parlamentar quer implementar é trabalhar no esclarecimento à sociedade sobre os benefícios nutricionais do leite, bem como a qualidade, enfatizando os rigorosos controles sanitários pelos quais passa o produto em todas as suas etapas de produção.

    As informações são da Assessoria de Comunicação CNA

  • Brasil é 'campeão' em mau comportamento na aula, indica pesquisa da OCDE

    Estudo associa a indisciplina à perda importante de tempo de instrução e oportunidade de aprender Fonte: Valor Econômico (SP) 05 de fevereiro de 2015 Os estudantes brasileiros são campeões de mau comportamento na sala de aula, conforme relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) ao qual o Valor teve acesso. Pesquisa internacional da OCDE sobre Ensino e aprendizagem (conhecida pela sigla Talis) associa a indisciplina à perda importante de tempo de instrução e oportunidade de aprender, "especialmente no Brasil". Entre os 34 países que participaram do Talis em 2008 e em 2013, são os Professores no Brasil que dizem gastar a maior proporção do tempo tentando manter ordem na classe: 18% em 2008 e 20% em 2013, comparado à média internacional de 13% nos dois períodos. Enquanto mais de 60% dos Professores do primeiro ciclo no Brasil apontam mais de 10% de estudantes com problemas de mau comportamento, o número é muito menor no Japão, onde apenas 13% dos Professores relatam o problema. Professores no Chile e México, os dois outros países da América Latina que participaram do Talis 2013, também sinalizam alto nível de problemas de comportamento em suas salas de aula. A indisciplina é generalizada. Como nota a entidade, podia-se esperar que os Professores da rede pública gastassem mais tempo tentando manter ordem na classe do que seus colegas nas Escolas privadas, já que normalmente as Escolas públicas concentram estudantes de famílias "socioeconomicamente desvantajadas". Mas essa diferença só foi observada no Brasil, e por uma pequena diferença, de apenas três pontos. Além das interrupções de aulas pelos estudantes, há outras fontes de perda de tempo para aprendizado, como tarefas administrativas (chamada de lista, informações da Escola, reuniões etc.), e nesse caso o Brasil também aparece como campeão. O Talis 2013 mostra que é de 33%, na média, o tempo de não instrução relatado pelos Professores no Brasil, ante 21% entre todos os países participantes. No Chile, é de 26% e no México, 24%. Uma carência de Professores e Escolas resulta em classes superlotadas, com impacto negativo no uso do tempo na sala de aula. No Brasil, Chile e México, a média é de 30 Alunos por classe, mas em algumas Escolas chega a 50 no Brasil e México e 60 estudantes no Chile. Somente no Brasil o tamanho da classe é associada a problemas de comportamento de estudantes. O absenteísmo de Professores também reduz o tempo de instrução e ocorre entre 18% e 21% do ciclo primário no Brasil, Chile e México, pelo menos uma vez por semana. A pesquisa mostra que estudantes brasileiros pareciam algumas vezes visivelmente entediados na classe ou completamente desestimulados. Já estudantes em Cuba pareciam engajados e raramente mostravam falta de interesse. Uma possível razão para esse resultado é falta de planificação das aulas, o que pode ser causada pela ausência de qualificação ou de tempo. Estudantes brasileiros gastam muito mais tempo copiando instruções do quadro-negro do que no Chile e Cuba. Professores usavam atividades já preparadas somente em algumas Escolas brasileiras, diz o relatório. Diante da falta de atratividade para ser Professor, ainda é comum se encontrar Professores na América que não completaram seus cursos, não receberam treinamentos para o que ensinam, ou não tem formação contínua. O número de anos de experiência de um Professor tem papel importante no Brasil, ChileMéxico. Aqueles com menos anos de Ensino têm mais estudantes que perturbam as aulas. (Valor Econômico)

