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  • Política da empresa prevê aquisição de leite diretamente do produtor

    21/05/2015


    leiteee2A Lactalis está há pouco tempo no Brasil, mas já enfrentou algumas vicissitudes em sua trajetória por aqui. Em março, os empregados da unidade da Lactalis em Barra Mansa (RJ), adquirida da LBRLácteos Brasil, fizeram greve. E neste mês a francesa viu seu nome citado como empresa que adquiriu leite supostamente adulterado em mais uma etapa da Operação Leite Compen$ado no Rio Grande do Sul.


    Patrick Sauvageot, o CEO da companhia para a América Latina, diz que o sentimento em relação à paralisação dos funcionários da unidade fluminense foi de "frustração", já que, segundo ele, a "greve foi por algo equivocado".


    Os funcionários da planta pararam por 18 dias em março, reivindicando o dissídio coletivo da categoria e o depósito de parcelas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em atraso. As obrigações tinham de ter sido pagas pela LBR. Mas, em recuperação judicial, a empresa deixou de fazê-lo. "


    Quando chegamos, todas as pessoas que não foram pagas pela LBR caíram sobre nós dizendo: vocês têm que nos pagar. E a Lactalis foi bem clara: não vamos pagar o passivo [da LBR]", afirma o executivo. Na operação de venda de unidades da empresa de lácteos, dentro do processo de recuperação judicial, os compradores adquiriram unidades e marcas da LBR, sem os passivos da companhia, estimados em R$ 1 bilhão.


    Depois da greve foi a vez da operação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que investiga casos de adulteração de leite no Estado. Conforme a investigação, houve casos de adição de água e produtos como sal, açúcar e amido de milho no leite cru entregue pela Transportadora Odair à Coopasul, que fornecia, entre outros, para a unidade da Lactalis em Fazenda Vila Nova (RS).


    Segundo Sauvageot, a cooperativa teve cargas de leite rechaçadas e não fornece mais para a Lactalis. "A obsessão da Lactalis é fazer tudo o que se pode fazer para lutar contra essas práticas".


    A empresa está implantando no Brasil os mesmos protocolos de qualidade para recepção do leite que usa em outras regiões onde atua, conforme o executivo. Ele afirma, sem dar detalhes, que a companhia desenvolveu, junto com alguns fornecedores "equipamentos que nos dão algumas medidas que nos ajudam a reforçar o controle de qualidade, que não existiam no Brasil antes".


    A política que a Lactalis adota em relação ao produtor pode evitar problemas como os registrados no Rio Grande do Sul. Nos países onde atua, a empresa prioriza as compras diretas do produtor. O volume atinge 80% do total comprado. "Há sempre interesse em desenvolver relação direta com o produtor porque é um compromisso", diz o executivo.


    Trabalhando dessa forma, a empresa acompanha como o leite está sendo produzido e tem controle da qualidade do produto. As compras diretas não eram política da LBR, então será necessário tempo "para construir uma relação" com os produtores, diz. No caso da BRF, já existe política muito similar à da Lactalis.


    A empresa está fazendo contratos com os produtores que formaliza as obrigações e o pagamento de bônus por qualidade do leite. No total, entre diretos e indiretos, a Lactalis deve ter 15 mil fornecedores, sendo 13 mil que entregam leite à BRF. (Valor Econômico)

  • Por que as pessoas bebem leite?

