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  • LÁCTEOS EM UMA DIETA SAUDÁVEL

    Na última reunião pública do ano, em dezembro passado, os membros do Comitê de Diretrizes Diéticas (DGAC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aceitaram as principais conclusões e recomendações para seu relatório final, incluindo padrões saudáveis de consumo contendo produtos lácteos, particularmente com baixo teor de gordura. 
     
    Embora muitos dos detalhes ainda não sejam conhecidos, o órgão aprovou pontos amplos a serem incluídos no relatório, que deverá ser divulgado no começo deste ano. Esses pontos incluíram recomendações para padrões de uma dieta saudável que incluíram recomendações para padrões de uma dieta saudável que incluem níveis moderados a altos de lácteos desnatados.
     
    O comitê também recomendará, segundo o site Dairy Herd, que os americanos limitem seu consumo de gordura saturada, açúcar e sódio, o que poderia afetar a recomendação para produtos lácteos integrais, queijos e produtos lácteos adoçados. Além das recomendações baseadas nas demandas nutricionais, o relatório do DGAC também estimulará os americanos a consumirem mais alimentos de origem vegetal. (Balde Branco)
  • Languiru leva mais conveniência ao consumidor com nova embalagem do leite

    11/05/2015

    Languiru leites Conjunto menorCooperativa passa a utilizar embalagens SIG Combibloc de formato diferenciado com tampa de rosca, que proporciona mais praticidade e conveniência máxima A Cooperativa Languiru apresenta ao mercado de lácteos sua nova linha de leites em embalagens diferenciadas de longa vida com tampa de rosca, nas versões Integral, Semidesnatado e Desnatado. Em parceria com a SIG Combibloc, as novas embalagens proporcionam mais higiene, economia e praticidade no dia a dia, além de evitar respingos ao servir.

    A nova tampa é de ação única, ou seja, basta apenas um giro para que a embalagem seja aberta e, além disso, proporciona conveniência máxima ao consumidor, já que pode ser fechada e aberta novamente de forma fácil e eficiente, preservando o produto. O diferencial em praticidade vem agregado à tradicional qualidade reconhecida pelo consumidor do leite Languiru. Para completar, 12 unidades do leite são acomodadas numa segunda embalagem, evitando avarias ao produto durante o transporte – uma proteção que garante a qualidade e a apresentação do produto. O layout das embalagens não terá alterações neste momento.

    Sempre visando à qualidade e à excelência, a Languiru investe e participa ativamente na cadeia produtiva, na industrialização e na comercialização de seus produtos. Atuante nos segmentos de aves, suínos, embutidos, laticínios, rações e varejo, é a 3ª maior cooperativa de produção agropecuária do Estado do Rio Grande do Sul e está prestes a completar 60 anos. Girou, abriu, serviu. Os leites UHT Integral, Semidesnatado e Desnatado Languiru são agora também envasados em embalagens cartonadas assépticas combiblocMidi de um litro, com a tampa de rosca combiSwift, em uma linha CFA 812, da SIG Combibloc, instalada na Indústria de Laticínios da Languiru em Teutônia (RS).
    O gerente comercial da cooperativa, Jaime Rückert, explica que a Languiru optou por incluir mais esta tecnologia de envase da SIG por ter ficado impressionada com a eficiência do sistema. “A alta velocidade da máquina e as perdas mínimas nos permitem operar com sucesso, e a flexibilidade do sistema nos deixa preparados para dar um passo à frente no mercado lácteo brasileiro.

    Acreditamos que a tecnologia da SIG Combibloc nos garante uma produção de altíssima eficiência, hoje e no futuro. Para completar, a tampa de rosca deverá ser um grande diferencial junto ao público consumidor”, destaca, elogiando a parceria e o apoio da SIG nas etapas da realização do projeto. O gerente da Indústria de Laticínios, Lauri Reinheimer, acrescenta que a nova tecnologia de envase permite à cooperativa aumentar significativamente sua capacidade de produção e eficiência. “A parceria com a SIG contribui ainda para a qualidade no atendimento aos clientes da Languiru. Além de apresentar esse diferencial na embalagem, temos a garantia de um produto seguro e que atende às expectativas do mercado consumidor. Aliamos ao leite com a qualidade Languiru a praticidade da embalagem com tampa de rosca.”