  • Brasil promove produtos lácteos nos Emirados

    A forte estiagem que atinge o Estado do Rio de Janeiro e todo o Sudeste começa a afetar a produção dos hortifrutigranjeiros, de leite e do gado de corte fluminenses. A falta de chuva indica que em breve os preços dos produtos serão afetados e, consequentemente, haverá reflexo no bolso dos consumidores. Entre os itens que tiveram alta, segundo especialistas, está a carne, cujos preços subiram 3% nas últimas semanas. Feijão carioca, soja, milho, café, açúcar e tomate virão em seguida, confirmando o aumento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado na sexta. Considerado a prévia da inflação oficial, o indicador ganhou força de dezembro de 2014 para janeiro de 2015, passando de 0,79% para 0,89%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ficaram mais caras as carnes (3,24%) e a batata-inglesa (32,86%). Secretário estadual de Agricultura e Pecuária, Christino Áureo diz que já houve redução de 5% na produção de hortifruti e de 20% na de leite no estado. Estima-se que no último trimestre de 2014 ocorreu uma perda de duas mil cabeças de gado devido à seca. “Apesar de o rebanho fluminense ser da ordem de 2,2 milhões, a mortandade de animais é a sentinela da gravidade da seca e o impacto é silencioso e prolongado”, adverte. De acordo com o presidente da Federação de Agricultura do Estado do Rio (Faerj), Rodolfo Tavares, a preocupação com a falta de chuvas é grande. Ele diz que o mês de janeiro deve apresentar índices abaixo da metade das ocorrências dos últimos 30 anos.  “Isso é preocupante, pois o período de chuva vai até março, depois começa o período de seca. Se as chuvas não forem intensas em fevereiro e março, recuperando o lençol freático e os mananciais, certamente alguns alimentos deixarão de ser produzidos, refletindo no aumento do preço”, avalia. Pecuarista, o presidente da Faerj lembra que a escassez de pastagens faz aumentar o custo tanto da produção de carne quanto de leite, já que sobe o uso de insumos — como grãos — para alimentar o gado. “Além disso, a exportação também contribui para o aumento do preço da carne”, diz. Presidente da Associação dos Produtores e Usuários da Ceasa (Acegri), Waldir Lemos aponta o tomate como um dos possíveis frutos a subir de preço nos próximos dias. Segundo ele, nesse primeiro momento, o tempo quente ajudou as lavouras, adiantando a colheita da produção.  “Porém, se não chover nos próximos dias, as plantações futuras poderão ser afetadas, havendo falta de produto e alta de preço”, alerta Lemos. Ele diz que já ouviu produtores reclamando que em alguns municípios do interior as bombas d’água estão sendo desligadas pelas prefeituras. “Assim, há produtores irrigando suas lavouras a cada dois ou três dias, o que pode afetar a colheita ”, afirma Lemos. Economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), André Braz assegura que, no momento, a variação de preços está de acordo com a época do ano. “O verão é de extremos, tanto para a temperatura quanto para o volume hídrico, afetando as produções e o preço dos produtos. Por enquanto, a carne e a batata inglesa têm apresentado preços mais altos, assim como foi o tomate no ano passado”, diz. Para o especialista, a maior pressão deve ocorrer se realmente o produtor não conseguir mais obter água para irrigação. (Terra Viva)

  • Cadastro Ambiental Rural

    3ºanoA Emater busca recursos do governo federal para auxiliar os agricultores no preenchimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O presidente do órgão, Clair Kuhn, esteve no Ministério do Meio Ambiente ontem, em Brasília, tratando do tema. A iniciativa permitirá agilizar o cadastramento no Rio Grande do Sul. O Estado é o lanterna entre todas as unidades da federação, com apenas 912 processos finalizados. Isso correspondente 0,19% das 460 mil propriedades gaúchas. De acordo com Kuhn, a Emater conta com cerca de 200 extensionistas treinados, que poderiam orientar os demais para fazer o trabalho de campo. “Mas para isso há um custo, então a Emater tem de ter um aporte”, explicou. No entanto, ele não informou qual o seria o volume de recursos necessários para implementar a iniciativa. Conforme o presidente, o agricultor, muitas vezes, não está apto a trabalhar com a ferramenta, o que justifica o auxílio da extensão rural. A reivindicação foi recebida pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, e pelo secretário de Desenvolvimento Rural, Paulo Guilherme Cabral, que irão analisar o pedido. O prazo final para o preenchimento do CAR se encerra no dia 6 de maio, mas poderá ser prorrogado por mais um ano. (Correio do Povo)

  • Câmara aprova inspeção sanitária e testes de agrotóxicos em produtos importados

    15/05/2015

    Milk SplashA Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira (13), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que torna obrigatória a realização de testes em produtos agropecuários in natura ou semiprocessados importados, para analisar resíduos de princípios ativos de agrotóxicos.


    O projeto ainda exige inspeção sanitária para a comercialização, estocagem, processamento, industrialização e transporte desses produtos. A intenção é impedir a entrada, no território brasileiro, de enfermidades que têm atingido outras partes do mundo - como a gripe aviária e o "mal da vaca louca" - e de pragas recentemente chegadas ao Brasil - como a ferrugem asiática da soja.


    Quem desrespeitar a lei, além de responder civil e penalmente pela infração e ter o produto contaminado apreendido, estará sujeito a multa de até R$ 10 milhões e poderá ter a licença para comercializar a mercadoria suspensa ou cancelada.