    beneficios do leite para o organismoGregory D. Miller, PhD, membro do Colégio Americano de Nutrição, escreveu um artigo para o site www.thedairyreport.com, do Conselho Nacional de Lácteos (NDC) dos Estados Unidos sobre o tema: por que as pessoas bebem leite? “Fico perplexo quando ouço uma pessoa perguntar por que nós, humanos, bebemos leite de outros animais. Uma simples pesquisa na internet revela que esse é um sentimento muito compartilhado. Mas a crença de que as pessoas não devem beber leite de vaca, ovelha ou cabra é consistente com a história humana? Com a fisiologia humana?”, começa seu artigo. Miller diz que quando nos aprofundamos nesse assunto, descobrimos que o leite tem sido uma importante fonte de nutrição humana por milhares de anos. Beber leite não é somente uma prática da cultura ocidental, mas uma parte compartilhada da existência humana em todo o mundo. Arqueólogos e antropólogos descobriram, por exemplo, evidências de produção leiteira intensiva na Irlanda há 6.000 anos, de acordo com pesquisadores que descobriram ácidos graxos da gordura do leite preservados em vasos de alimentos. O consumo de leite na Finlândia foi rastreado de 4.500 anos atrás por arqueólogos que descobriram gordura do leite bem preservada em amostras de cerâmica. Um relatório científico fornece evidências diretas de que as pessoas bebiam leite (de vacas, ovelhas e cabras) desde a Idade do Bronze (3.000 a.C.): pesquisadores descobriram resíduos da proteína do leite (β-lactoglobulina) em amostras de dentes arqueológicos de pessoas vivendo na Europa e no norte do Sudoeste da Ásia. Apesar de a produção leiteira não ser parte da economia alimentar em todas as partes do mundo devido ao clima ou à geografia, ela teve um papel importante na história antiga da agricultura. Os humanos retiveram a capacidade de digerir lactose na vida adulta – embora em graus variados, dependendo da genética. Alguns acreditam que a persistência da enzima lactase (necessária para digerir a lactose) na vida adulta foi uma adaptação genética à prevalência da produção leiteira na cultura. Na cultura americana de hoje, a digestão limitada de lactose é mais prevalente, mas variável entre afro-americanos, hispânicos, asiáticos e nativo-americanos, e não é uma razão para evitar alimentos lácteos. Leite sem lactose, iogurte com culturas ativas e queijos naturais estão entre as opções disponíveis que aqueles com intolerância à lactose podem ainda apreciar. “Apenas pense, sem leite não teríamos sorvete, iogurte, queijos ou manteiga – alimentos que têm um papel importante nas nossas vidas e celebrações diárias. Leite, queijo e iogurte não somente têm um excelente sabor, mas também, são ricos em nutrientes, acessíveis, prontamente disponíveis e versáteis. O leite é a principal fonte de nove nutrientes essenciais na dieta das crianças americanas – incluindo cálcio, vitamina D e potássio, três de quatro nutrientes que o Comitê Conselheiro de Diretrizes Dietéticas de 2015 descobriu que estão sendo consumidos abaixo do indicado. O pacote nutricional dos alimentos lácteos pode ser difícil de substituir com outros alimentos”. O Guia Dietético para Americanos de 2010 nota uma evidência leve de que consumir leite, iogurte e queijos está associado com saúde dos ossos, especialmente em crianças e adolescentes, e um menor risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e pressão sanguínea alta em adultos. “Então, se alguém perguntar a você como um profissional de saúde e bem-estar por que as pessoas bebem leite de vaca, você pode dizer, ‘porque podemos’. Somos os únicos animais que produzem seu próprio alimento, dirigem carros e fazem experimentos para aumentar seu conhecimento”. “Ou você pode responder de forma mais ecológica: as vacas leiteiras e outros animais ruminantes têm estômagos únicos que permite que comam partes de plantas e alimentos que os humanos não podem comer, como casca de amêndoa, palha de trigo, etc. Elas são, então, capazes de obter nutrição dessas partes não comestíveis aos humanos transformando-as em leite, rico em nutrientes, que podem ajudar a nutrir as pessoas”. (The Dairy Report)

  • PR: prazo para comprovar vacinação se encerra em maio

    Desde junho de 2013, os produtores de leite têm que comprovar a ausência de tuberculose e brucelose de todo rebanho leiteiro, além de apresentar o atestado de vacinação contra brucelose. As novas exigências de controle de erradicação das doenças preveem como pena a não comercialização do leite produzido na propriedade. Laticínios que não entregarem a documentação por parte de seus fornecedores também não podem comercializar o leite. Por conta disso, a regional de Ivaiporã da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta os produtores e laticínios que o prazo para a comprovação anual se encerra em maio. Segundo a veterinária da Adapar, Maria Andreolla, as novas normas fortalecem o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT) para garantir a qualidade do leite comercializado no Paraná, que vem trabalhando para se tornar um estado livre de zoonoses. Na região de Ivaiporã, a preocupação da veterinária Maria Andreola é o tempo para a imunização e exame do rebanho, que é estimado em 80 mil cabeças de gado leiteiro. “Até agora não estamos nem com 10% dos exames realizados. Por isso, alertamos os produtores para que acelerem a vacinação e os exames, pois o tempo é curto”, assinala Maria Andreolla. Após adotar a devida vacinação e a realização dos exames, o produtor poderá iniciar o processo para a certificação da propriedade como Livre de Brucelose e Tuberculose. A certificação de propriedades iniciou em 2005 e obedece aos princípios técnicos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). As propriedades certificadas no estado do Paraná recebem uma placa de identificação, que é colocada na porteira da propriedade, indicando o status sanitário conquistado. De acordo com a veterinária Maria Andreola, a brucelose e a tuberculose são comuns aos animais e aos seres humanos. A contaminação pode ocorrer tanto no contato direto com o animal contaminado como na ingestão de leite não pasteurizado de animais doentes. “São doenças graves e que podem causar sérios danos à saúde dos animais e dos humanos”. Maria Andreolla observa ainda que, para o gado, ambas as doenças não possuem cura, sendo obrigatório o sacrifício sanitário dos animais que apresentarem reagentes positivos.  (Tribuna do Norte) 

  • Prazo para inscrição no Cadastro Ambiental será ampliado

    3ºanoO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou que o prazo para a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) deve ser estendido por mais um ano. Até então, os produtores tinham até maio para fazer a inscrição. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e a do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, se encontram na terça, dia 27, para discutir estratégias conjuntas para tornar mais efetiva a adesão ao Cadastro. Em janeiro, segundo dados do ministério da Agricultura, o cadastro alcançou 576 mil imóveis rurais. Isso representa cerca de 11% da meta de 5,2 milhões de propriedades que devem ser registradas no país. Segundo o Ministério da Agricultura, o Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país. (Canal Rural)  

  • Preços ao produtor ajustado pagamento Conaprole para março: Uruguai

    leiteee2A política definida Conaprole terça-feira um ajustamento do preço pago ao agricultor março. Esta é uma baixa média de 4% por quilo sólido em relação a fevereiro, o presidente da cooperativa, Álvaro Ambrois, informou a Bolsa Tempo programa de rádio Rural.