     

  • Leilão GDT: Com nova queda, preços de leite em pó integral acumulam redução de 25,2% nos últimos 2 meses

    16/04/2015

    O resultado do leilão GDT desta quarta-feira (15/04) apresentou queda de -3,6% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$2.620/tonelada.

    O leite em pó integral teve queda de 4,3%, sendo cotado a US$ 2.446/tonelada. No acumulado dos últimos quatro leilões, o leite em pó integral caiu 25,2%, anulando o movimento de reação de preços ocorrido entre janeiro e fevereiro, que havia sido reflexo de projeções de uma menor oferta na Nova Zelândia devido às condições climáticas.

    O leite em pó desnatado também apresentou queda em seus preços, de -7,8%, sendo cotado a US$ 2.253/tonelada. O queijo Cheddar teve variação positiva nos preços, finalizando o leilão a US$ 2.888/tonelada, aumento de 2,7%.

    Gráfico 1. Histórico de preços do gDT

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    Fonte: gDT, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.

    O volume comercializado apresentou aumento de 10,5% com relação ao último leilão, com 25.596 toneladas vendidas.

  • Leilão gDT: Leite em pó integral ultrapassa 3 mil dólares por tonelada

    O resultado do leilão GDT da última terça-feira (17/02) apresentou forte alta de 10,1% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$3.366/tonelada. O leite em pó integral teve alta, de 13,7%, sendo cotado a US$ 3.272/tonelada, o maior preço desde julho de 2014. O leite em pó desnatado também teve elevação em seus preços, de 5,7%, sendo cotado a US$ 2.744/tonelada. Já o queijo Cheddar teve variação positiva nos preços, finalizando o leilão a US$ 3.054/tonelada, queda de 16,8%.  O volume comercializado apresentou queda de 18% com relação ao último leilão, com 22.957 toneladas vendidas.  As condições de seca na Nova Zelândia aliadas aos menores preços recebidos pelos produtores no final de 2014 tem reduzido a oferta no país, contribuindo para uma pressão de alta nos preços dos lácteos ofertados no Leilão GDT. Mesmo após 5 eventos consecutivos com preços em alta, na comparação com o Leilão GDT do mesmo período de 2014, os preços apresentam-se 32,9% menores. (MilkPoint, com informações do Global Dairy Trade)

  • Leilão gDT: Preços internacionais continuam em queda

    06/05/2015

    O resultado do leilão gDT desta terça-feira (05/05) apresentou queda de -3,5% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$2.515/tonelada.

    O leite em pó integral teve queda de 1,8%, sendo cotado a US$ 2.386/tonelada. No acumulado dos últimos cinco leilões, o leite em pó integral caiu 27,1%, voltando aos níveis de preços verificados entre o final de 2014 e início de 2015.

    O leite em pó desnatado apresentou queda ainda mais expressiva em seus preços (-7,5%), sendo cotado a US$ 2.048/tonelada. Esse é o menor valor da série nominal de preços do leite em pó desnatado desde que passou a participar do leilão GDT, no início de 2010.

    Já o queijo Cheddar teve variação positiva nos preços, finalizando o leilão a US$ 3.012/tonelada, aumento de 9,1%.

    Gráfico 1. Histórico de preços do gDT

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    Fonte: gDT, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.

    O volume comercializado apresentou aumento de 6,9% com relação ao último leilão, com 27.369 toneladas vendidas. Na comparação anual, o volume vendido no leilão foi 28,3% menor.

    Gráfico 2. Volumes comercializados vs. preços médios

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    Fonte: gDT, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.


    O preço médio dos produtos lácteos foi 36,3% menor do que em 2014, tendência que vem ocorrendo desde o final do primeiro semestre de 2014. Reflexo, principalmente, da desaceleração da demanda chinesa.

    Gráfico 3. Histórico de variação com relação ao preço do ano anterior de preços do gDT

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    Fonte: gDT, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.

    A matéria é do MilkPoint, com informações do Global Dairy Trade.

  • Leite com café

    11/05/2015


    070621142235341Para dar ênfase e destacar o produto principal da feira, o convite para o lançamento da 38ª Expoleite e 11ª Fenasul é para “um leite com café”. A cerimônia ocorre amanhã no Galpão Crioulo do Palácio Piratini.


    Os eventos simultâneos serão de 27 a 31 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Até sexta-feira, 110 animais haviam sido registrados, segundo a Associação dos Criadores de Gado Holandês (Gadolando). No ano passado, 157 exemplares participaram da exposição, que somou R$ 1,05 milhão em faturamento.


