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  • Qualidade e mercado do leite serão os temas da Expoleite/Fenasul

    12/05/2015

    discurso PoloO presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra participou, nesta terça-feira (12) no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, do evento "Leite com Café", para o lançamento oficial da Expoleite/Fenasul 2015, uma promoção da Associação os Criadores de Gado Holandês do RS e da Secretaria da Agricultura e Pecuária do RS. A 38ª Expoleite e 11ª Fenasul acontece de 27 a 31 de maio, no Parque Assis Brasil, em Esteio.

    Para Guerra, durante a feira os produtores de gado leiteiro poderão mostrar a qualidade do plantel gaúcho, que é fundamental no processo de produção de lácteos. O Sindilat/RS, estará com a vitrine do leite apresentando aos visitantes a segurança e qualidade do leite no processo da indústria.

    O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori reafirmou a importância de fortalecer o setor leiteiro, que hoje mobiliza mais de 120 mil famílias no Estado, e de ampliar mercados para a matéria-prima. A produção diária no RS é de aproximadamente 13 milhões de litros/dia e de 4,8 bilhões de litros/ano. O Estado é o segundo maior produtor, atrás de Minas Gerais. "A cadeia produtiva do leite movimenta a economia gaúcha. Gera emprego no campo e na cidade e orgulha o Rio Grande do Sul", disse Sartori.

    O governador afirmou “que basta de olhar para trás, devemos agora olhar para frente”. E completou: “O leite gaúcho tem a melhor qualidade do País e a união de toda a cadeia láctea poderá ser um exemplo para outros setores. Com um pacto entre todos os envolvidos isso é possível. A disposição do governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura e Pecuária, é de fortalecer o setor. ”

    O secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, ressaltou que o desafio é buscar novos mercados para a cadeia leiteira. Ele informou que o governo e entidades como Gadolando, Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Crioulo e Sindicato da Indústria de Máquinas e Equipamentos do RS (Simers) estão trabalhando em conjunto para recuperar o Parque Assis Brasil, que teve áreas danificadas após um temporal em dezembro de 2014.

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    O presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do RS- Gadolando, Marcos Tang, destacou que o Rio Grande do Sul produz mais leite do que consome. Por isso, a importância do tema “exportação” durante o Simpósio. Tang acrescentou que o caminho natural é a exportação pela qualidade do leite gaúcho, o mais fiscalizado do País. Ele sugeriu que a sanidade dos rebanhos precisa ter uma política contínua definida pelo governo.

    O presidente da Assembleia, Edson Brum, observou a presença de representantes de toda a cadeia leiteira no lançamento oficial da Expoleite/Fenasul. Também reafirmou a importância do tema “Exportação”, durante o Simpósio. “Hoje as barreiras não são mais alfandegárias, mas sanitárias. Para exportar temos que ter cada vez mais qualidade na produção leiteira e por isso a importância desta discussão na Expoleite”
    Neste ano, a novidade fica com o espaço Mundo do Leite, dentro do Pavilhão de Gado Leiteiro, voltado a proporcionar aos jovens estudantes contato com a realidade do segmento leite. O estante Mundo do Leite levará os visitantes a um passeio por toda a cadeia do setor, desde a propriedade rural até o consumidor final. Serão apresentadas todas as etapas pelas quais o produto passa, destacando os processos de boas práticas. A projeção será acompanhada por técnicos que irão interagir com o público infantil. Os visitantes, ao final, serão convidados a degustar produtos lácteos.
    Estão confirmadas as participações das raças Holandês, Jersey, Girolando, Gir Leiteiro (bovinos de leite), Angus (bovinos de corte), Árabe e Mangalarga (equinos). As questões técnicas estarão em pauta. Estão agendados o 5º Simpósio Qualidade e Mercado, o 23º Seminário dos Secretários Municipais de Agricultura, o 3º Dia da Qualidade e Gerenciamento de Propriedades Leiteiras. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Queijo sem lactose

    imagesDietas sem glúten – proteína presente em grãos como trigo e cevada – e sem lactose – o açúcar do leite – estão na moda. Mas, ficar sem consumir alimentos que contenham leite ou farinha de trigo pode ser complicado. Algumas pessoas não têm alternativa, por sofrer intolerância a uma dessas duas substâncias, e devem seguir uma alimentação restrita. No caso da sensibilidade à lactose, o consumo de leite e seus derivados deve ser evitado, inclusive o produto típico de Minas: o queijo.

  • Quem se importa com as exportações

    26/05/2015

    downloadA controversa Lei Kandir, em vigor desde 1996, dispõe sobre a isenção do ICMS aos produtos e serviços destinados à exportação. Na origem, pretendia estimular setores produtivos voltados à exportação, favorecendo saldos positivos na balança comercial. Na prática, porém, provocou um efeito perverso com perdas relevantes nas receitas estaduais, especialmente dos estados exportadores e se transformou em dor de cabeça para os governadores. Ao aderirem à política federal para ampliar as exportações e fomentar o desenvolvimento econômico, num mundo globalizado e competitivo, estados como o Rio Grande do Sul abriram mão de receitas de ICMS e esses recursos começaram a faltar para atender necessidades básicas da população, como saúde, segurança, educação e infraestrutura.