    O conjunto inclui um aumento do suplemento de "fundo de estabilização" e caindo bônus Verão. Assim, para 3,87% de gordura e 3,36% de proteína, os produtores médios Conaprole receber $ 127,68 por quilo de sólidos ($ 9,23 / litro).

    Ambrois explicou que eles estão usando o fundo de estabilização para amortecer este baixo preço que não reflete o que está acontecendo no mercado externo. "Ele está tendo tempo para reverter essa situação", disse ele.

    Ele confirmou que, neste momento, é cortar o comércio com a Venezuela, mas disse que "não é diferente do que aconteceu em outras oportunidades."

    Inserção no mundo e melhorar a renda para diferentes mercados é essencial para a leiteria local, disse Ambois. (Blasina and Associates)

  • Preços do leite ao produtor na União Europeia

    bandeira ue2A média do preço ao produtor de leite da União Europeia (UE), em novembro chegou a € 34,32/100 kg, queda de 2,6% em relação ao mês anterior. Se comparado com a média de um ano atrás, os preços de novembro caíram 14,6%, € 5,89/100 kg. O preço médio pago no Reino Unido, em novembro, foi € 35,63, o sétimo melhor preço entre as nações da UE-15, depois da Finlândia, Grécia, Áustria, Itália, Irlanda e Dinamarca.

  • Presidente do Sindilat considera positiva a volta das compras de leite em pó pela Conab

    O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, considerou positiva a liberação de R$ 10 milhões pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a compra de leite em pó das indústrias e cooperativas do Rio Grande do Sul, com o objetivo de repassar aos programas sociais coordenados pelo governado federal. “É importante ressaltar a promessa do governo federal de liberar mais lotes e tirar a pressão dos estoques das indústrias gaúchas”, acrescentou. Segundo ele, com este valor é possível adquirir 900 toneladas e não as quatro mil toneladas solicitadas pelo setor, “mas o importante é que o governo se sensibilizou e prometeu acompanhar o mercado”. Outros R$ 10 milhões serão disponibilizados para compra também de leite UHT, tanto do Rio Grande do Sul quanto de Santa Catarina. A compra do produto longa vida foi aprovada esta semana pelo Conselho Gestor do Programa. As aquisições serão realizadas pela modalidade Compra Direta do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) nestes dois estados da Região Sul. A Compra Direta da Agricultura Familiar permite a aquisição de alimentos, a preços de referência, definidos pelo Grupo Gestor, para distribuição a programas indicados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Podem participar os agricultores familiares organizados em cooperativas ou outras organizações que possuem DAP pessoa jurídica. Cada família pode vender até R$ 8 mil por ano, independente de fornecerem para outras modalidades do PAA e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Guerra, participou nesta terça-feira, 10, da reunião realizada no auditório da Conab, em Brasília, juntamente com o vice-presidente do Sindilat/RS, Raul Lopes Amaral, acompanhando a delegação gaúcha liderada pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL). Amaral considerou importante o retorno da compra de estoque de leite em pó que desde o final de 2013 estava muito reduzida.  Outra reivindicação do setor leiteiro é priorizar o mercado nacional para o leite produzido no país, principalmente na safra, evitando a importação do produto neste período. Além disso, a expectativa é que o governo dê andamento a pedidos de habilitação já encaminhados pela Cosulati, de Pelotas, Cosuel, de Arroio do Meio, e CCGL, de Cruz Alta, entre outras empresas, que já passaram por vistoria para exportar à Rússia. A expectativa, conforme Amaral, é que o governo dê andamento a pedidos de habilitação já encaminhados. A delegação gaúcha foi recebida pelo diretor da Conab, João Marcelo Intini, secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Arnoldo de Campos, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome e pelo diretor Ministério do Desenvolvimento Agrário. Além dos dirigentes do Sindilat/RS, a comitiva foi formada por representantes do governo gaúcho, deputados federais e estaduais, senadora Ana Amélia Lemos (PP), prefeitos das cidades mais atingidas pela crise, por entidades como a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf- Sul) e também por lideranças de cooperativas e produtores rurais. A cadeia produtiva do leite gaúcho vive um momento de estoques mais elevados, que tendem a normalizar com a volta às aulas e chegada da entressafra. A cadeia envolve mais de 120 mil produtores de pequeno porte e a atividade está presente em 453 (90%) dos municípios, cuja economia é fortemente por ela impactada. O sucesso ou não da atividade leiteira em muitos deles, inclusive, ditará seu futuro nos próximos 10 a 15 anos.  Nos últimos anos, houve um crescimento expressivo da produção da matéria-prima. Não houve, contudo, um crescimento correspondente nos mercados consumidores. O mercado interno teria margem para expansão mínima de 30% e o acesso ao mercado externo é limitado e pouco expressivo. Este seria essencial para a exportação de excedentes, tal qual fazem as cadeias de suínos e frangos, por exemplo. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Presidente do Sindilat participa do ABLV&G100, em Passo Fundo