    O relator, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), recomendou a aprovação do projeto e das emendas da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Elas excluem da inspeção os produtos que passaram por processamento industrial nos países de origem. O relator manteve o controle de resíduos e a inspeção sanitária apenas em produtos agropecuários, derivados e subprodutos, importados nas formas in natura ou semiprocessadas. C

    Clique aqui para acessar o  PL 6897/2006. (Agência Câmara de Notícias)

  • Campo Aberto

    A colunista de ZH, Gisele Loeblein, faz um comentário sobre agronegócio às sextas-feiras no programa Atualidade, que vai ao ar na Rádio Gaúcha a partir das 8h10. Hoje (23/01), ao introduzi-la no programa, o apresentador Daniel Scola comentou que em Capão do Cipó um produtor estava tendo de jogar leite fora. Gisele explicou que nesta época do ano há excesso de produção por conta da queda do consumo, que deve ser retomado em fevereiro. Gisele contou ter conversado com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, sobre o momento do setor. Ela acrescentou que outro problema enfrentado é a situação de produtores que não receberam remuneração por leite entregue. Gisele esclareceu que isso ocorreu porque algumas empresas viram-se diante de dificuldades financeiras por causa da operação Leite Compensado. Mas Gisele disse que entidades como IGL e Famurs estão empenhadas na busca de solução. A comentarista avaliou ser necessária uma solução devido à importância do leite na alimentação e na renda dos pequenos produtores. (ComEfeito Comunicação) 

  • Carnes e lácteos estão na mira das exportações

    Com foco na abertura de mercados internacionais, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem trabalhando para garantir o acesso de produtos do agronegócio brasileiro ao comércio externo. Dentre eles está o Paquistão, que aprovou, no último dia 19 de janeiro, a habilitação de estabelecimentos de carne de aves a exportarem para aquele país. O Paquistão não importa carne de aves de outro país, apesar de ser a principal proteína animal consumida pela população de mais de 180 milhões de pessoas. “A aprovação demonstra o reconhecimento do sistema de controle oficial brasileiro e possibilitará o acesso de vários estabelecimentos exportadores ao mercado paquistanês”, afirmou a secretária de Relações Internacionais do Mapa, Tatiana Palermo. A Rússia é outro país que está em constante comércio com o Brasil. No último dia 29 de janeiro, o Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária (Rosselkhoznadzor) autorizou novos estabelecimentos brasileiros a exportarem carne de aves e produtos lácteos para o mercado russo. No caso de carne de aves, oito estabelecimentos foram habilitados, totalizando 52 autorizados a exportarem para a Rússia. Já de produtos lácteos e derivados, três novos estabelecimentos foram autorizados. Com isso, o Brasil passa a contar com 10 laticínios que podem exportar ao país. “Após visita oficial à Rússia que ocorrerá ainda no primeiro semestre deste ano, a expectativa é que haja novas habilitações dos estabelecimentos brasileiros”, comentou Tatiana. Outra novidade é com relação à Venezuela. O Ministério da Agricultura e Terras do país informou que, como fruto da missão do Mapa, realizada em janeiro deste ano, haverá prorrogação, até 15 de maio 2015, da habilitação dos estabelecimentos para exportação de carne de aves, suínos e bovinos ao país. “Antes da missão, as habilitações dos estabelecimentos exportadores de carne bovina e de aves tinham o prazo de validade até o dia 31 de março de 2015. Já os estabelecimentos exportadores de carne suína estavam com a habilitação vencida desde 31 de dezembro de 2014″, afirmou a secretária de Relações Internacionais. Atualmente, ambos os países estão negociando o roteiro de missão venezuelana ao Brasil, prevista para início de abril deste ano, com intenção à renovação e habilitação de novos estabelecimentos exportadores de carnes. (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)

  • CEPEA: Preços seguem em alta em todos os estados da "média Brasil"

    03/06/2015

    O preço do leite recebido pelo produtor (sem frete e impostos) teve alta de 4,4% em maio, passando para R$ 0,9334/litro na “média Brasil”, que pondera o preço pelo volume captado nos estados de BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Esse valor, no entanto, é 8,9% menor que o de maio de 2014, em temos reais (valores deflacionados IPCA de abril/15). O preço bruto médio (com frete em impostos) foi de R$ 1,0142/litro, perda de 14,1% frente a maio/14.

    O aumento do preço médio nacional de abril para maio foi influenciado pela valorização no Sul do País, principalmente em Santa Catarina (7%), e em Goiás (5,6%). É comum os preços se manterem em alta ou pelo menos firmes neste período de entressafra e, levantamentos do Cepea junto a representantes de laticínios/cooperativas confirmam essa tendência também para os próximos meses.