    Os Estados exportadores são duplamente penalizados. Primeiro, pela perda de arrecadação e, depois, pelas compensações nem sempre honradas na medida adequada pela União. As comunidades e a população que participaram do esforço em favor da produção de bens e serviços exportáveis ficaram sem os frutos desse empenho de ampliação de mercados. Além disso, a União tem atrasado a aplicação dos efeitos da renegociação da dívida, já aprovada no Senado, e continua sugando, mensalmente, 13% das já fragilizadas receitas públicas do Rio Grande do Sul. Para mitigar os efeitos da Lei Kandir sobre as finanças dos Estados exportadores, apresentei proposta de emenda constitucional (PEC 22/2014) com o apoio de mais 30 senadores, autorizando a troca de parte das dívidas de Estados e municípios com a União, com os créditos fiscais da desoneração de tributos sobre as exportações. É um “encontro de contas” decorrente de um crédito, não é um favor.

    O Rio Grande do Sul recebe, hoje, somente R$ 300 milhões/ano como ressarcimento da Lei Kandir e de outros fundos de compensação, ou apenas 10% do que teria direito. Pela regra original que regia tais compensações, o Estado seria credor de R$ 3,2 bilhões. O ingresso dessa receita garantiria abatimento expressivo na dívida gaúcha no longo prazo _ a parcela mensal da dívida é de R$ 280 milhões. A iniciativa, se prosperar, permitirá que o Rio Grande e outros Estados exportadores voltem a ter expectativas de novos investimentos, melhorias na prestação de serviços e crescimento econômico, com prioridade nas pessoas. Ou seja, não se trata apenas de uma operação financeira, mas uma proposta de dimensão social para reafirmar que quem se importa com as exportações, deve se importar também com o bem-estar da população. (Senadora Ana Amélia Lemos – para Zero Hora)

  • Rabobank vê maior consolidação do setor de lácteos no Brasil

    beneficios do leite para o organismoEm relatório, o banco destaca que a concentração do mercado do leite no país é baixa na comparação com outros países da América Latina Os recentes investimentos e transações das companhias de lácteos no Brasil sugerem uma maior consolidação do setor no futuro, avalia o Rabobank. Em relatório, o banco destaca que a concentração do mercado do leite no país é baixa na comparação com outros países da América Latina. Enquanto as dez maiores companhias brasileiras do setor detêm uma participação de 33% no mercado nacional, nos demais países da região esse porcentual supera os 60%. A diferença, segundo a instituição, faz do Brasil um mercado estratégico. “Negócios recentes no mercado brasileiro – incluindo a aquisição das operações de lácteos da BRF pela Lactalis, a reestruturação e venda de diversos ativos da LBR, bem como a aquisição de 50% da Itambé pela Vigor – sinalizam um aumento gradual na consolidação”, explica o analista André Padilla. Segundo ele, as pequenas e médias empresas do setor enfrentam dificuldades para aumentar suas margens e competir com grandes companhias, o que deve abrir espaço para que empresas como Lactalis, Nestlé, Vigor e Danone aumentem suas fatias de mercado. O banco, no entanto, destaca que o aumento de capital (não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina) demandará mais garantias do poder público.

  • Reino Unido: chegando menor valor visto em 7 anos, preços do leite caíram 25%

    reino unidoAs vacas da fazenda de Michael Oakes, em Cadbury, Reino Unido, eram ordenhadas três vezes ao dia. Essa rotina terminou semana passada. “Um funcionário avisou que sairia e eu não tenho condições de substituí-lo. Então, reduzimos as ordenhas para duas vezes por dia – às cinco horas da manhã e às cinco horas da tarde”, disse ele, que sempre trabalhou como produtor de leite. Ele tem uma fazenda com 180 animais da raça holandesa – mais de duas vezes a média do rebanho no Reino Unido, que é de 70 vacas, mas, apesar do tamanho da fazenda, Oakes avalia que deverá perder £160.000 (US$ 239,67) em receita nesse ano após a forte queda nos preços do leite. Assim como o petróleo, os preços mundiais do leite caíram em resposta a um desequilíbrio entre oferta e demanda. A produção global de leite está aumentando em 5% ao ano, enquanto a demanda está crescendo apenas 2%, de acordo com a unidade da Arla Foods do Reino Unido.

  • RS: grupo trata a questão da garantia de procedência do leite gaúcho

    14/04/2015

    leiteee2A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), que participa de grupo de trabalho que trata a questão da garantia de procedência do leite gaúcho, informou que o grupo trabalha para o "regramento" da cadeia. Conforme o presidente da Comissão do Leite da Federação, Jorge Rodrigues, não se trata de criar legislações ou mudar as que já estão em vigência, mas normatizar o processo produtivo. "A lei já existe, com punição para quem comete crime. Nós estamos aqui preocupados em fazer um regramento, onde possamos ser reconhecidos, não apenas no mercado interno, mas também nos mais exigentes, como um produto de qualidade.”