    O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, participou nesta terça-feira (28/4) do workshop ABLV&G100 sobre avaliações de risco, na Universidade de Passo Fundo. Acompanharam o dirigente o secretário executivo, Darlan Palharini, e a consultora de Qualidade do sindicato, Letícia Vieira Cappiello.

     

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    Guerra elogiou a iniciativa por abordar a qualidade do leite, um assunto de interesse da cadeia produtiva que tem como destinatário final os consumidores. No evento, ele comentou sobre os vários projetos em que o Sindilat está envolvido em busca da qualidade constante do leite.

    Entre os projetos estão os que visam a utilização de equipamentos eletrônicos na coleta e medição de vazão do leite. A Cooperativa Santa Clara e a CCGL relataram suas experiências em relação a essa tecnologia.

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    O presidente, que destacou a agenda positiva do setor lácteo, lembrou que o Mapa tem dado destaque ao leite do Rio Grande do Sul, tido como o mais controlado e monitorado do país, e por isso mesmo apontado como de qualidade superior. O workshop lançou, como disseram os organizadores, "um olhar rigoroso sobre a origem, coleta, análise e seleção da matéria-prima desde a fonte até a plataforma da indústria". O evento encerrou-se no início da noite. (ComEfeito Comunicação Estratégia)

  • Presidente do Sindilat pede agilização do Sisbi ao secretário da Agricultura

    nani e aleO presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, pediu a agilização do processo de adesão ao Sisbi pelas empresas que já dispõem de Cispoa, em audiência que manteve com o secretário da Agricultura, Ernani Polo, na sede da Pasta, na tarde desta terça-feira (13-01-2015). Uma vez incluídas no Sisbi, as empresas podem comercializar seus produtos com outros estados e não só dentro do Rio Grande do Sul. De acordo com Guerra, o secretário reconhece a importância da questão e prometeu colocá-la em foco assim que concluir a formação da equipe da secretaria. Para aderir ao Sisbi, como pleiteiam algumas associadas do Sindilat, a empresa tem de estar em dia com as exigências das instruções normativas  51 e 62.  O RS  é o único estado que adotou a Instrução Normativa 62.

  • Presidente do Sindilat trata do PAS Leite na superintendência regional do MAPA

    O presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, reuniu-se nesta terça-feira (13/01/15) com a Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul Ana Lúcia Stepan. Conforme Guerra, a reunião tratou sobre como o Sindilat pode trabalhar para fomentar ainda mais a participação de seus associados no programa PAS Leite no Estado. O Sindilat tem interesse de trabalhar em parceria com o Ministério e com outras entidades em ações que busquem qualificar e promover o leite. O PAS (Programa Alimentos Seguros) Leite visa melhorar a qualidade do produto, permitindo também o aumento de renda no campo. A atuação do programa se dá em todo o território nacional. A reunião na superintendência regional do Mapa contou também com a participação do secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini. (Assessoria de imprensa SINDILAT/RS - ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Presidente do Sindilat/RS visita redação do jornal ZH

    zhDurante visita à redação do jornal Zero Hora, em Porto Alegre, realizada nesta terça-feira, 20, o presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, explicou o acordo que está em fase final de formatação com o Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado, unidade da Embrapa de Pelotas, que visa a cooperação técnica para testar os sistemas embarcados de controle de vazão e coleta de leite cru que serão utilizados pela indústria láctea gaúcha. 

  • Presidente veta nova regra de PIS/COFINS sobre lácteos

    A presidente Dilma Rousseff vetou dois artigos - 154 e 155 - da Medida Provisória 656, sancionada ontem, que permitiriam às indústrias de lácteos recuperar créditos presumidos antigos acumulados pelo pagamento dos tributos PIS e Cofins sobre leite ou ressarcir esse valor em dinheiro. Permitiriam ainda que as cooperativas de leite pudessem pela primeira vez acumular esses créditos para o futuro e também monetizá-los.

  • Produção de leite a pasto é alternativa para produtor

    29/04/2015


    070621142235341Ao buscar alternativas para diversificar a produção na propriedade da família, o produtor Hélio da Rosa optou pela produção leiteira. Para tanto, o agricultor buscou o auxílio da Emater/RS¬Ascar com a intenção de investir na produção de leite a base de pasto.
    A família, residente na localidade de Rincão dos Corrêas, interior do município de Estrela Velha, sempre teve no tabaco a principal fonte de renda e buscando a diversificação, destinou 5,5 hectares da propriedade rural para o cultivo de pastagem para os animais, utilizando o sistema voisin. A família possui atualmente 12 vacas em lactação e espera aumentar o rebanho para 16 com as novilhas que estão em época para parir.