    – A gente espera repetir o número de animais da edição passada. Mas o setor de leite apanhou bastante – diz José Japur, vice-presidente da Gadolando, em relação ao preço do produto, que caiu muito no ano passado e agora está em recuperação.


    É por isso que o foco principal dos debates deverá ser o mercado de leite. O Rio Grande do Sul destina 60% da produção para fora do Estado – principalmente para a Região Sudeste. (Zero Hora)

  • Leite: Associação de tecnologias em prol da sustentabilidade na produção

    beneficios do leite para o organismoMais do que um local onde foram apresentadas tecnologias para modelos de sistema sustentável de produção, o Estande da Embrapa no Showtec 2015 foi um ambiente de parcerias entre instituições, produtores rurais, profissionais da Assistência Técnica e Extensão Rural e pesquisadores. O presidente da nova gestão da Agraer, Enelvo Felini, reuniu-se com os pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste – o chefe geral, Guilherme Asmus, o chefe adjunto de Transferência de Tecnologia, Auro Otsubo, e o supervisor de Prospecção Milton Padovan – e com o supervisor de Transferência de Tecnologia, Websten Cesario da Silva, da Embrapa Gado de Corte. A produção de leite em Mato Grosso do Sul esteve na pauta das discussões. “Precisamos melhorar a qualidade do leite produzido no Estado e, com isso, aumentar a produção”, disse Felini. O novo gestor da Agraer conheceu algumas ações das duas Unidades da Embrapa em MS voltadas para a agricultura familiar: Tecnofam 2014 e Agroecol 2014, e LeiTec 2015 e MandioTec 2015 são alguns exemplos de eventos realizados pela Embrapa Agropecuária Oeste para este público. A Gado de Corte mostrou a programação da Dinâmica Agropecuária (Dinapec), evento anual e tradicional em MS.

  • Leite:Embrapa lança nova forrageira e mangueiro digital na Dinapec

    A Embrapa Gado de Corte lançará a cultivar de Panicum maximum híbrida BRS Tamani e o mangueiro digital na edição 2015 da Dinâmica Agropecuária (Dinapec). O evento acontece de 11 a 13 de março, na vitrine tecnológica da Empresa, em Campo Grande (MS). Catorze Unidades da Embrapa estarão presentes, além de parceiros, apresentando tecnologias, palestras e oficinas. A BRS Tamani tem porte baixo, com muitas folhas e perfilhos, que proporcionam boa cobertura de solo e alto valor nutritivo. “É um capim de fácil manejo, indicado para solos de média a alta fertilidade, sendo importante opção para sistemas de produção no bioma Cerrados”, diz a pesquisadora da Embrapa Gado de Corte, Liana Jank, líder da equipe responsável pelo trabalho de desenvolvimento da nova cultivar. Outra vantagem observada no ensaio de pastejo, realizado no Cerrado do Distrito Federal, foi o bom estabelecimento quando implantada, além de elevada persistência nos períodos seco e chuvoso. “Lembrando que apresenta baixa tolerância ao encharcamento do solo e, portanto, não é indicada para áreas sujeitas a alagamentos temporários”, acrescenta a pesquisadora. O desempenho da BRS Tamani demonstra elevada capacidade produtiva, com a vantagem de oferecer forragem de melhor valor nutritivo quando comparada à cultivar Massai. A cultivar é resultado de cruzamento feito na Embrapa Gado de Corte em 1992. Os trabalhos de seleção foram realizados em parceria com a Embrapa Acre, Embrapa Cerrados, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Pecuária Sul, Embrapa Rondônia, e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. “A forrageira foi registrada no ano passado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, informa Liana. Ela explica que, avaliada em parcelas sob cortes manuais, a BRS Tamani alcançou a produção anual de 15 toneladas/hectare de matéria seca de folhas em Campo Grande. “Em experimento em rede conduzido em sete locais, a cultivar destacou-se pela maior porcentagem de folhas que as cultivares Tanzânia-1 e Massai e pela qualidade da forragem, tendo apresentado 9% mais proteína bruta que a Tanzânia, durante o ano, e 3% maior digestibilidade no período de chuvas”, destaca. Com previsão de chegar ao mercado a partir de agosto deste ano, a BRS Tamani foi desenvolvida em parceria com a Unipasto e é resultado de um trabalho conjunto, sob a coordenação da Embrapa Gado de Corte, com as Unidades Embrapa Acre, Embrapa Cerrados, Gado de Leite, Embrapa Pecuária Sul e Embrapa Rondônia. Outra novidade que será apresentada na Dinapec 2015 é o novo mangueiro digital, ou seja, um mangueiro antiestresse, desenvolvido em parceria com a Tramasul, para o manejo dos bovinos de acordo com o Programa Boas Práticas Agropecuárias (BPA) – Bovino de Corte, da Embrapa. A estrutura também servirá como laboratório para o desenvolvimento de projetos pelos alunos do curso de mestrado profissional em Pecuária de Precisão da Faculdade de Computação da UFMS, em parceria com a Embrapa. Segundo o chefe de Transferência de Tecnologia, Pedro Paulo Pires, no mangueiro digital serão geradas informações sobre os bovinos a partir de ferramentas eletrônicas desenvolvidas pela Embrapa Gado de Corte e por parceiros. Alguns exemplos são a balança de passagem e o e-apart, uma estrutura composta de eletrônica, mecânica e software responsável pelo aparte automático de animais, por meio de filtros inteligentes desenvolvidos por softwares associados ao uso do chip eletrônico, que identifica os animais por rádio frequência, de modo rápido, inquestionável e seguro para o manejo. (Portal Lácteo)