    Os trabalhos do grupo se iniciaram no Conselho Técnico Operacional para Pecuária de Leite do Fundesa no fim do ano passado e vêm evoluindo ao longo de 2015. O objetivo é encontrar soluções de segurança que garantam todo processo da cadeia produtiva até a chegada ao mercado consumidor. O leite do Rio Grande do Sul vem sendo marcado por sucessivas denúncias de fraudes, como adição de produtos estranhos ao leite, envolvendo principalmente a etapa de transporte da matéria-prima.

    Para isso, um dos pontos mais importantes debatidos é o transporte do produto. Para o regramento da atividade, estão sendo realizados estudos de viabilidade, inclusive de equipamentos, com a participação do Conselho Técnico do Fundesa, Conseleite e técnicos da Secretaria da Agricultura do Estado.

    Rodrigues explica que o trabalho é necessário para que as regras estipuladas sejam passíveis de execução e com plenas condições de fiscalização, além de atender à legislação e aos programas estadual e federal. “Não adianta estabelecermos regras e não termos como praticá-las e fiscalizá-las da forma correta. Na verdade nós estamos aqui tratando de aprimoramento”, completa.

    Para o dirigente, a garantia de que os procedimentos serão efetivamente cumpridos e controlados confirmará a qualidade do produto. “De nada vale criarmos um programa maravilhoso no desenho se depois, na execução, terminarmos não cumprindo o regulamento proposto. Aí não haverá reconhecimento dessa qualidade”, conclui. (Portal DBO e da Assessoria de Comunicação FARSUL)

  • RS: Primeira fábrica de lactose e whey protein concentrada do Brasil é inaugurada

    A Nutrifont, joint venture entre a brasileira BRF e a irlandesa Carbery, será a primeira empresa no Brasil a produzir whey protein concentrada (WPC 80) e lactose. Atualmente, esses ingredientes utilizados na produção de alimentos nutricionais são importados. A fábrica, localizada em Três de Maio, no Rio Grande do Sul, foi inaugurada nesta segunda-feira, 12 de janeiro. Com 6 mil metros quadrados de área construída, o empreendimento consumiu R$ 130 milhões de investimento. O complexo irá gerar 50 empregos diretos, além de indiretos nas áreas de transporte, distribuição, armazenamento, entre outros. “Com o rápido crescimento do consumo da proteína concentrada do soro do leite (whey protein concentrate, da sigla em inglês WPC), impulsionado pelo mercado de nutrição esportiva, percebemos a grande demanda por produtos com ingredientes de qualidade no Brasil”, afirma Thomas Collier, gerente comercial da Nutrifont. Com larga experiência na fabricação de produtos lácteos, a Carbery traz todo o seu know-how ao Brasil, com a introdução de processos e equipamentos de última geração.

  • RS: produtores participam de capacitação dentro da Chamada Pública do Leite

     10/04/2015

    leiteee2Um grupo de 20 agricultores dos municípios de Nova Bréscia e Coqueiro Baixo ¬ integrantes do Lote 19 da Chamada Pública do Leite ¬ participou nesta quarta¬feira (08), no auditório da prefeitura de Nova Bréscia, de uma capacitação com o tema pré¬parto e sua importância nos desempenhos produtivo e reprodutivo. Na ocasião, o assistente técnico regional em Sistema de Produção Animal da Emater/RS¬Ascar, veterinário Martin Schmachtenberg, ministrou palestra sobre o assunto.

    A atividade ¬ parte de um conjunto de ações que está sendo realizada desde o início do ano passado ¬ foi organizada pela Emater/RS¬Ascar, que executa a Chamada Pública do Leite em todo o Estado, por meio de convênio com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Na região estão sendo beneficiadas 500 famílias de 41 municípios, sendo 25 do Vale do Taquari, 14 do Vale do Caí e dois da Serra Gaúcha.

    "O objetivo é o de concentrar o trabalho em propriedades em que a produção seja menor do que 100 litros diários, com foco na sustentabilidade econômica, social e ambiental", ressalta Schmachtenberg. Temas relacionados à melhoria da qualidade do leite, ao manejo mais adequado dos animais, a redução dos custos de produção e de necessidade de insumos externos, a gestão da atividade leiteira, a organização dos produtores e ao melhoramento genético do rebanho, têm sido trabalhados desde o início de 2014, por meio de palestras, encontros, visitas e seminários. "Tudo para que as famílias beneficiadas possam ampliar sua produtividade e renda, promovendo também o aumento da qualidade de vida e a possível continuidade dos jovens no meio rural", analisa o veterinário.