    A propriedade rural da família possui uma área total de 31,6 hectares, em que são produzidos, além do fumo, feijão, soja, milho em grão e, para a pastagem, milheto, aveia e sorgo.


    O técnico em agropecuária da Emater/RS¬Ascar, Fernando Redin, expõe que a família e os extensionistas têm realizado atividades na propriedade com o objetivo de aumentar a área destinada à pastagem e futuramente implantar um sistema de irrigação para garantir a qualidade do pasto durante todo o ano. "O agricultor nos relata que além de ser um alimento para a família, o dinheiro arrecadado com a comercialização do leite garante a compra de outros alimentos necessários para o sustento da família, sem depender do dinheiro das culturais anuais para isso", relata o extensionista.


    Ainda segundo o extensionista, no município existe atualmente uma associação de produtores de leite que conta com 110 integrantes, e a produção supera os 400 mil litros por mês. "O leite além de ser alimento é uma ótima fonte de renda para os agricultores e a atividade não requer tanto o uso de agrotóxicos, como as outras culturas anuais", finaliza Redin. (Emater)

  • Produção de leite da Nova Zelândia caiu 6% em fevereiro

    10/04/2015

    A produção de leite na Nova Zelândia caiu em 6% em fevereiro, comparado com o mês anterior, para 1,861 milhão de toneladas contra 1,973 milhão de toneladas em fevereiro de 2014, de acordo com dados da Dairy Companies Association of New Zealand (DCANZ). A seca vem impactando as condições de pastagem do país, à medida que a produção de leite se encaminha para a queda sazonal. Entretanto, as preocupações com a seca vem caindo, de acordo com alguns relatórios do mercado.


    O leilão da Fonterra, Global Dairy Trade, tem visto flutuações de preços por causa desses desenvolvimentos, aumentando em quase 20% em fevereiro antes de cair em uma margem similar em março/abril. Isso mostra o quanto os desenvolvimentos da seca na Nova Zelândia podem ser chave para os compradores se tornarem mais ativos no mercado nos próximos meses.
    A correção de preço segue a mudança na previsão de produção da Nova Zelândia, à medida que os mercados inicialmente temiam o pior após a declaração de seca. De acordo com o economista rural, Nathan Penny, do banco ASB, a Fonterra foi particularmente pessimista no começo do ano, quando sinalizou uma queda prevista de 3,3% em sua produção para a estação.
    Ele disse em contraste que o ASB manteve sua previsão de produção para todo o país (incluindo todos os processadores) de se manter estável para a estação, o que equivale a uma queda de cerca de 1% para a Fonterra.

    Gráfico 1 - Produção de leite da Nova Zelândia

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    Fonte: DCANZ

    “Nós estranhamos como a Fonterra estava tão pessimista no começo da estação. A partir dessa perspectiva, suspeitamos que o pessimismo no começo da estação contribuiu para a subsequente volatilidade de preços, particularmente uma vez que os mercados perceberam que a previsão de produção simplesmente não era tão ruim”.
    Além disso, Penny disse que os mercados podem ter interpretado errado as implicações da declaração oficial de seca para partes da Ilha do Sul. “O critério para declaração de seca inclui a capacidade da comunidade em lidar socialmente e economicamente com isso. Então, a declaração pode ter refletido a queda nas receitas pelos baixos preços do leite, tanto quando da menor produção devido à seca”. (Agriland)

  • Produção de leite do RS cresce quase o dobro da do Brasil nos últimos dez anos

    PRODUÇÃO RSA produção de leite do Rio Grande do Sul nos últimos dez anos (2004/2014) cresceu quase o dobro da brasileira: 103,39% contra 56,72%. A produção gaúcha evoluiu de 2,36 bilhões de litros para 4,80 bilhões de litros, enquanto a brasileira aumentou de 23,50 bilhões de litros para 36,83 bilhões de litros entre 2004 e 2014. O RS é o segundo maior produtor do país, apenas atrás de Minas Gerais (9,54 bilhões de litros). Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O consumo per capita de leite no Brasil avançou de 123,9 litros, em 2000, para 178 litros, em 2014, conforme a Embrapa e Agripoint. Desde 2004 o crescimento do consumo é constante, sendo que o maior incremento ocorreu entre 2008 e 2009: de 142,5 litros por ano por pessoa para 154,5 litros. O Brasil está atrás dos vizinhos Uruguai (242 litros) e Argentina (203 litros), bem como dos Estados Unidos (257 litros) e Nova Zelândia (300 litros), por exemplo, em consumo per capita de leite.
  • Produção leiteira gaúcha é a segunda maior do país

    18/05/2015

    n507f47a9c5961A produção leiteira gaúcha é a segunda maior do país, perdendo apenas para a de Minas Gerais e seguida muito de perto pela do Paraná. Este é o resultado apontado em pesquisa divulgada na Carta de Conjuntura de maio, em que o economista e pesquisador da Fundação de Economia e Estatística (FEE) Sérgio Fischer apresenta um estudo sobre a produção leiteira no Estado no período 2000-2013. A pesquisa analisa a participação do RS na produção nacional, o volume de leite produzido no Estado e a produtividade. Foram considerados também dados da Pesquisa Pecuária Municipal, do IBGE.