  • Leite/NZ

    nzChuvas com muito vento em parte da Ilha Norte e o norte da Ilha Sul terão influência determinada pela umidade. A maioria das áreas registra crescimento razoável de pastagens para esta época do ano, fazendo prever boa produção de leite que deverá ser entre 3 e 6% maior do que nos últimos anos. A temporada está permitindo boa reposição de reservas de alimentação em forma de silagem e feno, e culturas de inverno e verão crescem bem. Mas, no final de janeiro e fevereiro vem as tradicionais secas de verão, com os técnicos recomendando aos produtores o descarte antecipado de animais, aumentar as rotações e suplementação alimentar, quando ocorrer a escassez. (interest.co.nz – Tradução Livre: Terra Viva)

  • Leite/PE

    PERNAMBUCOA bacia leiteira de Pernambuco ainda sofre os impactos da seca prolongada e a reacomodação do mercado. Na lista de problemas estão a alta dos custos, a queda no preço e a diminuição das ações emergenciais dos governos. Além disso, os pecuaristas também reclamam da queda no preço do leite, em função da permissão do governo federal para que os laticínios reidratem leite em pó. (DCI)

  • Leve alta de preços no mercado em março


    O preço do leite aos produtores do país subiu 1% em março, a primeira alta desde agosto passado, de acordo com levantamento da Scot Consultoria. O valor médio, de R$ 0,894, por litro refere¬se ao leite entregue aos laticínios em fevereiro passado.

    De acordo com Rafael Ribeiro, analista da Scot, o quadro mais ajustado entre oferta e demanda explica a valorização. Ele observa que a redução na oferta nos últimos meses promoveu esse ajuste, elevando as cotações.

    Conforme o índice de captação da Scot, a captação de leite no país recuou 2,4% em janeiro na comparação com dezembro ¬ pico da produção. Em fevereiro, houve queda de 3,1% ante janeiro. E dados parciais mostram redução de 0,8% em março sobre o mês anterior.

    Essa diminuição decorre, segundo Ribeiro, da falta de chuvas em regiões produtoras de Minas Gerais, e do aumento dos custos de alimentação do rebanho por causa da alta do dólar.

    Nesse cenário de oferta mais justa, os estoques dos laticínios diminuíram, o que levou também à alta do leite longa vida. Segundo a Scot, entre fevereiro e março, a cotação média no atacado em São Paulo saiu de R$ 1,91 para R$ 2,07 por litro.

    A expectativa agora é de novas altas do preço ao produtor no curto prazo. Em sua pesquisa com laticínios, a Scot ouviu que 52% deles esperam aumento da cotação no próximo pagamento, 44%, estabilidade e 4%, queda.

    A Scot ainda não tem projeções para a produção de leite no Brasil neste ano, mas não descarta um recuo após o avanço de 5% no ano passado, conforme dados divulgados pelo IBGE. O instituto informou que a produção inspecionada de leite alcançou 24,741 bilhões de litros no ano passado.