     

  • Rússia: mais três laticínios brasileiros estão habilitados para exportação

    Com foco na abertura de mercados internacionais, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem trabalhando para garantir o acesso de produtos do agronegócio brasileiro ao comércio externo. Dentre eles está o Paquistão, que aprovou, no último dia 19 de janeiro, a habilitação de estabelecimentos de carne de aves a exportarem para aquele país. “A aprovação demonstra o reconhecimento do sistema de controle oficial brasileiro e possibilitará o acesso de vários estabelecimentos exportadores ao mercado paquistanês”, afirmou a secretária de Relações Internacionais do Mapa, Tatiana Palermo. A Rússia é outro país que está em constante comércio com o Brasil. No último dia 29 de janeiro, o Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária (Rosselkhoznadzor) autorizou novos estabelecimentos brasileiros a exportarem carne de aves e produtos lácteos para o mercado russo. No caso de carne de aves, oito estabelecimentos foram habilitados, totalizando 52 autorizados a exportarem para a Rússia. Já de produtos lácteos e derivados, três novos estabelecimentos foram autorizados. Com isso, o Brasil passa a contar com 10 laticínios que podem exportar ao país. “Após visita oficial à Rússia que ocorrerá ainda no primeiro semestre deste ano, a expectativa é que haja novas habilitações dos estabelecimentos brasileiros”, comentou Tatiana. Outra novidade é com relação à Venezuela. O Ministério da Agricultura e Terras do país informou que, como fruto da missão do Mapa, realizada em janeiro deste ano, haverá prorrogação, até 15 de maio 2015, da habilitação dos estabelecimentos para exportação de carne de aves, suínos e bovinos ao país. “Antes da missão, as habilitações dos estabelecimentos exportadores de carne bovina e de aves tinham o prazo de validade até o dia 31 de março de 2015. Já os estabelecimentos exportadores de carne suína estavam com a habilitação vencida desde 31 de dezembro de 2014”, afirmou a secretária de Relações Internacionais. Atualmente, ambos os países estão negociando o roteiro de missão venezuelana ao Brasil, prevista para início de abril deste ano, com intenção à renovação e habilitação de novos estabelecimentos exportadores de carnes. (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento)

  • Sebrae lança Planeja Leite na Agrishow 2015

    29/04/2015

    leiteee2Ferramenta de planejamento vai ajudar pequenos produtores a melhorarem a gestão da produção de leite Ribeirão Preto/SP Mais uma vez o Sebrae estará presente na Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola, que será realizada em Ribeirão Preto/SP, este ano entre 27 de abril a 01 de maio. Desta vez, a instituição vai lançar o Planeja Leite, uma ferramenta de gestão da produção leiteira que será oferecida a pequenos produtores rurais.


    Composto por um painel visual, por uma oficina presencial de quatro horas e uma consultoria de duas horas, o Planeja Leite vai ajudar os produtores a se planejarem e fazerem a gestão da produção leiteira. O lançamento oficial da ferramenta será na quarta-feira, 29 de maio, 14h, no estande do Sebrae¬ com a participação do presidente da instituição, Paulo Skaf.


    O painel visual aborda nove temas: expectativa do produtor com relação ao faturamento, composição do rebanho, questões referentes à área de pastagem do gado e da recria no verão e no inverno, além de relacionar as áreas necessárias para pastagem e as de lavoura para alimentação dos animais; quais os resultados a serem alcançados, as lições aprendidas e próximos passos. É um quadro completo e didático que o produtor preenche com papéis adesivos.


    A oficina presencial explica como funciona o quadro e como deverá ser preenchido. Aborda essencialmente a importância do planejamento contínuo e que esteja de acordo com as expectativas do produtor. Permitirá a análise dos resultados, das necessidades e ajustes que devem ser realizados para a manutenção e crescimento da produção leiteira. Já a consultoria, deverá ser realizada após a oficina.


    Com o quadro preenchido, ele será reajustado com a ajuda de um consultor para que esteja de acordo com a capacidade produtiva de cada propriedade. “No Produza Leite são tratados também itens zootécnicos a partir de uma meta financeira estimada, porém factível para se alcançar, com auxílio de outras ferramentas do portfólio, além de dar margem para avaliar o impacto das novas tecnologias na produção”, explica Bruno Caetano, superintendente do Sebrae.


    Depois de apresentado na Agrishow, o Planeja Leite estará disponível nos escritórios regionais do Sebrae¬ espalhados em todo estado de São Paulo. Informações pelo 0800 570 0800. (Terra Viva)

  • SEBRAE: o uso inteligente do solo beneficia o ciclo da produção leiteira

    20/05/2015


    sebraeNa pecuária de leite, a implantação do sistema de produção ILPF (Integração lavoura-pecuária-floresta) tende a ampliar a competitividade e ainda contribuir com a preservação do planeta, recuperando áreas degradadas e aumentando a fertilidade do solo. Os sistemas ILPF integram o plantio de árvores, grãos e forragens, que resultam em aumento de produtividade do gado de leite, além da conservação de recursos naturais.

    Seguindo esta perspectiva o Sistema de Inteligência Setorial do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e pequenas empresas) divulgou seu Boletim de Tendências Tecnologia Social - Integração lavoura-pecuária-floresta, que apresenta algumas estratégias de implementação do ILPF e as oportunidades de negócios nesse mercado.