    "Mais da metade da produção nacional é gerada por Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Em 2013, último dado disponível, Minas produzia 27,2%; Rio Grande do Sul, 13,2%; e Paraná, 12,7% do total do Brasil", explica Fischer. "Enquanto Minas Gerais vem perdendo participação, o Rio Grande do Sul e o Paraná têm tendência inversa. Em 2000, essas participações foram de 29,7%, 10,6% e 9,1% respectivamente."

    Entre 2000 e 2013, o volume de leite produzido cresceu 114,5% no RS e 141,6% no Paraná, enquanto na média nacional e em Minas Gerais o aumento foi de 73,3% e 58,7%. "A mesma tendência é observada com relação ao número de vacas ordenhadas. O crescimento foi de 33,5% no Rio Grande do Sul, 48,5% no Paraná, 28,3% no Brasil e 32,5% em Minas Gerais. Estes valores refletem-se na grande diferença de crescimento da produtividade", diz Fischer.

    No quesito produtividade, o RS manteve-se à frente, com crescimento de 1,80 (mil litros por vaca ordenhada), em 2000, para 2,90 em 2013. Para o autor do estudo, chama a atenção o fato de o crescimento da produtividade nos estados sulinos ser mais que o dobro do de Minas Gerais no período — 60,7% no RS, 62,7% no Paraná, 35,0% no Brasil e 19,8% em Minas.

    Para Fischer, a reorganização das cooperativas sulinas, a instalação de novas indústrias — tais como a Nestlé, em Palmeira das Missões, e a BRFoods assumindo a Elegê — e os dados acima indicam uma alteração de estrutura produtiva entre regiões. (Governo do Estado do Rio Grande do Sul)

  • Produtores de leite terão indenização por risco alimentar

    20/04/2015


    leiteee2Os conselheiros do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal decidiram ontem, em assembleia ordinária, iniciar processos de indenização a produtores de leite que tiverem que realizar vazio sanitário nas propriedades por registro de tuberculose e brucelose. Atualmente, os pecuaristas recebem indenização apenas sobre o valor dos animais, conforme o previsto no regulamento do Fundesa. Com a resolução, passarão a receber também o pagamento do chamado “risco alimentar”, que, em outras atividades, é chamado de lucro cessante. O valor é um suporte para que o produtor possa fazer a limpeza e desinfecção do estabelecimento, a aquisição de novos animais e a retomada da atividade, garantindo uma renda mínima na propriedade no período em que não haverá produção.

    O valor resultará do cálculo de 25% sobre a média de produção, em litros, da propriedade dos últimos 12 meses. “É um apoio ao produtor que deixará de ter a produção diária e uma forma de estimular o saneamento do rebanho leiteiro”, afirma o presidente do Fundo, Rogério Kerber. A indenização será fornecida por três meses no volume máximo de mil litros de leite por dia. A demanda foi apresentada pelo Conselho Técnico Operacional da Pecuária Leiteira e aprovado por unanimidade na assembleia do fundo. A medida vale a partir deste dia 15 de abril

  • Projeto busca melhoria da qualidade e competitividade do leite

    18/05/2015

    leiteeeComo já foi publicado no MilkPoint, na terça-feira (12/05) a ministra Kátia Abreu se reuniu com representantes do setor produtivo.

    Nesse encontro foi apresentado um conjunto de ações e metas para melhorar, no horizonte de quatro anos, a competitividade da cadeia do leite nos cinco maiores Estados produtores: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Goiás.

    A organização das medidas em prol da competitividade setorial foi classificada em seis pilares fundamentais:
    1. Assistência técnica;
    2. Política Agrícola;
    3. Sanidade animal;
    4. Qualidade do leite;
    5. Marco regulatório;
    6. Promoção ao consumo de lácteos.

    Fontes presentes na reunião informaram ao MilkPoint ainda que a Ministra mencionou criar um sétimo pilar: Melhoramento genético.

    Agora, com o sumário executivo do projeto liberado, abaixo apresentamos as medidas classificadas de acordo com seus respectivos tópicos (pilares).

    Assistência Técnica

    A proposta tem como objetivo a ascensão dos produtores de leite das classes D e E, para a classe C, prevendo atender um grupo de aproximadamente 80 mil produtores no período de 4 anos. O trabalho terá como base as tecnologias disponíveis e aplicáveis às diversas realidades brasileiras, muitas delas desenvolvidas e/ou aprimoradas pelas instituições de ensino e pesquisa, permitindo a melhoria da produção, da produtividade e da qualidade do leite do produtor. Há também foco a gestão financeira em busca da rentabilidade do negócio.