    As razões para um possível recuo, diz Ribeiro, são a queda na demanda por lácteos (como queijo e iogurte) em decorrência da crise e o aumento dos custos de produção de leite por conta da alta do dólar que eleva o valor dos insumos.

    Marcelo Pereira de Carvalho, analista da MilkPoint, consultoria especializada em lácteos, considera que a produção de leite no país pode crescer 2% a 2,5% este ano, menos que em 2014. Esse incremento mais tímido previsto está relacionado à perspectiva de menor demanda por produtos de maior valor, entre outros fatores.

    Para 2014, Carvalho estimava um avanço maior e que a produção chegaria a 25,1 bilhões de litros, mas o aumento dos custos levou a produção a estagnar no quarto trimestre do ano passado. Além disso, observa, os preços do leite ao produtor caíram de forma expressiva e a valorização da arroba do boi acabou estimulando o descarte de matrizes. (Valor Econômico)

  • MAPA: Em reunião com parlamentares, ministra reafirma compromissos com setor lácteo

    17/04/2015

    AHAHHAAA ministra Kátia Abreu disse, nesta quinta-feira (16), que as exportações do setor agropecuário são prioritárias. A declaração foi feita em reunião com os deputados Alceu Moreira (PMDB/RS) e Elvino Bom Gass (PT/RS) e representantes do Instituto Gaúcho do Leite e da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul, em Brasília.

    Kátia Abreu anunciou que está montando um programa de modernização do setor nos cinco principais estados produtores de leite – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Minas Gerais – que, juntos, são responsáveis por 73% da produção do país. O principal objetivo do programa será erradicar a tuberculose e a brucelose do rebanho leiteiro, aumentar a produtividade e ampliar as exportações.

  • Mercado lácteo mais competitivo – Por Alexandre Guerra*

    alexandreDepois de 31 anos de vigência, as cotas de leite na União Europeia (UE) foram revogadas no dia 1º de abril. A limitação obrigava os produtores locais a trabalhar com o freio de mão puxado. Agora, libertos da restrição, eles produzirão mais leite. Alguns pensam em duplicar o seu volume, aumentando o número de vacas ordenhadas. Naturalmente, os países do bloco irão disputar o mercado externo que o Brasil está almejando, principalmente Ásia, Rússia, África. O fim das cotas de leite na UE impõe que o setor lácteo brasileiro se torne mais competitivo. O Rio Grande do Sul, como o segundo maior produtor nacional, pode ter papel de destaque nesse novo cenário. Plantas industriais do Estado já estão certificadas ou em processo de qualificação para venderem produtos lácteos no Exterior. A par disso, é preciso que os produtores de leite se mobilizem para obter a indispensável certificação como livres de tuberculose e brucelose. Eles podem contar com o apoio do Fundesa (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS), cujo Comitê Técnico é integrado por Fetag, Ministério e Secretária da Agricultura, Farsul e Sindilat, para conseguir o status. Notícias do chamado velho continente indicam que os produtores de maior competitividade e valor, no universo composto pelos 28 países-membros da comunidade europeia, são os da Irlanda, Holanda e Dinamarca. A Irlanda, diante do novo cenário, pretende, por exemplo, reproduzir o desempenho da Nova Zelândia, um dos maiores produtores mundiais de laticínios e grande exportador para a China. A aspiração irlandesa tem fundamento. Em 1984, antes das cotas, produzia os mesmos 5 bilhões de litros que a Nova Zelândia. A Irlanda continuou nesse patamar e a Nova Zelândia saltou para 18,5 bilhões de litros por ano. O Brasil, com uma produção de quase 37 bilhões de litros de leite por ano ano, a qual cresce 7%, está se tornando autossuficiente. A exportação passa a ser um imperativo, como bem externou na recente Expodireto Cotrijal a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, disposta a apoiar o setor nesse novo momento. O sucesso na abertura de novos mercados para as empresas também depende do empenho e da agilidade do governo. Enfim, para competir com os players que suprem seus mercados internos e ainda buscam divisas atendendo a demanda mundial por lácteos, o Brasil precisa conjugar qualidade e eficiência. (Zero Hora)


    * Presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat- RS), diretor administrativo e financeiro da Cooperativa Santa Clara, diretor da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e vice-presidente do Conselho Estadual do Leite (Conseleite)

  • Meu Dia Alimentar

    13/05/2015

    O 1,2,3 e Lácteos está sempre em busca de novas ferramentas e metodologias para ensinar crianças como cuidar bem da saúde, de forma fácil e divertida. Para facilitar ainda mais o entendimento dos alunos a respeito dos conceitos de uma alimentação equilibrada, o projeto traz em 2015 um guia alimentar interativo no material didático. Está é mais uma grande novidade 1,2,3 e Lácteos para este ano!