    Um dos pontos levantados no boletim é que o sistema de Integração lavoura-pecuária-floresta possibilita uma rentabilidade financeira maior e mais segura ao pecuarista, pois aumenta a diversificação das atividades econômicas na propriedade, minimizando assim os riscos de perda de lucro por conta do clima ou por condições de mercado. Utilizando os princípios da rotação de culturas e consórcio, o sistema permite que a mesma propriedade produza grãos, carne ou leite e produtos madeireiros ao longo do ano. Estima-se que o pecuarista consiga elevar sua produção em 500% ao recuperar áreas degradadas ou inférteis.

    O engenheiro agrônomo Rodrigo Paniago, concedeu recentemente uma entrevista a equipe da AgriPoint ressaltando que "apesar da necessidade maior investimento, o aumento de produtividade com redução de custos de produção é a grande vantagem do ILP, aliado a isto temos a diversificação da atividade, melhor distribuição de receitas x pagamentos ao longo do ano, redução de riscos, evolução técnica e de gestão do produtor rural e, por fim, uma produção mais sustentável."

    O sistema ILPF é considerado uma tecnologia social porque produz benefícios abrangentes à sociedade, não apenas ao produtor. Ao recuperar áreas agrícolas deterioradas, devolve a capacidade produtiva dos pastos e dos solos, agregando benfeitorias agronômicas e zootécnicas, como a diminuição da demanda por agroquímicos e a melhoria da eficiência dos fertilizantes, que têm impactos positivos no ecossistema. Quem implanta o sistema observa o aumento de renda e a qualidade de vida do pecuarista, além do aumento da oferta de alimentos para a sociedade.

    Existem diferentes maneiras de aplicar a ILPF, cada uma com um objetivo. Por exemplo, a Lavoura-Pecuária, ou Agropastoril, recupera o solo degradado, a fim de melhorar a qualidade da área para o plantio. A Lavoura-Floresta, ou Silviagrícola, utiliza a rotação de culturas para produzir cobertura morta de boa qualidade, o que irá beneficiar a próxima safra. A modalidade Lavoura-Pecuária-Floresta, ou Agrossilvipastoril, integra os componentes agrícola, pecuário e florestal, e é considerada a mais completa. (Milkpoint)

  • Secretários tomam posse hoje

    Em  meio a um cenário de contenção de gastos, as secretarias de Agricultura (Seapa) e do Desenvolvimento Rural (SDR) não definiram o futuro de ações como a gratuidade da  vacina contra a febre aftosa, que somente no Estado é fornecida sem custos a agricultores familiares, e o Plano Safra Estadual. Ainda “tomando pé” da situação, Ernani Polo, da Seapa, e Tarcísio Minetto, da SDR, falam em usar a criatividade para driblar o aperto nas contas do governo. Os atos de transmissão de cargo dos novos secretários ocorrem hoje. “Tudo que é possível enxugar, vamos fazer, porque é um desafio do governo como um todo”, afirma Polo. “O desafio é usar a criatividade para buscar uma alternativa dentro desse contexto”, completa Minetto. Um dos caminhos apontados para tocar as secretarias é a realização de convênios, principalmente com o governo federal. No caso da Seapa — com orçamento de R$ 318 milhões para 2015 —, Polo fala que as obras de recuperação do Parque de Exposições Assis Brasil, que teve várias estruturas danificadas por um temporal, poderão ser executadas em parceria com o setor privado. Na SDR, que conta com um orçamento de R$ 438 milhões, dos quais R$ 202 milhões são para a Emater, 22 convênios estão em andamento. “Dentro desse cenário, uma das alternativas é fazer uma equipe de planejamento importante e elaborar projetos neste sentido”, concorda Minetto. Um dos fatores que poderá auxiliar a Pasta, segundo o secretário, é a criação da Anater. Apesar dos cortes de gastos — previstos em decreto do governador José Ivo Sartori, publicado ontem no Diário Oficial —, o titular da Seapa fala em desenvolver programas à frente da secretaria. Um deles diz respeito à conservação do solo e da água.

  • Segmento lácteo foi tema do programa Conversar Cruzadas

    19/05/2015


    Tv com4O segmento lácteo foi o tema do programa Conversas Cruzadas apresentado pelo jornalista Cláudio Brito nesta segunda-feira (18/05) na TV Com. Participaram do debates o secretário executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini; o diretor da Comissão do Leite da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e presidente do Conseleite/RS, Jorge Rodrigues; professora da Faculdade de Veterinária da UFRGS – Inspeção e tecnologia de leite, Andrea Troller Pinto e o diretor da Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura e Pecuária do RS, Fernando Groff.