    Pretende-se também que o leite chegue às plataformas das indústrias com padrão de qualidade superior.

    Política Agrícola

    Disponibilidade de financiamentos de custeio e investimento é essencial para promover incrementos em produtividade. Investimentos em tecnologias para a modernização da atividade contribuirão para melhoria da qualidade do leite, que consequentemente gera maior rendimento na industrialização.

    Concomitantemente, são necessárias ações para escoamento da produção. Ou seja, adequações nos instrumentos de apoio à comercialização, de forma a garantir a sustentabilidade na aquisição do leite dos produtores. Estas adequações vão desde ajustes nos montantes tomados pelas empresas e cooperativas, chegando até a atualização dos preços mínimos do leite nas diversas regiões.

    Sanidade Animal

    Além de ser uma questão de saúde pública, afeta diretamente a produtividade e limita a abertura de novos mercados aos produtos lácteos. O projeto pretende revisar o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT), sendo que a principal proposta de alteração é a categorização dos estados em classes (prevalências, estimadas por estudos padronizados e realizados pelos serviços veterinários oficiais) e níveis de controle (ações de defesa sanitária animal).

    A quantidade de estabelecimentos pecuários que apresentam animais reagentes para brucelose e tuberculose, é ferramenta de escolha de estratégia, evitando o desperdício de tempo e recursos. No mínimo 80% das bezerras sejam vacinadas contra brucelose nos próximos 2 anos.

    Ressalta-se que Santa Catarina, devido ao baixo nível de prevalência para brucelose, encontra-se em estágio de erradicação da doença, motivo pelo qual é o único estado que não tem obrigatoriedade da vacinação. O MilkPoint publicou também essa semana que o estado é uma zona livre de febre aftosa sem vacinação.

    Qualidade do Leite

    Para melhorar a qualidade, integridade e segurança do leite produzido nos estados beneficiados, foram estipuladas algumas metas que darão continuidade ao avanço no desafio de ampliar o consumo interno e tornar nosso produto competitivo nas exportações.

    • Reestruturação do Programa Nacional de Qualidade do Leite (PNQL)
    • Criação do Sistema Nacional de Monitoramento Espacial e Temporal para Melhoria da Qualidade e Competitividade do Leite (SIMQL)
    • Aprimoramento do Sistema SIGSIF e da Plataforma PGA
    • Fortalecimento da Rede de Laboratórios

    Marco Regulatório

    O respeito concorrencial é fundamental para o desenvolvimento de uma competição isonômica do setor industrial. Para tanto, trabalho conjunto entre o MAPA e o setor privado para a atualização dos artigos referentes a lácteos no RIISPOA, e a publicação de Regulamentos Técnicos de Identidade e Qualidade (RTIQs) de derivados de leite é previsto. Ao mesmo tempo, é preciso a harmonização dos parâmetros de qualidade entre os serviços de inspeção Federal, Estadual e Municipal.

    Também há a reestruturação da Divisão de Inspeção de Leite e Derivados (DILEI) do MAPA, que, entre outras coisas, permitirá maior participação nas decisões que envolvam MERCOSUL, CODEX ALIMENTARIUS, entre outros fóruns nacionais e internacionais.

    Promoção ao consumo de lácteos

    As ações neste pilar visam o aumento da demanda interna e o incremento das exportações. Valorizar a imagem dos lácteos, por meio de suas características nutricionais, é de extrema necessidade: atualmente o consumo per capita de lácteos do brasileiro, em equivalente leite, é de 180 litros por ano, abaixo de países vizinhos como Argentina e Uruguai e muito abaixo dos países europeus, principalmente em derivados como iogurtes e queijos.

    Em relação às exportações será dada maior celeridade aos trâmites e procedimentos de exportação, além de priorizar a participação efetiva do governo brasileiro nas negociações bilaterais e/ou regionais para redução ou eliminação de barreiras tarifárias e não tarifárias. Confira aqui a apresentação do projeto. (Mapa)

  • Projetos contemplam estudantes de ensino Fundamental e Médio, oferecendo vivências nos meios rural e urbano

    27/04/2015


    68O aprendizado associado a momentos de lazer e divertimento é o diferencial proposto pelo segmento de turismo pedagógico, que tem crescido no mercado brasileiro focado no desenvolvimento de novas empresas no trade. Projetos como o implementado pela Fundação Turística de Joinville, ligada à prefeitura do município catarinense, oferecem a crianças e adolescentes a oportunidade de vivências diversas no campo, enquanto abrem as portas para uma fonte de renda extra entre os agricultores, fomentando também o destino, que é mais conhecido nacionalmente por sua atividade industrial.