    Gráfico 1 - Preços brutos pagos ao produtor - Deflacionados pelo IPCA

    cepea01
    Fonte: CEPEA

    Mais da metade dos compradores ouvidos pelo Cepea (59,5%), que representam 56,2% do volume do leite amostrado, acreditam ainda em alta nas cotações em junho. Outros 40,5%, que respondem por 43,2% do leite amostrado, já esperam estabilidade para este mês.

    Dentre os estados acompanhados pelo Cepea, o preço do leite subiu fortemente (7%) em Santa Catarina, indo para R$ 0,9239/litro. Além da menor produção no estado, a alta esteve atrelada à competição pela matéria-prima entre as empresas da região. Alguns produtores têm deixado a atividade, e laticínios se preocupam em oferecer valores que evitem a perda de novos fornecedores.

    O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) teve queda de 2,89% em abril, considerando-se os sete estados que compõem a “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP). A região Sul teve queda significativa na produção, de 4,87% no Rio Grande do Sul, 3,65% no Paraná e de 3,34% em Santa Catarina. Para os próximos meses, a captação deve começar a se recuperar no Sul do País, devido às forragens de inverno. Os demais estados também tiveram queda de produção leite em abril; a menor delas, de apenas 0,5%, ocorreu em Minas Gerais, principal estado produtor.

    No mercado atacadista de derivados do estado de São Paulo, os preços continuaram se recuperando, puxados pela diminuição da oferta e melhora da demanda comparativamente aos meses anteriores. A média do leite UHT foi de R$ 2,22/litro, 4,48% superior à de abril. No mesmo sentido, a muçarela, em maio, teve média de R$ 12,24/kg, superando em 4,08% a do mês anterior – as altas foram praticamente diárias

    As informações são do CEPEA/ESALQ adaptadas pela Equipe MilkPoint

  • Chile: recepção de leite fresco caiu 9,3% em fevereiro

    leiteee213/04/2015

    Instalações de recepção de leite reportando a Odepa fevereiro deste ano, a nível do país, fechou nos próximos entregas para 16,2 milhões de litros, 9,3% a menos do que no mesmo mês do ano passado. Com isso, os dois primeiros meses de 2015 apresentou uma queda em entregas de leite de 3,6% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo um volume total de 363,6 milhões de litros.

    Segundo slogan Odepa, assim ele começa a mostrar em números o início de um período difícil como resultado do déficit de precipitações em áreas lácteos mesmo marco não está resolvido e que certamente irá acompanhar o resto deste ano, provavelmente estendendo para a temporada de 2016.

    Como para a região de recepção para os dois primeiros meses, La Araucanía mostra o maior declínio, chegando a 11% nos dois primeiros meses. O follow Região dos Lagos, que cai de 5,9%, seguida da Região Rivers, com uma queda acumulada de 1,1%. As demais regiões mostrar volumes mais elevados de compra, com destaque para a Região Metropolitana, um aumento de 4,8%, seguida pela Bío Bío, subindo recibo em 3,4%.

    Odepa nota ainda que 2014 terminou com pouca chuva e déficit de água clara, o que era para ser um fenômeno temporário, com impactos limitados e reversíveis. Mas isso não aconteceu. De acordo com a Direção Meteorológica do Chile (DMC), o déficit de chuva chega a 80% da média, durante dois meses, nas duas últimas décadas, sendo o mês de fevereiro de 2015, o mais seco dos últimos 55 anos no sul.

  • China foi o país que mais importou alimentos do Brasil em 2014

    As importações chinesas somaram US$ 22,07 bilhões. Em seguida estão os Estados Unidos, Países Baixos, Rússia e Alemanha China, Estados Unidos, Países Baixos, Rússia e Alemanha foram os cinco países que mais importaram produtos agropecuários brasileiros, entre janeiro e dezembro de 2014, segundo dados do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (AgroStat). Juntos, os países somaram 42,32 bilhões, o que representa 43,7% do valor total importado. De acordo com o ranking gerado pelo sistema, a China ficou em primeiro lugar, com a soma de US$ 22,07 bilhões. O complexo soja foi o destaque, que atingiu a cifra de US$ 17,01 bilhões, sendo que US$ 16,62 bilhões foram de soja em grãos. O segundo setor brasileiro mais importado foram os produtos florestais, com o montante de US$ 1,89 bilhão. Nesse setor, o destaque foi a celulose, que somou US$ 1,71 bilhão. Em segundo colocado estão os Estados Unidos, com o montante de US$ 7 bilhões em importações do Brasil. Os produtos florestais ficaram em primeiro lugar nas importações do país, com US$ 2,15 bilhões, sendo que US$ 974 milhões foram de celulose. Em seguida, veio o café, com a soma de US$ 1,30 bilhão.

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Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados
do Estado do Rio Grande do Sul

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