    Darlan Palharini lembrou a parceria do Sindilat com a Embrapa para adotar medidores de vazão e coleta automática de leite cru que serão colocados diretamente nos caminhões que transportam o produto a granel da propriedade rural às indústrias e cooperativas do setor lácteo. Esses equipamentos eliminam o manuseio do produto. “É um caminho natural para um setor que pretende exportar e, ao mesmo tempo, atender as especificações das instruções normativas 51 e 62 do Ministério da Agricultura e Pecuária que garantem a qualidade do produto. ” Acrescentou que os 40 mil litros de leite que apresentaram problemas, conforme investigações do Ministério Público ocorridas em maio, representam 0,015% do total de 13 milhões de litros produzidos diariamente no Estado. Outro fato ressaltado por Palharini é que a última operação do Ministério Público somente teve sucesso por contar com o apoio de escuta telefônica, o que demonstra a dificuldade de descobrir via exames de laboratório.


    Ao conferir o site do Ministério Público, o apresentador Cláudio Brito leu que os produtos lácteos finais não apresentaram nenhuma inconformidade. Portanto, o consumidor não foi prejudicado e somente as indústrias tiveram prejuízo em adquirir uma matéria prima com alguns índices abaixo do padrão.


    Segundo Jorge Rodrigues, a luta contra as fraudes deve ser com responsabilidade, respeitando quem produz com qualidade, que é a grande maioria. “Temos fiscalização e investigação eficiente e constante dos fiscais federais, estaduais e municipais, além do Ministério Público. Por isso, o leite gaúcho é um dos melhores do Brasil. A excepcionalidade é a fraude, enquanto a regra é a qualidade. Temos que deixar isso claro, pois 60% do leite gaúcho é exportado para outros estados. ”


    Groff acrescentou que as fiscalizações são uma rotina na Secretaria da Agricultura e que isso garante um produto saudável. A professora Andrea Pinto disse que não tem a menor dúvida que o leite gaúcho e seus derivados tem qualidade. “Não devemos condenar toda a cadeia leiteira de forma irresponsável. O consumidor pode continuar consumindo leite e seus derivados tranquilamente. As ocorrências de fraude mostram que temos fiscalização e o volume é mínimo perto do total de leite produzido. ” Ela acrescentou, ainda, que a perda nutricional do leite acontece quando é fervido pelo consumidor e não na transformação do leite em UHT ou na pasteurização. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Seminário do setor lácteo debaterá fatores, como o Lina, que podem interferir na qualidade da matéria-prima

    LINA            A discussão de fatores que podem interferir na qualidade do leite, com ênfase no Lina (leite instável não ácido), será tema de seminário promovido pelo Sindilat, Embrapa e Ministério da Agricultura, dia 16 de abril, na Estação Experimental Terras Baixas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Capão do Leão, município vizinho a Pelotas.

                O leite Lina, como é chamado, vem sendo largamente estudado por pesquisadores da Embrapa. Trata-se de uma síndrome principalmente causada por estresse alimentar nas épocas de mudanças de pastagens de verão/inverno e vice versa. 

               Por causa do estresse alimentar, os animais produzem leite com alterações físico-químicas como acidez, o que impede o produto de ser recebido pelas indústrias por não atender aos padrões legais. O produto acaba descartado e não chega ao mercado. A síndrome causa prejuízo para produtores e indústria.

                O seminário será coordenado pela doutora Maira B. Zanela, uma das principais autoridades no assunto no país. Ela será palestrante ao lado dos especialistas Maria Edi R. Ribeiro e Jorge Schafhäuser Jr, também da Embrapa, e da veterinária Letícia de Albuquerque Vieira Cappiello, consultora de Qualidade do Sindilat. 

               Estão previstas palestras sobre o Panorama atual da qualidade do leite, Qualidade do leite e fatores que influenciam na qualidade, Leite instável não ácido (Lina) - Etiologia, diagnóstico e estratégias de controle; e A influência da nutrição na composição do leite. Haverá debate e visita ao Lableite e orientações para a coleta de amostras.

                 O evento, dirigido a técnicos de instituições parceiras do Projeto Protambo e de laticínios associados ao Sindilat, também promoverá a troca de experiências e integração entre os técnicos e os pesquisadores da Embrapa.

              A qualidade do leite a ser levado ao mercado é uma prioridade para o Sindilat. “O foco da indústria é qualidade e eficiência. Trabalhamos para ter toda a segurança desde o produtor até a indústria”, diz o presidente do sindicato, Alexandre Guerra. Nesse contexto, ele cita como pontos importantes a sanidade, a assistência técnica aos produtores, a rastreabilidade, o rigor nos testes laboratoriais, o trabalho conjunto com o Mapa, Secretaria da Agricultura e entidades representativas do setor, a atualização de normas regulatórias e técnicas, entre outros.
     