    “Há muito tempo que viver só do plantio já não é suficiente para sustentar toda a família”, explica o turismólogo Henrique Menestrina, filho de arrozeiros que, junto com o pai, José Menestrina, cumpre a rotina de receber grupos de escolas e da terceira idade, entre outros, em visita à propriedade rural. Ele admite que investir nesta atividade foi a forma encontrada pela família para permanecer no campo. “Hoje em dia, este é nosso principal negócio. Iniciamos no segmento de turismo rural há mais de uma década, mas o movimento começou a ficar forte somente há cinco anos.” A virada que garantiu o da empreitada está vinculada ao projeto Viva Ciranda, criado pela Fundação Turística de Joinville em 2010. A iniciativa do poder público literalmente transformou 14 propriedades da área rural do município em salas de aula ao ar livre.

    Ali, alunos de escolas públicas de ensino Fundamental e Médio aprendem a manter contato com a natureza e a respeitar o meio ambiente e os animais. Os atrativos do projeto incluem cenários que vão desde quedas d’água cercadas por orquídeas e pássaros em meio à Mata Atlântica, passando por riachos, mirante para a Serra do Mar, montanhas, cachoeiras e vastos arrozais.

     

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    No caminho, as crianças estudam sobre hortas orgânicas e interagem com diversos tipos de flores e animais, cruzando trilhas ecológicas e consumindo produtos caseiros e café colonial. Abordados previamente na escola, os temas de aprendizado dos passeios incluem ainda o estudo de pequenos bichos, aves exóticas, abelhas e mel, ervas medicinais, águas e nascentes, e tratamento ecológico de esgoto. Depois da visita às propriedades rurais, estes assuntos são novamente desenvolvidos pelos professores, desta vez de forma mais aprofundada, com direito a testes e provas para avaliar o aproveitamento da atividade entre os alunos. A pedagoga e coordenadora do Viva Ciranda, Anelise Falk, conta que, em 2011, a Fundação Turística de Joinville recebeu incentivo de R$ 130 mil do Ministério do Turismo para a viabilização e desenvolvimento do projeto.

    Com este dinheiro, foi possível produzir material de divulgação e pedagógico, além de capacitar os produtores, que viajaram para a França e acompanharam, por 10 dias, o modelo de trabalho com turismo pedagógico entre os agricultores locais e estudantes
    franceses. “O programa em Joinville foi muito bem estruturado, tanto que disponibiliza até jogos lúdicos sobre todos os temas desenvolvidos nos passeios, evitando o cancelamento de visitas em dias de chuva, quando não é possível desbravar as propriedades”, comenta Anelise.

    Somente no ano passado, cerca de 25 mil visitantes passaram pelas 14 propriedades rurais parceiras do projeto Viva Ciranda, sendo que 70% deste público foi de estudantes de diversos níveis, desde o jardim de infância até a universidade. “Deu tão certo que já recebemos inclusive visitas técnicas de secretarias de Turismo de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e de estados da região Norte, que vieram conhecer nosso trabalho para reproduzir o modelo”, comemora a coordenadora do Viva Ciranda.

    “É bom para a economia da cidade, e também vira uma outra fonte de renda para quem depende da atividade agrícola”, avalia Anelise. As taxas por pessoa são acessíveis: R$ 8,00 sem lanche, e em torno de R$ 20,00 com refeição inclusa. Todas as visitas são feitas através de agendamento, para que os agricultores possam planejar a apresentação e atividades de acordo com a série escolar demandada. No caso de escolas públicas, o projeto disponibiliza transporte gratuito, em ônibus próprio. (Jornal do Comércio)

  • Qualidade do leite monitorada pelo celular

    Um banco de dados, com e-mail e telefone dos produtores, foi a maneira que a Cooperativa Cosuel, de Encantado, encontrou para agilizar a comunicação de resultados das análises laboratoriais que indicam a qualidade do leite. Os produtores que entregam mais de 500 litros/dia recebem, semanalmente, mensagem no celular informando teor de proteína, lactose, sólidos totais, contagem de células somáticas e contagem bacteriana total. “Quanto antes o produtor tiver estes dados em mãos, mais rápido consegue tomar decisões”, afirma o zootecnista Fernando Araújo, supervisor do setor de Gado Leiteiro da Cosuel. Caso sejam registradas alterações na composição bromatológica, o produtor pode, imediatamente, iniciar o monitoramento dos animais para identificar qual está com algum problema de saúde. Quando a contagem de células somáticas, por exemplo, está fora do padrão, pode ser um indicativo da saúde da glândula mamária da vaca. Já alguma alteração nos sólidos totais do leite sugere que é necessário modificar a dieta e o manejo do animal. O sistema é utilizado há quatro anos. Dos 2,4 mil produtores que fazem parte da cooperativa, 237 recebem as informações semanalmente por mensagem no celular e outros 37 via e-mail. O produtor Américo Luiz Reginatto Neto, da propriedade Chácara dos Angicos, de Júlio de Castilhos, é um dos que recebem pelo celular o resultado semanal da qualidade da matéria-prima entregue à cooperativa. “É muito bom, pois permite melhorar a dieta, já que os resultados variam de acordo com a alimentação”, confirma Reginatto, que tem 70 vacas da raça Holandês e produção de 1,6 mil litros/dia. (Correio do Povo)

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Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados
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