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    Esse guia é o Meu Dia Alimentar (link: www.meudiaalimentar.com), um quebra-cabeças que transforma as recomendações de alimentos e porções diárias em uma gostosa brincadeira.

    “O jogo é composto por uma base colorida e por diversas peças. A base indica a quantidade de porções de cada grupo alimentar que devemos consumir em um dia, e as peças representam os diversos alimentos. A ideia é completar a base com os alimentos que formos consumindo no dia. Não vale deixar espaços vazios! Com a base completa, as crianças saberão que a alimentação naquele dia foi equilibrada”, explica Gabriela Bizari, co-criadora do projeto Meu Dia Alimentar.

    Todos os alunos poderão interagir com o guia alimentar no Caderno de Divertimentos. Os professores receberão sua própria versão do jogo para enriquecer ainda mais as aulas-laboratório. (1,2,3 e lácteos)

  • MG: produção de leite na região sudeste chega a 610,081 milhões de litros por ano

    27/05/2015


    De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Minas Gerais é a principal bacia leiteira do país, respondendo por 27,5% do total produzido no Brasil. Toda a região sudeste representa 35% da produção nacional.

    A produção mineira chega a 8,83 bilhões de litros por ano e a região do sudoeste de mineiro representa 6,9% desse total. Segundo o relatório do Sistema Safra Pecuário, feito pela unidade de Passos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), a produção mensal de leite na região é de 52,531 milhões de litros, que resultam em uma produção anual de 610,081 milhões de litros. Vinte e três cidades do sudoeste mineiro tiveram a produção computadas pelo Sistema Safra Pecuário, o que correspondeu a 4.596 produtores.

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    O município com maior produção na região é Passos, com 123,336 milhões de litros por ano. A bovinocultura de leite passense possui em atividade 724 produtores e 42,115 mil animais em produtividade e, uma média de 10,278 milhões de litros produzidos mensalmente.

    O segundo maior em produção na região é a cidade Cássia, com 51 milhões de litros por ano, são 400 produtores em atividade e uma produção mensal de 4,170 milhões de litros. E 22,600 mil animais em produtividade.

    E logo em seguida São João Batista do Glória, com uma produtividade anual de 41,900 milhões de litros e 10,500 mil animais em produtividade. São 300 produtores e uma média de 3,450 milhões de litros produzidos mensalmente.

    VBP

    O coordenador técnico da Emater, Frederico Ozanam, ainda estima que o Valor Bruto da Produção (VBP) de leite em Minas Gerais deve alcançar a cifra de R$ 6,7 bilhões em 2015. “Portanto, um aumento de 4,8% em relação à soma registrada em 2014, de acordo com dados do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O VBP é o resultado da multiplicação do volume produzido pelo preço médio do produto”. (Milkpoint)

  • Ministro Monteiro admite alterações em MPs que melhorem a competitividade

    15/04/2015

    financas empresariaisApós deixar uma reunião na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), entidade que tem criticado duramente o aumento de impostos do ajuste fiscal, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro, admitiu ontem a possibilidade de alterações que melhorem a competitividade da indústria nas medidas que tramitam no Congresso Nacional. “Há um espaço para mudanças que se coloca sempre na tramitação de muitas dessas medidas no Congresso Nacional.”

    Monteiro comentou a reclamação do setor industrial de que este está sendo mais prejudicado pelo ajuste promovido pelo governo. “O melhor ajuste fiscal é aquele que impõe custos a todos. Quando um processo de ajuste só impõe custos a um setor, é porque ele está se dando de maneira inadequada”, disse.

  • Nosso leite é seguro

    27/05/2015


    A produção de leite do Rio Grande do Sul cresceu quase o dobro da nacional nos últimos 10 anos. Uma cadeia que movimentou R$ 8,3 bilhões em 2014 e mobiliza mais de 120 mil famílias. São números impressionantes e que colocam o médico veterinário cada vez mais presente à mesa do consumidor.