                 Mais informações sobre o seminário pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e fone 51 3211-1111  (ComEfeito Comunicação Estratégica) 
  • Sindilat diz que problemas no Estado são transitórios

    alexandreEntidade que representa indústrias lácteas alega que cenário atual é reflexo dos baixos resultados econômicos obtidos no ano passado. O novo presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Alexandre Guerra , assumiu a direção da entidade em meio a um cenário preocupante, segundo produtores e dirigentes sindicais. De acordo com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), mais de 20 mil famílias que fornecem leite para a indústria estão com pagamentos atrasados e com dificuldade para vender a produção aos laticínios. Guerra responde afirmando que os casos de inadimplência são pontuais. Quanto à compra do produto, o presidente do Sindilat também não vê problemas generalizados. “Na verdade, a maioria dos nossos associados estão operando dentro das suas capacidades”, detalha. 
     
  • Sindilat e Embrapa firmam acordo para implementar equipamento eletrônico de medição e coleta de amostras de leite cru

    16/04/2015

    DSC 2587Sistemas embarcados eletrônicos de controle de vazão e coleta de amostras de leite cru começarão a ser testados graças ao acordo de cooperação técnica assinado nesta quinta-feira (16/04), em Capão do Leão, no Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado, entre o Sindilat, Embrapa e Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios Ltda. (Cosulati).

    As condições sob as quais o leite cru refrigerado, independentemente do seu tipo, deve ser coletado na propriedade rural e transportado a granel são fundamentais, principalmente à conservação de sua qualidade até a recepção em estabelecimento submetido a inspeção sanitária oficial. Os equipamentos de cinco empresas que tecnologia brasileira, portuguesa e alemã serão instalados nos caminhões da cooperativa para testes práticos.

    Para o presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, é importante salientar que o maior controle de todo o processo desde a coleta de leite da propriedade rural até a chegada na indústria dará maior transparência e controle da rastreabilidade dos processos e qualidade dos produtos lácteos. Ele ressalta que o próximo passo será desonerar estes equipamentos para viabilizar a compra pelas cooperativas e indústrias, Entre as vantagens, salienta a eliminação de erros de medição como desnivelamento dos tanques, alteração física da régua, alteração dos pontos de apoio da régua, que provocam perdas significativas para a cadeia produtiva.

  • Sindilat endossa ato em defesa da qualidade do leite gaúcho

    logo sindilat sem derivados jpegA revogação da portaria  relativa ao Sisbi foi o ponto levantado pelo Sindilat na reunião promovida pela Secretaria da Agricultura com vários setores produtivos, na Expodireto, em Não-Me-Toque, nesta terça-feira (10/03), com a presença do secretario Ernani Polo, do presidente da Farsul, Carlos Sperotto, e do ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, além de lideranças ligadas à suinocultura, avicultura, bovinocultura e máquinas agrícolas, por exemplo. O encontro debateu formas para melhorar o desempenho do agronegócio no Estado. O Sindilat, representado por seu secretário executivo, Darlan Palharini, disse que o “grande desafio do setor é a questão do Sisbi”, aludindo à necessidade de revogfação de portaria que não inclui a exigência de Boas Práticas de Fabricação. O fato gera dificuldade perante o Ministério da Agricultura, que faz as auditorias para credenciar os laticínios. Sem o Sisbi, os laticínios de médio e pequeno porte do Estado não conseguem vender seus produtos para outras unidades da Federação. A revogação da portaria, com a inserção de BPF, estabeleceria o status anterior, facilitando a realização de auditorias e a adesão de empresas ao Sisbi, pois várias delas já reúnem condições de aprovação. Foi unânime entre as lideranças presentes à reunião o pensamento de que os setores produtivos do Estado precisam buscar ainda mais valor agregado a fim de fazer frente aos concorrentes internacionais. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Sindilat participa da apresentação do projeto de Melhoria da Competitividade e Qualidade do Leite Brasileiro, no Mapa

    11/05/2015

    logo sindilat sem derivados jpegO Sindilat participará nesta terça-feira (12/05) de reunião no Mapa, em Brasília, para a apresentação do projeto de Melhoria da Competitividade e Qualidade do Leite Brasileiro. Atendendo convite da ministra Kátia Abreu, o sindicato estará representado pelo 1 º vice-presidente, Guilherme Portella dos Santos, 2º vice-presidente, Raul Augusto Lopes do Amaral, e o secretário executivo, Darlan Palharini. A reunião acontecerá no auditório maior do Mapa, às 15h. 

    O ministério diz que a intenção do projeto é aperfeiçoar e desenvolver ações em conjunto visando abranger todos os elos da cadeia produtiva do leite.

    Em Brasília o Sindilat também acompanhará a provável votação em plenário da Medida Provisória 668/15 que trata do PIS e COFINS. O sindicato é favorável à aprovação da MP.

    A monetização do PIS/COFINS irá ajudar todo o setor lácteo (cooperativas e não cooperativas) a aproveitarem um imposto que hoje não é possível reverter em diminuição dos custos para a produção de produtos lácteos. Na verdade, essa mudança na lei irá trazer uma justiça tributária.

  • Sindilat participa da mobilização para aumentar consumo de leite

    O secretário executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, participou nesta quinta-feira (12, da reunião promovida pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag) na Associação Comercial e Industrial de Ijuí para tratar da crise na bacia leiteira do Estado, atingindo principalmente os pequenos produtores.  Cerca de 10 mil estariam com problemas financeiros causados por falta de pagamento e não recolhimento do produto. Palharini lembrou que o brasileiro consome 178 litros per capita/ano, enquanto na Argentina o consumo é de 203 litros/ano e no Uruguai, 242 litros/ano. “Uma forma de atacar a crise é uma campanha para aumentar o consumo interno.” Entre 2004 e 2014, enquanto no Brasil cresceu a produção de leite em 56,7%, no Rio Grande do Sul o aumento foi de 103,3%. Significa que aumento de consumo não cresceu na mesma velocidade da produção. Segundo ele, o setor de fazer um resgate a credibilidade do leite. A fiscalização sempre aconteceu, faz parte do processo. Precisamos mostrar que a fraude é exceção através da união da cadeia leiteira. A indústria está investindo na rastreabilidade de todo o processo produtivo para garantir cada vez mais qualidade”, disse. O diretor executivo do Instituto Gaúcho do Leite (IGL) Oreno Ardemio Heineck, observa que o setor investiu para aumentar a produção e esqueceu do consumo. “Agora, temos que buscar a compra de leite em pó por parte dos governos, aumentar das exportações e levantar a fotografia da cadeia leiteira.” Além disso, propõe a modificação da lei Nº 156/2013 da deputada Maria Helena Sartori, que usa o termo desconformidade que provoca dúvidas e definir muito bem o que é fraude. O IGL tem uma projeção que dentro de quatro a cinco anos entre 20 mil e 30 mil famílias se verão obrigadas a abandonar a produção se nada for feito. O presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, revelou que a entidade está ouvindo os sindicatos, cooperativas e produtores para saber o que cada um está fazendo e o que pode ser executado a curto, médio e longo prazos. Na próxima semana, dia 20, é a vez de Guarani das Missões. O estoque total de leite em pó no Estado é estimado em cerca de 12 mil toneladas. O delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Marcos Regelin, disse que existe um convênio entre o MDA e o governo do Estado no valor de R$ 40 milhões para a compra de leite em pó para a população carcerária. Já foram depositados R$ 10 milhões e está faltando o governo Sartori realizar a compra e depois serão liberados mais R$ 10 milhões. O MDA também está dialogando com a Famurs para que os prefeitos comprem leite em pó para as escolas municipais e um convênio com a Emater para possibilitar assistência técnica para 5.200 famílias de pequenos produtores de leite.  O diretor de Agricultura Familiar da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Dionatan Alvarez, afirmou que o Estado vai manter o programa Leite Gaúcho que busca aumentar a quantidade e melhorar a qualidade do leite produzido nos estabelecimentos rurais do Estado, aumentando a renda dos agricultores de base familiar, contribuindo com os projetos  de combate à pobreza extrema, aliados aos projetos do governos federal e estadual, através da capacitação, assistência técnica, monitoramento da produção e acesso a crédito subsidiado. O prefeito de Ijuí, Fioravante Batista Ballin, salientou a gravidade da situação e lamentou a relação de alguns produtores com empresas não idôneas. “As empresas idôneas temos que preservar. Temos que adotar soluções conjuntas para minimizar este momento difícil.”  O gerente de Suprimento de Leite da CCGL, Jair Melo, afirmou que para a Central para buscar leite de quem produz menos de 100 litros/dia representa um custo em termos de logística 25% acima do mercado.  “A saída destes produtores, conforme ele, não chega a ser um problema em termos de produção, mas a questão é social. “O que eles vão fazer?”, questiona. Também participaram da reunião o assessor de Política Agrícola da Fetag, Márcio Langer, o vice-presidente da Fecoagro/RS, Rui Polidoro Pinto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Ijuí, Carlos Karlinski, representante da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seapa), lideranças da Regional Ijuí e produtores. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Sindilat participa de Aula Magna do curso de Tecnologia em Laticínios em Três de Maio

    POLO E PALHARINISetrem (Sociedade Educacional Três de Maio) realizou Aula Magna do Curso Superior de Tecnologia em Laticínios, único em funcionamento no Estado, na sexta-feira (13), no Auditório do Campus da Instituição, com a presença de diversas autoridades regionais e estaduais. O evento teve palestra do Secretário de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, que falou sobre o cenário do leite. O secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini esteve presente e fez pronunciamento no evento. Polo, que conheceu a instituição como aluno, disse que a Setrem “cresceu, que está desenvolvida, oferecendo novos e importantes cursos para a região, o que desperta o interesse de pessoas de todo Estado que vêm em busca do conhecimento. O Curso de Laticínios, único no Estado, é fundamental para o desenvolvimento do setor de lácteos não apenas da região Fronteira Noroeste, mas de todo Rio Grande do Sul. Uma bela iniciativa que capacita, cada vez mais, o nosso produtor em um município que possui um dos maiores complexos lácteos da América Latina”, destacou o secretário de Agricultura

Sindilat

Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados
do Estado do Rio Grande do Sul

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