    É esse profissional que acompanha a cadeia leiteira desde a escolha de reprodutores, para a excelência genética, passando por instruir o correto manejo nas propriedades até a orientação sobre boas práticas no ponto de venda. Isso tudo sem falar na fiscalização que ocorre ao longo de toda a cadeia produtiva.

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    O leite é um alimento importante na dieta humana. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão de 220 litros por habitante a cada ano. No Brasil, a média é de 178. Pelo bem da saúde da população, há espaço para crescer.


    Por isso, é indispensável que o consumidor entenda que a fiscalização desse produto é rigorosíssima no Rio Grande do Sul – muito mais do que em outros Estados. E, além da verificação oficial, as empresas também procuram examinar e comprovar a inocuidade do produto antes de chegar ao ponto de venda.


    Apoiamos o trabalho realizado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, que tem o apoio de médicos veterinários e fiscais do Ministério da Agricultura nas operações que desbaratam quadrilhas e denunciam suspeitos. Esses fatos – isolados –, que vêm sendo apurados pelos órgãos de repressão ao crime, são graves e merecem toda a atenção das autoridades.

    Entretanto, é injusto colocar todo o leite produzido no Estado na vala comum, como se toda a produção, de quase 5 bilhões de litros por ano, fosse de baixa qualidade. Dizer que o leite gaúcho é ruim por conta de denúncias e fraudes detectadas é, no mínimo, irresponsável. Temos produtores sérios, comprometidos com a sanidade do rebanho e do produto. Temos indústrias de ponta, que se preocupam com sua imagem e com a saúde da população. E temos uma fiscalização atuante, correta e engajada no cumprimento da lei. E, em todos esses elos, está o médico veterinário.


    O Conselho Regional de Medicina Veterinária tem por missão atuar na orientação e na fiscalização da atividade profissional. Nosso foco é valorizar os bons profissionais, garantindo que possam trabalhar com segurança e reconhecimento. Quem sai dessa linha de correção e dignidade sofre as consequências legais.


    Por isso, podemos dizer que o trabalho do médico veterinário na cadeia leiteira do Estado é imprescindível, fundamental e desenvolvido com ética e responsabilidade. (Rodrigo Lorenzoni - Presidente CRMV – Zero Hora)

  • Nota do Sindilat/RS

    13/05/2015

    logo sindilat sem derivados jpegO Sindilat/RS (Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul) condena quaisquer desvios de conduta na cadeia láctea e apoia investigações criteriosas desenvolvidas por órgãos públicos visando combater eventuais esquemas de adulteração de leite no Estado.


    O sindicato acompanha com atenção, desde o início, o trabalho realizado pelo Ministério Público Estadual e Ministério da Agricultura, colocando-se sempre à disposição para colaborar com as autoridades, apoiando os trabalhos de fiscalização para melhoria contínua da qualidade do leite gaúcho. Paralelamente ao surgimento dos fatos, a indústria tomou medidas para melhorar ainda mais o processo de obtenção e distribuição de leite e derivados de alta qualidade e de consumo seguro, como a realização de um maior número de testes laboratoriais do produto recebido nas suas plataformas. Ao mesmo tempo, com a parceria da Embrapa Pelotas, avança-se na avaliação de equipamentos de medição de vazão e coleta automática de amostras com rastreabilidade da matéria-prima para ampliar o controle em todas as etapas.


    Os casos denunciados como fraude são lamentáveis e os responsáveis, dentro do processo legal garantido pelo Estado Democrático de Direito, devem responder por seus atos, que, menos mal, são isolados e não devem comprometer o trabalho sério e ético realizado pelas indústrias e profissionais envolvidos na atividade leiteira gaúcha. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

  • Novo curso aos produtores de leite

    16/04/2015

    DSC 2587A Embrapa Clima Temperado, através do Projeto Protambo, realiza nesta semana o Curso de Qualidade do Leite Lina na Estação Experimental Terras Baixas, localizada no Capão do Leão. Com capacidade para atender cem inscrições, o curso já possui cerca de 80 inscritos, que vão buscar a troca de experiências e a integração entre técnicos, pesquisadores e laticínios associados ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat). O evento ocorre nesta quinta-feira, pela manhã e à tarde. Esta será a terceira capacitação do ano nesta temática.

    Segundo a pesquisadora e uma das organizadoras do curso, Maira Zanella, o treinamento é oferecido mais uma vez pelo fato de que no curso anterior muitos interessados não conseguiram se programar para participar.

    Dentro da programação, que trata do panorama atual da qualidade do leite no Estado e como controlar fatores e obter a qualidade desejável no leite, haverá a palestra sobre o Leite Instável Não Ácido (Lina). Para a pesquisadora este assunto ainda requer atenção por parte dos produtores de leite e técnicos. “Quando é feito o teste do álcool no leite na propriedade e o resultado é positivo, o produtor não sabe como solucionar o problema. Estamos apresentando neste curso quais são as tecnologias disponíveis para realização do diagnóstico e das suas soluções”, explicou. Quem quiser saber mais sobre a programação acesse o site da Embrapa.

    O Leite Instável Não Ácido (Lina) é um problema que atinge milhares de produtores leiteiros. Ele é caracterizado por possivelmente apresentar resultado falso positivo no teste da acidez, que em algumas circunstâncias não apresente ácido.

    O teste do álcool é realizado na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, com o intuito de avaliar a qualidade do leite de alguns produtores e de cooperativas da Região Sul do Estado. As amostras de leite positivas são descartadas por não serem consideradas aptas para consumo. Uma das importantes alterações que ocorrem durante o teste é a perda da estabilidade da caseína (proteína do leite) que resulta em precipitação positiva.

    Em pesquisa, o leite aparenta os mesmos aspectos do leite ácido. Para diferenciá-los o produtor pode coletar pequena quantidade de sua amostra e o ferver, se o leite talhar e não levantar fervura ele é ácido, já se o mesmo ferver ele é identificado como Lina, ressaltando que para comprovar é necessário que se faça o teste do álcool em um laboratório de pesquisa. (Diário Popular de Pelotas)

  • Número de filhos cai mais entre mulheres com bolsa família


             
              Nos últimos dez anos, o númro de filhos por família no Brasil caiu 10,7%. Entre os 20% mais pobres, a queda registrada no mesmo período foi 15,7%. A maior redução foi identificada entre os 20% mais pobres que vivem na Região Nordeste: 26,4%.
    Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e têm como base as edições de 2003 a 2013 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
     
            O levantamento mostra que, em 2003, a média de filhos por família no Brasil era 1,78. Em 2013, o número passou para 1,59. Entre os 20% mais pobres, as médias registradas foram 2,55 e 2,15, respectivamente. Entre os 20% mais pobres do Nordeste, os números passaram de 2,73 para 2,01. 
     

         
      Para a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, os dados derrubam a tese de que a política proposta pelo Programa Bolsa Família estimula as famílias mais pobres do país a aumentar o número de filhos para receber mais benefícios.

         “Mesmo a redução no número de filhos por família sendo um fenômeno bastante consolidado no Brasil, as pessoas continuam falando que o número de filhos dos pobres é muito grande. De onde vem essa informação? Não vem de lugar nenhum porque não é informação, é puro preconceito”, disse.

          Entre as teses utilizadas pela pasta para explicar a queda estão os pré-requisitos do programa. “O Bolsa Família tem garantido que essas mulheres frequentem as unidades básicas de Saúde. Elas têm que ir ao médico fazer o pré-natal e as crianças têm que ir ao médico até os 6 anos pelo menos uma vez por semestre. A frequência de atendimento leva à melhoria do acesso à informação sobre controle de natalidade e métodos contraceptivos”.

          A demógrafa da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE Suzana Cavenaghi acredita que o melhor indicador para se trabalhar a questão da fecundidade no país deve ser o número de filhos por mulher e não por família, já que, nesse último caso, são identificados apenas os filhos que ainda vivem no mesmo domicílio que os pais e não os que já saíram de casa ou os que vivem em outros lares.

        Segundo ela, estudos com base no Censo de 2000 a 2010 e que levam em consideração o número de filhos por mulher confirmam o cenário de queda entre a população mais pobre. A hipótese mais provável, segundo ela, é que o acesso a métodos contraceptivos tenha aumentado nos últimos anos, além da alta do salário mínimo e das melhorias nas condições de vida.
    “Sabemos de casos de mulheres que, com o dinheiro que recebem do Bolsa Família, compram o anticoncepcional na farmácia, porque no posto elas só recebem uma única cartela”, disse. “É importante que esse tema seja estudado porque, apesar de a fecundidade ter diminuído entre os mais pobres, há o problema de acesso e distribuição de métodos contraceptivos nos municípios. É um problema de política pública que ainda precisa ser resolvido no Brasil”, concluiu. (Valor Econômico)

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